Atualidades 07/07/2014 - Revistas e Jornais

07 de julho de 2014
Resumo Revistas da Semana

VEJA
capa



ÉPOCA
capa

ISTOÉ
capa

ISTOÉ DINHEIRO

capa

CARTA CAPITAL
capa

EXAME

capa



JORNAIS

07 de julho de 2014
Correio Braziliense

Manchete : os dilemas da seleção a dois passos do hexa
Dois dias após a traumática saída de Neymar da Copa, a Seleção caiu na real. Ontem, no primeiro treino dos titulares após a classificação às semifinais, o técnico Luiz Felipe Scolari começou a montar o quebra-cabeça para jogar sem o camisa 10 - algo que ainda não aconteceu desde que ele assumiu o comando do time. (Págs. 4 e 5 - Superesportes)
As desigualdades do Amazonas 
Reportagem da série "20 anos do Real" mostra os contrastes da cidade de São Gabriel da Cachoeira, que abriga 42 etnias indígenas, esgoto a céu aberto e imóveis no valor de R$ 2 milhões (Págs. 5 e 6)
Concursos - Há 50 mil vagas, mas nomeação só em 2015 
A semana começa com certames por todo o país, 9 mil oportunidades são para o Distrito Federal. Legislação impede a contratação até a posse dos novos governantes em 1° de janeiro do ano que vem. (Pág. 7)
Corrupção - Uma doença que se alastra pela Europa 
Prisão do ex-presidente francês Nicolas Sarkozy expõe deslizes de poderosos no Velho Mundo. (Pág. 10)
------------------------------------------------------------------------------------
Zero Hora

Manchete : Missão substituir Neymar
Bernard ou Willian, um deles deve ser o escolhido de Felipão para a tarefa de jogar na vaga do craque amanhã, às 17h, contra a Alemanha. Willian é o favorito. (Jornal da Copa)
Agora é lei - Fica mais fácil cancelar serviços por telefone. (Sua Vida|21)

Começa a disputa pelo Piratini
O primeiro debate da eleição, na Rádio Gaúcha, reuniu os oito candidatos ao governo do Estado. (Notícias| 4 e 6)
------------------------------------------------------------------------------------
Brasil Econômico

Manchete : "Crescimento de 2% do PIB é o padrão normal"
O economista da Unicamp Fernando Nogueira Costa critica a comparação do Brasil aos emergentes. Para ele, o país deve ser comparado aos que já tem indústria madura, onde o desempenho da economia está em média em 2% ao ano. Vice-presidente da Caixa entre 2003 e 2007, ele defende o governo Dilma e considera miopia dizer que a economia pode ser conduzida seguindo apenas o tripé dos manuais. “É de uma pobreza intelectual tremenda. Perde-se a perspectiva histórica estratégica”. ( Págs. 4 a 7)
Walmart briga para ser a maior da América Latina
A estratégia da gigante americana passa pela consolidação da plataforma como um marketplace, a exemplo do que já há nos Estados Unidos, e da construção de mais centros de distribuição no país, além do reforço da marca. ( Págs. 12 e 13)
Brasil pega Alemanha sem plano B
Felipão não tem alternativas para remontar o ataque com as mesmas características e o talento de Neymar. Na defesa, Dante ou Henrique podem substituir Thiago Silva. (Pág. 11)
Informe NY
Heloisa Villela

Ataque a futebol nos EUA é o pano de fundo para críticas ao avanço do número de imigrantes no país. (Pág. 29)

Plano de Negócios
Erica Ribeiro

Sebrae-RJ abre programa de capacitação e sustentabilidade para hospedaria alternativa. (Pág. 19)

Mosaico Político
Gilberto Nascimento

Evangélica da Assembleia de Deus, a ex-ministra Marina Silva, fundadora da Rede Sustentabilidade e vice do presidenciável Eduardo Campos (PSB), sempre foi vista com ressalvas pelo movimento LGBT. O motivo é ela se declarar, como gosta de dizer, "não favorável" ao casamento homoafetivo, apesar de se apresentar como favorável aos "direitos civis" deste segmento da sociedade. Mas, com o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) como vice na chapa de Aécio Neves (PSDB-MG), ela perdeu o posto de maior preocupação destas entidades com relação aos principais candidatos das eleições presidenciais deste ano. (pág. 2)

Ponto Final
Octávio Costa

Enquanto o país do futebol, abalado pelo desfalque de Neymar, aguarda a semifinal contra a Alemanha, cientistas políticos e especialistas em pesquisa abrem polêmica sobre o impacto que a Copa do Mundo terá nas eleições de outubro. (Pág. 32)

------------------------------------------------------------------------------------
Folha de S. Paulo

Manchete : Só de juros, arenas da Copa vão custar dois Itaquerões
Mesmo com taxa abaixo do mercado, empréstimos de R$ 4,3 bi usados por 11 estádios geraram R$ 2,4 bi de ágio

Estados, empresas e clubes começam a pagar, após o fim da Copa, no domingo, a maior parte da conta dos estádios, de R$ 6,7 bilhões. Só de juros, são R$ 2,4 bilhões, segundo estimativa feita a pedido da Folha por Jorge Augustowski, da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade. Com esse dinheiro, seria possível construir duas arenas como Itaquerão, estádio paulista padrão Fifa. (Poder A8)

Campanha ao Planalto inicia com ataques a Dilma e ao PT
A campanha eleitoral começou oficialmente ontem com ataques de Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) ao PT e à presidente Dilma Rousseff, adversária deles na disputa ao Planalto. Para o tucano, o governo federal usa politicamente a Copa, enquanto Campos diz que o PT nem deveria disputar a eleição. Dilma não foi à rua, mas lançou site. (Poder A6)
Candidatos a governador estimam gasto de R$ 2 bilhões
A previsão de gastos de campanha informada pelas 85 principais candidaturas a governador em todo o país soma R$ 2,1 bilhões. Paulo Skaf (PMDB), que disputa em São Paulo, é o que estima gasto maior, de R$ 95 milhões. Em 2010, os 85 candidatos mais importantes anunciaram teto de R$ 1,8 bilhão, em valores corrigidos pela inflação. (Poder A6)
Falta de incentivo afasta empresas do Vale-Cultura
O custo e a falta de incentivos fiscais têm afastado pequenas empresas do Vale-Cultura, programa federal que visa oferecer serviços culturais a trabalhadores, como livros e ingressos para shows, teatro e cinema. O Ministério da Cultura diz que a expansão do programa ocorrerá com a ajuda dos sindicatos. (Ilustrada E1)
Entrevista da 2a. Vali Nasr - Brics querem enriquecer sem sujar as mãos
Grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, os Brics não têm "coesão política", segundo Vali Nasr, 53, da Universidade Johns Hopkins (EUA). "Querem ficar mais ricos, sem sujar as mãos com crises políticas". (Pág. A14)
Ricardo Melo
Sensação de insegurança em SP é bem pior do que Estado imagina (Poder A6)
Editoriais
Leia "Pedir votos e pedir água", acerca de esvaziamento de represas em São Paulo, e "O ritmo dos EUA", sobre indicadores da economia americana. (Opinião A2)
Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

MANUAL DE REDAÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

Plural de substantivos compostos