Atualidades 02/01/2015

A pessoa que não pode viver significativamente hoje não o pode esperar levar uma vida brilhante amanhã . Não importando que grandes planos a pessoa possa fazer, se não valorizar cada momento, será o exatamente como muitos castelos no ar. Todas as causas no passado e todos os efeitos no futuro estão condensados dentro do momento presente da vida. Se melhoramos ou não o nosso estado de vida neste momento, determinar se podemos expiar as maldades que causamos desde o infinito passado e se seremos capazes de acumular a boa sorte que permanecer por toda a eternidade.(Daisaku Ikeda).



O Globo
Dilma recicla promessas e vê 'inimigos externos' da Petrobras
MERVAL PEREIRA - No discurso de posse, petista fugiu da realidade. (Págs. 1 e 4)
MÍRIAM LEITÃO - Presidente continua no país cenográfico da campanha. (Págs. 1 e 22)
Pezão anuncia corte de até 25% das despesas do estado
Alckmin discursa de olho em 2018 (Págs. 1 e 11)
Pimentel vai fazer auditoria em Minas (Págs. 1 e 13)
Sartori suspende pagamentos no RS (Págs. 1 e 10)
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Zero Hora
Economia terá correção de rumo
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Brasil Econômico
Dilma em defesa da Petrobras e de reformas
Fundos de participação apostam em 2015
Eletrobras mantém previsão de investimento
JULIO GOMES DE ALMEIDA - Na posse, faltou ênfase na sustentabilidade e no relacionamento com o exterior. (Págs. 1 e 6)
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Folha de S. Paulo
Dilma promete ajustar economia ‘com o menor sacrifício possível’
VINÍCIUS TORRES FREIRE - Anúncio de ajuste é para Dilma como a indigestão de engolir um sapo-boi
IGOR GIELOW - Presidente adota fala de um governo que está sob ataque. (Págs. 1 e Poder A5)
Discurso de posse é escapista e pouco confiável, segundo líderes da oposição (Págs. 1 e Poder A6)
Governadores assumem prevendo um 2015 difícil
Quatro maiores bancos ampliam concentração de crédito, diz BC
Vice dos EUA se reúne com Dilma e discute ajuda na relação com Cuba (Págs. 1 e Mundo A12)
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02 de janeiro de 2015
O Globo

Dilma recicla promessas e vê 'inimigos externos' da Petrobras
Presidente lança lema ‘Brasil, pátria educadora’, que já tinha usado em 2013

Ao assumir 2° mandato, petista defende seu primeiro governo e fala em ajuste fiscal e reforma política

Depois da eleição mais disputada da História e num cenário adverso tanto na economia como na política, a presidente reeleita Dilma Rousseff usou o discurso de posse para defender seu governo. Em longo pronunciamento no Congresso, a petista falou em mudanças, mas limitou-se a repetir promessas de campanha. Ela pregou o ajuste fiscal para retomar o crescimento e disse que a educação será a “prioridade das prioridades”, lançando o que chamou de novo lema de seu governo, “Brasil, pátria educadora”, já usado por ela no discurso do 1° de maio de 2013. A presidente afirmou ainda que seu governo vai defender a Petrobras de “predadores internos” e “inimigos externos”, sem admitir responsabilidade do governo e de aliados no escândalo. No Planalto, ela deu posse a 39 ministros. Titular do Esporte, George Hilton (PRB) foi vaiado. Cerca de 40 mil pessoas, segundo a PM, acompanharam as solenidades em Brasília. (Págs. 1 e 3 a 9)

MERVAL PEREIRA
No discurso de posse, petista fugiu da realidade. (Págs. 1 e 4)
MÍRIAM LEITÃO
Presidente continua no país cenográfico da campanha. (Págs. 1 e 22)
Pezão anuncia corte de até 25% das despesas do estado
Previsão é de queda de R$ 2,2 bilhões na receita de royalties este ano

O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, tomou posse ontem com a promessa de “cortar na própria carne” para equilibrar as contas do estado. Entre as medidas, ele adiantou que fará um corte de 20% a 25% nas despesas das secretarias, exceto nas de Saúde, Educação e Segurança, e de 35% nas gratificações especiais. Admitindo que a crise não é uma “marolinha”, Pezão disse que a queda no preço do petróleo provocará redução de R$ 2,2 bilhões na receita de royalties este ano. O desaquecimento da economia, segundo ele, também teve impacto na arrecadação de ICMs, que caiu R$ 2 bilhões no ano passado, o que pode se repetir em 2015. Mas garantiu que os cortes não atingirão grandes projetos, como as linhas de metrô Niterói-São Gonçalo e Estácio-Praça Quinze. Também defendeu miniUPPs e a ação das Forças Armadas nas estradas. (Págs. 1 e 13 a 15)

Alckmin discursa de olho em 2018 (Págs. 1 e 11)

Pimentel vai fazer auditoria em Minas (Págs. 1 e 13)

Sartori suspende pagamentos no RS (Págs. 1 e 10)

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Zero Hora

Economia terá correção de rumo
Ao assumir segundo mandato, Dilma Rousseff promete ajustes sem trair compromissos sociais.

Governo novo, slogan novo: "Brasil, pátria educadora"

Defesa da Petrobras contra "inimigos externos e predadores internos"

Págs. 1, 10 a 17 e 29 a 31

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Brasil Econômico

Dilma em defesa da Petrobras e de reformas
Na posse para seu segundo mandato, a presidenta Dilma Rousseff destacou a importância da estatal e afirmou que defenderá a “Petrobras de seus predadores internos e inimigos externos”. Ela disse assumir com mais esperança do que no primeiro mandato e prometeu reformas política e econômica, com prioridade para a educação. (Págs. 1 e 3 a 9)
Fundos de participação apostam em 2015
O setor de venture capital e de private equity prevê crescimento e que eventuais sobressaltos consolidarão a relação entre investidores e empreendedores. (Págs. 1 e 10)
Eletrobras mantém previsão de investimento
A estatal estima investir R$ 14,1 bilhões em 2015. Um orçamento bem próximo ao previsto para o ano passado, quando de fato foram investidos R$ 12 bilhões. (Págs. 1 e 11)
JULIO GOMES DE ALMEIDA
Na posse, faltou ênfase na sustentabilidade e no relacionamento com o exterior. (Págs. 1 e 6)
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Folha de S. Paulo

Dilma promete ajustar economia ‘com o menor sacrifício possível’
Ao assumir 2º mandato, presidente diz que novas medidas não irão trair os compromissos sociais

Petista propõe ‘pacto anticorrupção’ ao congresso e defende Petrobras dos ‘inimigos externos’

Ao tomar posse para o 2º mandato, a presidente Dilma Rousseff (PT) disse que fará ajustes na economia sem trair compromissos sociais e submetendo a população ao “menor sacrifício possível” para o país recuperar a capacidade de crescer.

A presidente discursou no Congresso e depois no Planalto, para 15 mil pessoas, segundo a PM. E afirmou que as mudanças incluirão “ajuste nas contas públicas, aumento na poupança interna, ampliação do investimento e elevação da produtividade da economia”.

A petista anunciou o slogan “Brasil, pátria educadora” como lema do seu governo e declarou que a educação será a “prioridade das prioridades”. Essa área, disse, receberá mais dinheiro.

Dilma prometeu defender a Petrobras, alvo de investigação que apontou desvio de verbas, de “predadores internos e inimigos externos” e propôs um “pacto anticorrupção” ao Congresso.

O ex-presidente Lula, que estaria contrariado com a configuração do novo ministério, teve passagem rápida pela cerimônia. (Págs. 1 e Poder A4)

VINÍCIUS TORRES FREIRE
Anúncio de ajuste é para Dilma como a indigestão de engolir um sapo-boi

No seu discurso de posse, a presidente Dilma Rousseff optou por dizer que fará um “ajuste”, palavrão “neoliberal”, naquilo que não está desajustado. Seja como for, virá algum “ajuste” na economia.

Ela disse tal coisa como se tivesse acabado de engolir um sapo-boi, como se tivesse se rendido a uma força de ocupação, a de sua nova equipe econômica, mas ainda gritando “no pasarán!". (Págs. 1 e Mercado B3)

IGOR GIELOW
Presidente adota fala de um governo que está sob ataque. (Págs. 1 e Poder A5)
Discurso de posse é escapista e pouco confiável, segundo líderes da oposição (Págs. 1 e Poder A6)

Governadores assumem prevendo um 2015 difícil
Prevendo dificuldades econômicas neste ano, governadores tomaram posse com um discurso de austeridade e combate ao desperdício de recursos públicos.

No RJ, Luiz Fernando Pezão (PMDB) disse que cortará despesas operacionais. Em SP, Geraldo Alckmin (PSDB) defendeu “enfrentar a realidade”. (Págs. 1 e Poder A10 e A11)

Quatro maiores bancos ampliam concentração de crédito, diz BC
O fortalecimento de bancos públicos, fusões e o fechamento de instituições de médio porte levaram a um aumento da concentração do sistema bancário no país.

Estudo do Banco Central mostra que, antes da crise de 2008, a participação dos quatro maiores bancos em ativos, depósitos e crédito estava perto de 50°/o. Em 2014, em tomo de 70% —no total, há 132 instituições. (Págs. 1 e Mercado B1)

Vice dos EUA se reúne com Dilma e discute ajuda na relação com Cuba (Págs. 1 e Mundo A12)

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