Atualidades 09/02/015

O segredo da saúde da mente e do corpo está em não lamentar o passado, em não se afligir com o futuro e em não antecipar preocupações; mas está no viver sabiamente e seriamente o presente momento. (Sakyamuni).




O Globo
Manchete : Base teme piora na relação com o Congresso
Operador se entrega à PF
Agricultura : perda de R$ 20 bi com racionamento de água
George Vidor - Medo da multa
Editorial - Falsa moralização
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Zero Hora
Manchete : Mais 3 obras no RS citadas em esquema e propina
Pesquisa mostra Dilma, Alckmin e Haddad em baixa
Estradas que matam
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Brasil Econômico
Manchete : "Sem recuperar a competitividade estarão em risco conquistas recentes"
Petrobras - O peso da crise dentro de casa
Onda grega põe bancos na berlinda
Energia leva inflação para 1,24%
Janeiro registrou a maior alta mensal do IPCA dos últimos 13 anos. Para analistas, a conta de luz deve manter o indicador na casa de 1%. (Pág. 8)
Cenário não é nada promissor para Bolsa 
Mosaico Político - COMBUSTÍVEL PARA A CRISE
O mercado como ele é... - DILMA MAIS FORTE TAMBÉM NO BC
Ponto Final - PIOR CEGO É O QUE NÃO QUER VER
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Folha de S. Paulo
Manchete : Racionamento de água e luz tem apoio da maioria
Rejeição a partidos chega a 71% e bate recorde no país
Serviços são isca do Google para coletar dados pessoais
Entrevista da 2ª - Julian Assange
Julian Assange, fundador do WikiLeaks, afirma que é impossível manter a privacidade na internet. Segundo ele, o modelo de serviço do Google é uma armadilha para coletar dados pessoais. A empresa, diz, é aliada do governo dos EUA, com quem ele trava batalha jurídica devido à revelação de documentos sigilosos. (Pág. A12)
Ex-escravas de terroristas narram vida no cativeiro
Vinicius Mota  - Dilma Segunda caminha para a beira do abismo
Editoriais - Leia “Alta tensão”, sobre situação do setor elétrico brasileiro, e “Paradoxo imobiliário”, a respeito de subavaliação no aluguel de imóveis da União. (Opinião A2)
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09 de fevereiro de 2015
O Globo

Manchete : Base teme piora na relação com o Congresso
Avaliação de Dilma em queda dificulta aprovação de medidas

Mudanças nas regras do abono salarial e do seguro-desemprego são algumas propostas que correm o risco de serem barradas

A forte queda no índice de avaliação da presidente Dilma Rousseff tornará ainda mais difícil a aprovação de medidas de interesse do governo no Congresso. Diante do resultado da última pesquisa Datafolha em que o índice de aprovação do governo caiu de 42% para 23% em dois meses, líderes de partidos da base admitem que a relação do Executivo com o Parlamento tende a piorar, e por isso, correm risco medidas impopulares apresentadas no início deste segundo mandato, como as mudanças nas regras do seguro-desemprego e do abono salarial. Caciques do PT admitem que é preciso melhorar o diálogo com a sociedade, mas analistas preveem que o desencanto da população deve crescer. (Pág. 3)


Operador se entrega à PF
Foragido da Operação Lava-Jato, o consultor Mário Góes, acusado de ser um dos operadores do esquema, entregou-se ontem à Polícia Federal em Curitiba. (Pág. 4)
Agricultura : perda de R$ 20 bi com racionamento de água
A crise hídrica, que já atinge a agropecuária brasileira, pode piorar ainda mais se houver racionamento de água. Especialistas estimam em R$ 20 bilhões a queda da receita agrícola, caso haja um corte de 10% no fornecimento de água para a Região Sudeste. Entre as lavouras afetadas estão as de produtos que o país exporta: café, laranja e cana-de-açúcar. A agricultura é responsável por 70% do consumo de água no Brasil. (Pag. 15)

Ricardo Noblat
O confisco da verdade

Quem disse: "(A recente campanha eleitoral foi) a mais suja. Aquela em que nossos adversários utilizaram as piores armas para tentar nos derrotar. Tentaram fraudar a vontade política da maioria, usando todos os seus recursos de comunicação para manipular, distorcer e falsear"? Aécio Neves? Fernando Henrique Cardoso? Dilma? Lula? Claro, Lula, no aniversário de 35 anos do PT. Quem mais ousaria tanto? (Pág. 2)

George Vidor
Medo da multa

O seguro de altos executivos de estatais não cobre multas de órgãos como a CVM brasileira ou a SEC americana. (Pág. 16)

Editorial
Falsa moralização

TEMA EM DISCUSSÃO: Proibição do financiamento de campanhas por empresas

O nó não está nas doações de empresas, mas na falta de meios de controle sobre as finanças da vida pública. (Pág. 12)


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Zero Hora

Manchete : Mais 3 obras no RS citadas em esquema e propina
Planilha do ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco aponta cobrança de suborno de R$ 110,5 milhões de empresas com contratos envolvendo empreendimentos da estatal no Estado. (Notícias | 10 e 25)
Pesquisa mostra Dilma, Alckmin e Haddad em baixa
Datafolha registra desgaste na imagem dos três políticos. (Notícias | 8 e 10)
Estradas que matam
Imprudência de motoristas e pedestres, entre outros fatores, tornou as BRs 290 , 116 e 386 responsáveis por metade dos acidentes fatais em rodovias federais no RS em 2014. (Notícias | 6 e 7)
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Brasil Econômico

Manchete : "Sem recuperar a competitividade estarão em risco conquistas recentes"
O presidente da rede Riachuelo, Flávio Rocha, defende com unhas e dentes a necessidade de recuperação do espaço perdido pela indústria no Brasil, antes de se pensar na disputa pelo mercado internacional: “Só se fala em exportação, quando é mais fácil recuperar o que se perdeu aqui”. Ele ressalta que o varejo foi o grande propulsor da inclusão social na última década. Como assumido liberal, Rocha reclama do peso do Estado na economia e defende a privatização da Petrobras. (Págs. 4 a 7)
Petrobras - O peso da crise dentro de casa
A nomeação do ex-presidente do Banco do Brasil Aldemir Bendine para o comando da estatal desagradou o mercado e gerou apreensão entre os empregados da companhia, que torcem agora para a indicação de uma diretoria formada por quadros técnicos. (Pág. 3)
Onda grega põe bancos na berlinda
Inspirados na vitória da extrema esquerda na Grécia, os protestos contra a austeridade ganham fôlego. Na Irlanda, donos de imóveis hipotecados criam grupo de resistência. (Pág. 24)
Energia leva inflação para 1,24%
Janeiro registrou a maior alta mensal do IPCA dos últimos 13 anos. Para analistas, a conta de luz deve manter o indicador na casa de 1%. (Pág. 8)
Cenário não é nada promissor para Bolsa 
Dados econômicos ruins, risco de racionamento de energia e incertezas sobre Petrobras e seus fornecedores afetam os negócios no mercado de capitais, piorando as perspectivas. (Pág. 19)
Mosaico Político
Gilberto Nascimento

COMBUSTÍVEL PARA A CRISE

Para deputados que fazem parte da base governista, mas não são próximos ao PT, o principal argumento que pode, hoje, abalar a credibilidade do governo da presidenta Dilma Rousseff (PT) viria dos Estados Unidos. (Pág. 2)

O mercado como ele é...
Luiz Sérgio Guimarães

DILMA MAIS FORTE TAMBÉM NO BC

Se há, praticamente desde 26 de outubro, uma guerra surda entre Dilma Rousseff e os mercados financeiros em torno do controle da política econômica, a presidente reverteu o placar até então adverso e impôs uma goleada com as recentes mudanças de cargos feitas na sexta-feira. (Pág. 21)

Ponto Final
Octávio Costa

PIOR CEGO É O QUE NÃO QUER VER

(...)Pelo que se viu na festa dos 35 anos de fundação do PT, em Belo Horizonte, os petistas estão vivendo situação muito parecida com a dos jovens dos anos 70. Conseguem identificar os males que desgastam o partido, mas se mostram totalmente equivocados ao fazer o diagnóstico. (Pág. 32)

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Folha de S. Paulo

Manchete : Racionamento de água e luz tem apoio da maioria
Em SP, 60% querem rodízio; no país, 65% defendem restrição de energia já

A maioria dos brasileiros apoia um racionamento de energia elétrica, aponta pesquisa Datafolha, que mostra também, na Grande São Paulo, aval majoritário para o rodízio de água. Nos dois casos, a adesão é maior entre os mais escolarizados, os mais jovens e os mais ricos. No levantamento nacional, com 4.000 pessoas em 188 municípios, 65% dos entrevistados disseram apoiar a “adoção imediata” da restrição ao fornecimento de luz. Com o baixo nível dos reservatórios no país, o Ministério das Minas e Energia cogita recorrer à medida. Na região metropolitana de São Paulo, 60% das pessoas defendem o rodízio de água, opção que deve ser adotada pela gestão Alckmin (PSDB). Neste domingo (8), o nível do sistema Cantareira, que abastece 6,2 milhões de pessoas na Grande SP, era de apenas 5,7%. Para quase um terço dos entrevistados, o principal culpado pela crise na energia é o governo Dilma (PT). Em São Paulo, 37% veem o governo estadual como o maior responsável pela escassez de água. (Cotidiano D1)

Mônica Bergamo

SP já prepara estrutura para racionamento. (Ilustrada E2)

Rejeição a partidos chega a 71% e bate recorde no país
De cada dez brasileiros, sete afirmam não ter um partido político. É o recorde desde 1989, quando o Datafolha fez pela primeira vez a pergunta. No final do ano passado, eram seis em dez. Entre dezembro de 2014 e janeiro, a porcentagem dos que declararam ter o PT como legenda predileta caiu de 22% para 12%. A taxa dos que preferem o PSDB oscilou de 7% para 5%. (Poder A4)
Serviços são isca do Google para coletar dados pessoais
Entrevista da 2ª - Julian Assange

Julian Assange, fundador do WikiLeaks, afirma que é impossível manter a privacidade na internet. Segundo ele, o modelo de serviço do Google é uma armadilha para coletar dados pessoais. A empresa, diz, é aliada do governo dos EUA, com quem ele trava batalha jurídica devido à revelação de documentos sigilosos. (Pág. A12)

Ex-escravas de terroristas narram vida no cativeiro
Mais de 2.000 iraquianas, da minoria yazidi, são mantidas há seis meses como escravas sexuais, “esposas” ou servas do Estado Islâmico em Mossul (Iraque) e Raqqa ( Síria), relatam Patrícia Campos Mello e Fabio Braga. (Mundo a8)
Vinicius Mota
Dilma Segunda caminha para a beira do abismo

Dilma Segunda foi para a beira do precipício. Não entendeu que devia afastar a Petrobras da ingerência política. Com o mergulho na impopularidade, entenderá, agora, que a sua capacidade de exercer a Presidência está em questão? (Opinião A2)

Editoriais
Leia “Alta tensão”, sobre situação do setor elétrico brasileiro, e “Paradoxo imobiliário”, a respeito de subavaliação no aluguel de imóveis da União. (Opinião A2)
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