Atualidades 24/03/2015

“Somos o que pensamos. Tudo o que somos surge com nossos pensamentos. Com nossos pensamentos, fazemos o nosso mundo.”  Buda




O Globo
Manchete : Paes vai à Justiça contra Dilma para reduzir dívida
Com alta do dólar, mercado já estima inflação acima de 8%
TJ alivia caixa do Rio com R$ 6 bilhões do fundo judiciário
Tesoureiro do PT vira réu na Lava-Jato
‘Essa regulamentação é uma farsa’
CVM quer elevar multa máxima para empresas
Desde 2012, 13 prefeitos cassados
MEC atrasa verba para ensino integral
Turismo perde fôlego
Ilimar Franco - Aliados cobram exemplo do PT
Merval Pereira - O cerco se fecha
Míriam Leitão - A culpa pela crise
Editorial - O dirigismo estatal na crise dos estaleiros
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Zero Hora
Manchete : Homens de confiança do PT viram réus na Lava-jato
Mercado projeta inflação acima de 8%
Salário de março deve ser pago em dia
Mínimo regional - Tribunal mantém reajuste de 16% (Notícias | 11, 19 e 20)
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Brasil Econômico
Manchete : Só 20% das empresas adotam políticas anticorrupção
Crise política atrapalha reforma no BC
Obras de arte na lavanderia
Levy e Barbosa iniciam a negociação do ajuste 
OAB apela ao Supremo contra financiamento de campanha
Olhar do Planalto - O PODER DE LEVY
Relatório D.C. - RECAPITALIZAR A PETROBRAS
O mercado como ele é... - DÓLAR AFUNDA 4,6% EM DOIS DIAS
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Folha de S. Paulo
Manchete : Agência S&P mantém selo do Brasil de bom pagador
Justiça abre processo contra o tesoureiro do PT na Lava Jato
Economia vai ter retração de 1,7%, segundo indústria
Rio-2016 - 500 dias até elas
Interior e capital de SP abrem disputa por mais água do sistema Cantareira (Cotidiano C1)
Benjamin Steinbruch
Editoriais - Leia “Apagão de confiança”, sobre previsões de racionamento de energia, e “Exagero flagrante”, acerca de audiências de custódia em São Paulo. (Opinião A2)
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24 de março de 2015
O Globo

Manchete : Paes vai à Justiça contra Dilma para reduzir dívida
Decisão da presidente de adiar alívio de caixa abre crise com aliados

Ajuste fiscal faz governo protelar aplicação da lei que muda cálculo da dívida de prefeituras e estados

A decisão da presidente Dilma de adiar a negociação das dívidas de prefeituras e estados com a União abriu nova crise entre governo e aliados. A lei que altera o cálculo das dívidas foi aprovada ano passado, mas o Planalto decidiu retardar sua aplicação, em nome do ajuste fiscal. O prefeito do Rio, Eduardo Paes, entrou na Justiça para fazer valer a lei. Outros prefeitos e governadores devem fazer o mesmo. A situação mais delicada é a de São Paulo, administrada pelo petista Fernando Haddad. O governo estuda ainda elevar impostos de bebidas como uísque, vinho e vodca e cobrar IR de lucros de multinacionais no país. (Págs. 3 e 19)

Com alta do dólar, mercado já estima inflação acima de 8%
Indústria reajusta preço de eletrônicos. Em sinal de confiança, agência mantém nota de risco do país (Págs. 17 e 18)
TJ alivia caixa do Rio com R$ 6 bilhões do fundo judiciário
Empréstimo pagará a aposentados e pensionistas; déficit previdenciário até dezembro é de R$ 5 bi (Pág. 10)
Tesoureiro do PT vira réu na Lava-Jato
O tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, tornou-se ontem réu no processo que investiga os escândalos na Petrobras. Além dele, os ex-diretores da estatal Renato Duque e Paulo Roberto Costa, o ex-gerente Pedro Barusco, o doleiro Alberto Youssef e outras 24 pessoas responderão pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. (Pág. 6)
‘Essa regulamentação é uma farsa’
O advogado Modesto Carvalhosa critica a regulamentação da Lei Anticorrupção e defende sua anulação pelo MP . (Pág. 8)
CVM quer elevar multa máxima para empresas
Presidente da CVM, Leonardo Pereira cita Petrobras e Eike Batista para defender penas proporcionais aos danos causados por crimes no mercado de capitais. Limite hoje é de R$ 500 mil. (Pág. 20)
Desde 2012, 13 prefeitos cassados
Treze prefeitos do estado, eleitos em 2012, já foram cassados, a maioria por crimes eleitorais como distribuição de cestas básicas ou realização de laqueaduras — há casos até de jovens de 15 anos submetidas ao procedimento — em troca de votos. Desses, sete brigam na Justiça para voltar ao cargo. (Pág. 9)
MEC atrasa verba para ensino integral
Prefeitos e secretários de Educação dizem que o MEC atrasou repasses do programa Mais Educação, que busca ampliar o número de escolas em horário integral. O ministério nega. (Pág. 23)
Turismo perde fôlego
Após bom desempenho em 2014, a expansão do setor de turismo no Brasil este ano deve ser a 140ª maior, entre 184 países avaliados por organismo internacional. (Pág. 19)
Ilimar Franco
Aliados cobram exemplo do PT

Os ministros aliados cobraram, na reunião da coordenação de governo, que o PT assuma o ajuste fiscal. “O PT tem que apoiar para valer. Quando pedimos apoio aos nossos, eles dizem: nem o PT apoia”, resumiu um aliado. Para garantir o ajuste, o ministro Pepe Vargas recebeu a tarefa de mapear o voto de cada deputado. O Planalto teme surpresas e, por isso, não quer enfrentar a votação lastreado apenas no retrato feito pelos líderes. (Pág. 2)

Merval Pereira
O cerco se fecha

O juiz Sérgio Moro, responsável pelas ações judiciais da Operação Lava-Jato, tomou ontem medidas que podem ser decisivas para que novas provas surjam no processo do petrolão: aceitou a denúncia da Procuradoria da República contra o ex-diretor da Petrobras Renato Duque e o enviou para a cadeia do Complexo Médico-Penal em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. (Pág. 4)

Míriam Leitão
A culpa pela crise

Os jornais estão cheios de notícias sobre demissões que ocorrem em meio aos desdobramentos da Operação Lava-Jato. Muitos vão culpar a investigação em si, quando ela é a melhor chance que o país tem de mudar o ambiente de negócios no Brasil. Foram tomadas decisões temerárias na economia. Bancos, empresas e o governo assumiram riscos que não deveriam ter assumido. (Pág. 20)

Editorial
O dirigismo estatal na crise dos estaleiros

Os problemas, com a Sete Brasil no epicentro, repetem histórias antigas em que o Estado acha que tudo pode e, no final, os prejuízos terminam pagos pelo contribuinte (Pág. 14)

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Zero Hora

Manchete : Homens de confiança do PT viram réus na Lava-jato
Justiça acatou denúncia do Ministério Público Federal contra Renato Duque, João Vaccari Neto e outras 25 pessoas na 10ª fase da operação que investiga esquema de corrupção na Petrobras

O DIRETOR - INDICADO PELO PT NA PETROBRAS, DUQUE NEGOCIARIA PROPINA COM EMPREITEIRAS
O TESOUREIRO - RESPONSÁVEL PELA ARRECADAÇÃO NO PT , VACCARI RECEBERIA VALORES COMO DOAÇÕES

(Notícias | 8 e 9)

Mercado projeta inflação acima de 8%
Cenário negativo leva especialistas a esperar manutenção do ritmo da alta de juro em abril (Notícias | 16)
Salário de março deve ser pago em dia
Governo do Estado precisa convencer população de que a crise é grave, antes de atrasar pagamentos (Rosane de Oliveira | 5)
Mínimo regional - Tribunal mantém reajuste de 16% (Notícias | 11, 19 e 20)

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Brasil Econômico

Manchete : Só 20% das empresas adotam políticas anticorrupção
A regulamentação da Lei Anticorrupção deve acelerar a prática de prevenção a fraudes, mas pesquisa feita com 124 empresas que atuam no país mostra o pequeno percentual das companhias com política divulgada tanto para os funcionários quanto aos terceiros. Desde janeiro do ano passado, quando a Lei foi promulgada, as empresas passaram a ser responsabilizadas por atos de corrupção e fraude em contratos públicos. (Pág. 8)
Crise política atrapalha reforma no BC
O Banco Central precisa que o Senado aprove, o mais breve possível, a indicação de dois diretores que passarão a integrar o Copom. Mas diante da crescente insatisfação da base com a articulação política do governo e da queda da popularidade de Dilma, o Planalto avalia que são grandes as chances de os diretores terem o nome rejeitado pelo Congresso. (Pág. 5)
Obras de arte na lavanderia
A Operação Lava Jato já apreendeu 203 obras, o maior volume desde a quebra do Banco Santos. Segundo especialistas, a cultura de investigações sobre lavagem de dinheiro via arte ainda é pequena no país. (Págs. 6 e 7)
Levy e Barbosa iniciam a negociação do ajuste 
Reuniões são parte do esforço do governo para melhorar comunicação com partidos da base aliada, evitando atritos como o que resultou na rejeição da MP da desoneração da folha. (Pág. 3)
OAB apela ao Supremo contra financiamento de campanha
Coalizão pela reforma política terá encontro com Lewandowski para questionar tempo de julgamento da Adin. (Pág. 32)
Olhar do Planalto
José Negreiros

O PODER DE LEVY

O aval da Standard & Poor"s ao ajuste, por meio da manutenção do grau de investimento, transforma o ministro Joaquim Levy no principal canal de entendimento do Palácio do Planalto com o Congresso. Ele já tinha sido percebido pelos políticos como o interlocutor de maior credibilidade da equipe da presidente Dilma Rousseff. (Pág. 2)

Relatório D.C.
Rogerio Studart

RECAPITALIZAR A PETROBRAS

Acaba de ser publicado um importante relatório sobre a Petrobras. De autoria de Paulo Cesar Ribeiro Lima, o documento indica que a recapitalização da Petrobras pode ser, além de um grande negócio, de absoluto interesse do Brasil. (Pág. 9)

O mercado como ele é...
Luiz Sérgio Guimarães

DÓLAR AFUNDA 4,6% EM DOIS DIAS

O desabamento imposto ontem ao dólar pode ter preparado a disparada de hoje, dependendo das revelações cambiais que o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, fizer em depoimento na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, ou, o mais tardar, amanhã, quando a Câmara promete votar duas Medidas Provisórias (MPs) polêmicas, a 664, que muda as regras para o auxílio-doença e a pensão por morte, e a 665, que altera as normas para o seguro-desemprego e o abono salarial. (Pág. 22)

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Folha de S. Paulo

Manchete : Agência S&P mantém selo do Brasil de bom pagador
Avaliação é que ajuste fiscal passará no Congresso; governo comemora

A agência internacional de classificação de risco Standard & Poor’s manteve a nota de grau de investimento do Brasil, uma espécie de selo de bom pagador. Segundo comunicado, a nota continua a mesma — na última faixa antes de grau especulativo—, mas com perspectiva estável. A S&P disse que a decisão deve-se à expectativa de que a presidente Dilma manterá o apoio ao ajuste fiscal da equipe econômica e que as medidas serão aprovadas no Congresso. Para a agência, a credibilidade do governo será “gradualmente restaurada”. O anúncio é um alento para o Planalto. Desde a retirada pela Moody’s da nota da Petrobras em fevereiro, havia um temor de que a do país fosse reduzida. O corte levaria à saída de recursos, já que a avaliação serve de baliza para investimentos. A equipe econômica recebeu a notícia com alívio e certa de que ganhou um trunfo. A Fazenda considera que não precisará promover tantas concessões na negociação com congressistas. A nota da Sete Brasil, parceira da Petrobras no pré-sal, foi rebaixada para “calote seletivo”. (Mercado B1)

Justiça abre processo contra o tesoureiro do PT na Lava Jato
A Justiça Federal no Paraná aceitou a denúncia do Ministério Público Federal contra o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, o ex-diretor da Petrobras Renato Duque e 25 pessoas acusadas de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo obras da estatal. É o primeiro processo dos dois na Justiça Federal ligado à Operação Lava Jato. O juiz Sergio Moro disse que a tese de que Vaccari sabia que doações ao partido de 2008 a 2010 teriam origem criminosa “tem amparo” em depoimentos. Em nota o PT negou irregularidades, alegando que Vaccari virou tesoureiro em 2010. A abertura da ação, porém, eleva a pressão para sua saída do cargo. (Poder a4)
Economia vai ter retração de 1,7%, segundo indústria
Estudo da Fiesp (federação das indústrias de SP) prevê para 2015 uma retração de 1,7% da economia do país. O cenário é mais pessimista que o do governo, que calcula recuo de 0,5% a 1%. Entre os motivos, a Fiesp cita o “expressivo ajuste fiscal”, a crise na Petrobras e o aperto monetário feito pelo Banco Central, que reduz a oferta de crédito. (Mercado B4)
Rio-2016 - 500 dias até elas
País desafia falta de versatilidade para ser top 10 nas medalhas
Mesmo sem dar lucro, Olimpíada é bom negócio, diz organizador
Parque Olímpico, palco principal dos Jogos (Esportes)


Interior e capital de SP abrem disputa por mais água do sistema Cantareira (Cotidiano C1)

Benjamin Steinbruch
Para salvar o país, é preciso priorizar setor que produz

A campanha “Ouro para o bem do Brasil”, de 1964, arrecadou dinheiro, mas não salvou o Brasil. O país não pode ser salvo por iniciativas mirabolantes, como os movimentos digitais das redes sociais dos dias de hoje. Enquanto não se der prioridade ao setor que produz, vai-se andar em círculos. (Mercado B12)

Editoriais
Leia “Apagão de confiança”, sobre previsões de racionamento de energia, e “Exagero flagrante”, acerca de audiências de custódia em São Paulo. (Opinião A2)
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