Atualidades 08/04/2015


O Globo
Manchete : Acordo amplia regras para terceirizar trabalho
Dilma entrega articulação a Temer
Protestos acabam em confronto em Brasília
Famílias sofrem com inflação do essencial
PF apura propina na Fazenda
Mudança no IPEA - Novo discurso
Mediação de conflitos avança
PM admite que pode ter atingido menino
Ilimar Franco - O PT na TV
Merval Pereira - PMDB no comando
Míriam Leitão - Batendo cabeça
Editorial - Aumenta o custo do dirigismo na Petrobras
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Zero Hora
Manchete : Temer assume articulação política no lugar de Pepe
Após Eliseu Padilha recusar convite de Dilma, vice incorpora funções da Secretaria de Relações Institucionais, que será extinta. PMDB ganha força no governo. Petista gaúcho deve ir par a a pasta de Direitos Humanos. (Notícias | 5 e 8)
Confronto na Esplanada
Manifestação contra projeto que amplia contratação de terceirizados termina em briga em Brasília. Oito pessoas ficam feridas. Alteração nas regras deve ser votada hoje na Câmara (Notícias | 13)
Economia gaúcha ficou parada em 2014
Apesar de safra recorde por dois anos consecutivos, PIB do RS teve variação zero em relação a 2013. (Notícias | 6, 7, 15 e 17)
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Brasil Econômico
Manchete : Produção mineral cresce 10,9%, mas indústria demite
Temer assume articulação política
Minoritário da Eletrobras vai à CVM
Cuba livre da lista de terroristas
Contra a crise, mais acordos 
Olhar do Planalto - A VOLTA DO PMDB AO GOVERNO
O mercado como ele é... - ESPANTO COM HABILIDADE DE LEVY
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Folha de S. Paulo
Manchete : Após recusa, Dilma escala vice na articulação política
Presidente diz ser contra a redução da maioridade penal
Projeto muda e reduz obrigações de terceirizadas
Rock in Rio decide devolver R$ 4 mi aos cofres públicos
Protestos da CUT reúnem menos que o esperado; no DF, oito ficam feridos (Mercado B1)
Aliado de Maduro critica FHC por apoiar opositores - ENTREVISTA - Tarek William Saab
Bernardo Mello Franco - Solução pode se tornar armadilha para a petista
Editoriais - Leia “Nuclear e pacífico”, acerca de acordo entre Irã e potências globais, e “Investir na mudança”, sobre deterioração do ambiente de negócio no país. (Opinião A2)
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08 de abril de 2015
O Globo

Manchete : Acordo amplia regras para terceirizar trabalho
Projeto estende modalidade de contratação a todas as atividades

Analistas veem avanços. Impostos serão pagos por empresas que contratam as prestadoras de serviços

A Câmara deve aprovar hoje projeto que regulamenta a terceirização do trabalho e estende a possibilidade da contratação de prestadoras de serviços em todas as etapas da produção, inclusive nas atividades-fim das empresas. Analistas viram avanços no projeto, em tramitação há mais de dez anos, porque dará segurança de regras na contratação de trabalhadores. Para garantir a arrecadação de imposto s, o ministro Joaquim Levy fez acordo com líderes do Congresso e incluiu na proposta a determinação de que a empresa que contrata a firma prestadora de serviços fique responsável por recolher a contribuição previdenciária e demais tributos. (Págs. 19 e 20)
Dilma entrega articulação a Temer
PMDB ganha mais poder mesmo após Padilha recusar cargo; petista que perdeu o posto soube pela imprensa

Após série de desencontros, a presidente Dilma entregou ao vice Michel Temer (PMDB) a articulação política do governo com o Congresso. Dilma convidara o também peemedebista Eliseu Padilha para a Secretaria de Relações Institucionais, mas ele recusou o posto. Irritado ao saber pela imprensa, o titular do cargo, o petista Pepe Vargas, pediu demissão. E foi para o lugar de Ideli, também do PT, na Secretaria de Direitos Humanos. (Pág. 3)
Protestos acabam em confronto em Brasília
Entidades como CUT, MST e UNE fizeram protestos, com poucas adesões, contra o projeto da terceirização. Em Brasília, houve confronto com policiais em frente ao Congresso. O deputado Vicentinho (PT), que participava do ato, foi atingido por spray de pimenta. Lincoln Portela (PR) levou socos de manifestantes. Dois policiais ficaram feridos. Em 16 estados, os protestos reuniram 6 mil pessoas, segundo a PM, ou cerca de 14 mil, de acordo com organizadores. Presidente da Câmara, Eduardo Cunha ameaçou punir parlamentares que teriam incitado a violência. (Pág. 21)
Famílias sofrem com inflação do essencial
O início de 2015 foi o pior para o orçamento das famílias em 12 anos. O IBGE divulga hoje que a inflação no 1º trimestre ficou perto de 4%, com forte alta em tarifas e alimentos. A poupança sofreu saque recorde. (Pág. 24)
PF apura propina na Fazenda
Escutas telefônicas da Operação Zelotes, que investiga a venda de sentenças no conselho que julga multas da Receita, mostram que servidores do Ministério da Fazenda também teriam recebido propina. (Pág. 25)
Mudança no IPEA - Novo discurso
O sociólogo Jessé de Souza assumirá o Ipea. Ele contesta a tese de que há no Brasil uma “nova classe média”, como diz o PT. Para ele, há uma classe de “batalhadores”. (Pág. 23)
Mediação de conflitos avança
A Câmara aprovou projeto que institui a mediação de conflitos em processos judiciais no país, de brigas de vizinhos a disputas entre entes públicos. A proposta ainda precisa passar pelo Senado. (Pág. 8)
PM admite que pode ter atingido menino
Um policial da UPP do Alemão disse em depoimento à própria corporação que, pela sua localização na hora do crime, pode ter sido o autor do disparo que matou Eduardo de Jesus, de 10 anos, revela VERA ARAÚJO. O PM chegou a ser internado com surto psiquiátrico, e o caso é mantido em sigilo. Reocupado, o Alemão ontem ganhou cabine blindada. (Pág. 10)
Ilimar Franco
O PT na TV

A direção do PT confiscou as inserções regionais da sigla. Ela vai usar o horário eleitoral de abril e maio para defender o partido e o governo Dilma. O objetivo é resgatar a obra social do PT e vender a ideia de que seus governos colocaram mais gente na cadeia que outros por conta da corrupção. Os petistas querem, na telinha do programa de dez minutos de 5 de maio , a presidente Dilma e o ex-presidente Lula. (Pág. 2)
Merval Pereira
PMDB no comando

A engenhosa manobra de indicar o vice Michel Temer para fazer a coordenação política do governo no Congresso foi da presidente Dilma, mas foi ideia de Temer a extinção do ministério para agregar suas funções à Vice-Presidência. E o que poderia parecer à primeira vista um golpe de Dilma no PMDB, que recusar a coordenação, foi na verdade a consumação da hegemonia política do partido, que agora controla os três principais cargos do jogo político com os três primeiros na linha de sucessão presidencial. (Pág. 4)
Míriam Leitão
Batendo cabeça

O novo episódio político revela como a presidente Dilma é confusa na administração de crises. Primeiro, isolou o vice-presidente da República, agora se encaminha para entregar a ele a articulação política. Isso depois de ter convidado um ministro do PMDB para a função, ter desagradado o partido, provocado a demissão do ministro do PT e ouvido um “não” como resposta. Tudo isso em 24 horas. (Pág. 20)
Editorial
Aumenta o custo do dirigismo na Petrobras

Projetos decididos na base da ‘vontade política’ não apenas garantiram prejuízos futuros para a empresa, como se tornaram terreno propício à corrupção (Pág. 16)
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Zero Hora

Manchete : Temer assume articulação política no lugar de Pepe
Após Eliseu Padilha recusar convite de Dilma, vice incorpora funções da Secretaria de Relações Institucionais, que será extinta. PMDB ganha força no governo. Petista gaúcho deve ir par a a pasta de Direitos Humanos. (Notícias | 5 e 8)
Confronto na Esplanada
Manifestação contra projeto que amplia contratação de terceirizados termina em briga em Brasília. Oito pessoas ficam feridas. Alteração nas regras deve ser votada hoje na Câmara (Notícias | 13)
Economia gaúcha ficou parada em 2014
Apesar de safra recorde por dois anos consecutivos, PIB do RS teve variação zero em relação a 2013. (Notícias | 6, 7, 15 e 17)
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Brasil Econômico

Manchete : Produção mineral cresce 10,9%, mas indústria demite
O único setor que apresentou crescimento expressivo no primeiro bimestre tem acelerado os cortes de pessoal para garantir rentabilidade, diante da queda dos preços do minério de ferro no mercado internacional. A estratégia tem afetado principalmente municípios de Minas Gerais, maior produtor do país. Trabalhadores temem que a situação evolua para os mesmos níveis verificados após a crise de 2008. (Págs. 4, 5 e 7)
Temer assume articulação política
Após a recusa do ministro Eliseu Padilha, a presidenta Dilma Rousseff decidiu extinguir a Secretaria de Relações Institucionais. O vice-presidente, Michel Temer, tomará a tarefa da articulação para si. (Pág. 3)
Minoritário da Eletrobras vai à CVM
Pequenos acionistas questionam a gestão da empresa, que há três anos registra prejuízo. Eles querem garantir o pagamento dos dividendos com reservas de lucro, o que já foi feito pela estatal. (Págs. 18 e 19)
Cuba livre da lista de terroristas
Os Estados Unidos devem retirar nos próximos dias o país da relação de promotores do terrorismo. A saída abre caminhos para a ampliação do comércio internacional . (Pág. 29)
Contra a crise, mais acordos 
Indústria quer que governo repita com o Chile negociações para cooperação comercial feitas com países africanos. (Pág. 8)
Olhar do Planalto
José Negreiros

A VOLTA DO PMDB AO GOVERNO

A nomeação do vice-presidente Michel Temer para a coordenação política do governo significa que a presidente Dilma desistiu de brigar com o modelo parlamentarista que, na prática, se instalou no sistema político desde que Eduardo Cunha foi eleito presidente da Câmara dos Deputados e Renan Calheiros rebelou-se contra a tutela do Planalto sobre o Legislativo. (Pág. 2)
O mercado como ele é...
Luiz Sérgio Guimarães

ESPANTO COM HABILIDADE DE LEVY

Os mercados de câmbio e juros futuros operaram ontem travados, sem confiança para assumir um viés de baixa ou de alta mais consistente. Deixaram em segundo plano as preocupações econômicas e ficaram reféns da nebulosa agenda política. (Pág. 21)
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Folha de S. Paulo

Manchete : Após recusa, Dilma escala vice na articulação política
Michel Temer assume atribuição após outro peemedebista rejeitar convite

A presidente Dilma Rousseff passou para o seu vice, Michel Temer (PMDB-SP), as atribuições da articulação política do seu governo. Segundo assessores da petista, essa foi a solução para tentar atenuar divergências com peemedebistas no Congresso e acabar com a “confusão” criada pelo convite a Eliseu Padilha (PMDB-RS). O ministro da Secretaria da Aviação Civil recusou o cargo pela resistência dos presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), à sua nomeação. A dupla que controla o Congresso preferiu não ter um correligionário nessa função para continuar com liberdade e autonomia em relação ao governo Dilma. Elogiada publicamente, a escolha por Temer foi questionada reservadamente por colegas. Para eles, o vice não tem mais poder sobre a sigla e, por isso, terá dificuldades. A Secretaria de Relações Institucionais será extinta. Com isso, o governo passará a ter 38 ministérios. (Poder a4)
Presidente diz ser contra a redução da maioridade penal
A presidente Dilma assumiu posição pública contra a redução da maioridade penal, em discussão no Congresso. A decisão foi debatida com ministros petistas, que defenderam a posição. A atitude menos defensiva agrada à cúpula do PT. Já o vice Michel Temer foi a favor da neutralidade. (Poder a5)
Projeto muda e reduz obrigações de terceirizadas
O projeto de lei que amplia as terceirizações sofreu mudanças a pedido do governo. A responsabilidade por encargos trabalhistas fica com as empresas que terceirizam a mão de obra. O texto deve ser votado hoje (8) na Câmara. Caso seja aprovado, segue para o Senado. (Mercado b1)
Rock in Rio decide devolver R$ 4 mi aos cofres públicos
O Rock in Rio irá restituir ao Ministério da Cultura os R$ 4 milhões captados via Lei Rouanet para o evento. A decisão ocorre após a Folha revelar que o preço do ingresso foi elevado sem autorização prévia da pasta. Em nota, a organização alega não haver tempo para esperar o governo chancelar o aumento de R$ 260 para R$ 350. A venda geral começa amanhã (9). (Ilustrada e3)
Protestos da CUT reúnem menos que o esperado; no DF, oito ficam feridos (Mercado B1)

Aliado de Maduro critica FHC por apoiar opositores
ENTREVISTA - Tarek William Saab

Defensor do povo da Venezuela, mediador entre o poder público e o cidadão, Tarek William Saab disse que FHC viola a soberania do país ao defender opositores venezuelanos presos. Procurado, o ex-presidente brasileiro não comentou. (Mundo a9)

Bernardo Mello Franco
Solução pode se tornar armadilha para a petista

O arranjo embute riscos consideráveis para Dilma. Se Temer pacificar o Congresso, passará a lidar com a tentação diária de exercer o poder sem intermediários. (Opinião a2)
Editoriais
Leia “Nuclear e pacífico”, acerca de acordo entre Irã e potências globais, e “Investir na mudança”, sobre deterioração do ambiente de negócio no país. (Opinião A2)
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