Atualidades 14/09/2015

“It [enlightenment] has not come to you by means of teaching! And thus is my thought, oh exalted one,-nobody will obtain salvation by means of teachings! (character of Siddhartha, speaking to the Buddha)”  ― Hermann Hesse, Siddhartha


O Globo
Dilma determina corte de R$ 20 bi nas despesas
Crise no país afeta América Latina (Pág. 17)
Arrecadação cai com greve de auditores (Pág. 18)
Apreensões de fuzis sobem 31,5%
Ancelmo Gois: Detenções no Rio
Crise hídrica: São Francisco em seca histórica
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O Estado de S. Paulo
Dilma amplia corte, mas só vai zerar déficit com imposto
‘Pauta-bomba’ de R$ 283 bi
‘É obrigatório enfrentar a incerteza’, afirma Levy
Entrevista: João Carlos Brega, presidente da Whirlpool América Latina
Lei oficializa doação oculta de campanha política
Bogotá acusa Caracas de violar espaço aéreo (Internacional A9)
Caderneta de poupança perde da inflação (Economia B8)
O preço da doação eleitoral
Dilma, pedalada e eleição
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Zero Hora
Dilma corta despesas e reage a impeachment
Segurança pública: Brigada tem menor efetivo em 33 anos (Págs. 8 e 9)
Senegalês é atacado no RS
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Folha de S. Paulo
Dilma projeta fazer cortes de mais de R$ 22 bilhões
PSDB discute seu papel em eventual governo Temer
Mesmo em crise, USP se mantém em 1°
Unifesp tem a pior queda entre as primeiras (Pág.13)
Moda desbanca filosofia e estreia no ranking (Pág.28)
Ex-secretário de Lula aborda em livro a gênese do mensalão (Ilustrada C1)
Gregorio Duvivier - A maconha já está descriminalizada; a pobreza é que não
Entrevista da 2ª: Ricardo Montezuma - Prioridade deve ser dos pedestres, não de ciclistas
EDITORIAIS - Leia “Operação de guerra”, a respeito de deterioração financeira da Petrobras, e “Problema mundial”, acerca de crise envolvendo refugiados. (Opinião A2)
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14 de setembro de 2015
O Globo

Dilma determina corte de R$ 20 bi nas despesas
Fazenda e Planejamento divergem sobre congelamento de salários de servidores

Proposta de reajuste zero, que economizaria R$ 15 bi, é uma das dez sugestões do Ministério da Fazenda para reduzir gastos

Após um fim de semana de reuniões com ministros para discutir formas de cobrir o déficit de R$ 30,5 bilhões no Orçamento de 2016, a presidente Dilma determinou uma redução de R$ 20 bilhões nas contas do governo, preservando os programas sociais de novos cortes. Há, porém, divergência quanto a uma das 10 propostas apresentadas pelo ministro da Fazenda. Joaquim Levy defende reajuste zero para os servidores, o que geraria economia de R$ 15 bilhões, mas o Ministério do Planejamento é contra. Entre outras sugestões, estão a volta da CPMF e mudanças na cobrança de outros impostos. (Pág. 3)
Crise no país afeta América Latina (Pág. 17)

Arrecadação cai com greve de auditores (Pág. 18)

Apreensões de fuzis sobem 31,5%
O número de fuzis apreendidos de janeiro a agosto deste ano no Rio pela PM cresceu 31,5% em relação a 2014. Especialistas criticam a falta de fiscalização nas fronteiras e as falhas de investigação, que facilitam a entrada de armas. (Pág. 6)
Ancelmo Gois: Detenções no Rio
Mais de 50% das prisões em flagrante são ilegais. (Pág. 10)
Crise hídrica: São Francisco em seca histórica
A seca do Rio São Francisco já dura dois anos e é a mais grave do último século. No Norte de Minas Gerais, um dos cinco estados que estão em sua trajetória, já é possível cruzar o leito a pé, informa André Miranda. (Pág. 4)
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O Estado de S. Paulo

Dilma amplia corte, mas só vai zerar déficit com imposto
Meta de redução de gasto sobe de R$ 15 bilhões para R$ 20 bilhões; ideia de congelar salário de servidor é descartada

Em nova rodada de reuniões, a presidente Dilma Rousseff decidiu ontem elevar de R$ 15 bilhões para até R$ 20 bilhões a meta de redução de gastos. Mais adiante, o plano é aumentar alíquotas de impostos já existentes para zerar o déficit de R$ 30,5 bilhões previsto no Orçamento de 2016. Esse arranjo abriria caminho no Congresso para negociar a criação de tributos e atingir superávit primário de 0,7% do PIB. Durante as discussões no fim de semana, a equipe econômica chegou a sugerir o congelamento dos salários dos servidores. Por ora, a ideia não será levada adiante. Na reunião de ontem, com Joaquim Levy (Fazenda), Nelson Barbosa (Planejamento) e Aloizio Mercadante (Casa Civil), Dilma descartou a ideia de “zerar” o déficit só com os cortes de gastos porque “pararia a máquina pública”. Por isso, o governo insistirá na elevação de alíquotas e na recriação de impostos, no valor estimado de até R$ 10 bilhões. (Política A4)
‘Pauta-bomba’ de R$ 283 bi
Formada por 19 projetos em tramitação no Congresso, a “pauta-bomba” pode impactar as contas públicas em ao menos R$ 283,8 bilhões em cinco anos, contando aumento de despesas e perda de receita. (Pág. A5)
‘É obrigatório enfrentar a incerteza’, afirma Levy
Em artigo para o Estado, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, diz que é preciso enfrentar a incerteza que afeta a disposição das empresas em investir. Para Levy, o País precisa de reformas que assegurem a sustentabilidade das contas públicas a longo prazo, a começar pela discussão do Orçamento de 2016. “Sabemos para onde queremos ir”, diz. “Esse caminho só se realizará com segurança fiscal.” (Economia B4)
Entrevista: João Carlos Brega, presidente da Whirlpool América Latina
‘Não tem espaço para aumentar tributo’

Para executivo, Brasil vive crise de credibilidade e saída não é aumentar imposto. “Como qualquer empresa, o ajuste tem de ser pela despesa. Não tem milagre, a equação de impostos chegou ao limite.” Ele lembra que a carga fiscal é de quase 40% do PIB e, se o tributo subir, a receita cairá. Em vez de imposto provisório, defende “redução de despesa provisória”. (Economia B1 e B3)
Lei oficializa doação oculta de campanha política
A reforma política aprovada na Câmara prevê que todo financiamento empresarial de campanha seja feito por meio de doações ocultas. Pela nova regra, é impossível estabelecer vínculo entre empresas que doam e políticos financiados por elas. (Política A7)
Bogotá acusa Caracas de violar espaço aéreo (Internacional A9)

Caderneta de poupança perde da inflação (Economia B8)

O preço da doação eleitoral
Empresa não vota e, portanto, não deve influenciar quem detém o direito ao voto. (Pág. A3)
Dilma, pedalada e eleição
Somente depois das eleições, o eleitor foi informado de que havia um déficit previsto de R$ 20 bi. (Pág. A3)
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Zero Hora

Dilma corta despesas e reage a impeachment
Em resposta à perda do selo de bom pagador, governo planeja reduzir ao menos R$ 20 bilhões nos gastos. Em outra frente, monta tática para barrar pedidos de impedimento da presidente que aguardam análise na Câmara. (Págs. 10, 12, 13, 25, 26 e 27)
Segurança pública: Brigada tem menor efetivo em 33 anos (Págs. 8 e 9)

Senegalês é atacado no RS
Ele sofreu queimaduras quando dormia na rua, no centro de Santa Maria. (Págs. 16 e 17)
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Folha de S. Paulo

Dilma projeta fazer cortes de mais de R$ 22 bilhões
Anúncio será feito hoje, e programas sociais também poderão ser atingidos

A presidente Dilma Rousseff (PT) prepara um corte superior a R$ 22 bilhões nas despesas do governo federal como forma de evitar o agravamento da crise econômica.

Programas sociais também devem ser atingidos pela redução proposta.

O anúncio, que será feito nesta segunda-feira (14), é a primeira resposta do Palácio do Planalto às cobranças do mercado financeiro por ter enviado ao Congresso um Orçamento com deficit de R$ 30,5 bilhões para2016.

Segundo a Folha apurou, o governo também vai propor aumento de impostos e redução de subsídios e isenções fiscais. A proposta foi definida após reuniões com ministros no fim de semana.

Neste primeiro anúncio, a União venderá terrenos e imóveis, fará leilão de apartamentos funcionais, revisará contratos, diminuirá secretarias, diretorias e cargos comissionados. No último dia 9, a agência Standard &Poor's tirou o selo de bom pagador do país, agravando a crise. (Poder A5)
PSDB discute seu papel em eventual governo Temer
Com o agravamento da crise no governo, aliados de Michel Temer (PMDB) intensificaram os contatos com a oposição, e o PSDB já discute que papel exercer caso Dilma saia e o vice assuma.

O partido vê necessidade de um pacto para dar sustentação no Congresso à nova gestão, com a contrapartida de Temer não tentar a reeleição, e se divide em relação a ocupar ministérios. (Poder A4)
Mesmo em crise, USP se mantém em 1°
A USP ampliou sua liderança no Ranking Universitário Folha, a mais extensa avaliação da qualidade de instituições de ensino superior do país, que chega neste ano à4a edição. Ainda na graduação, faculdades particulares ultrapassaram universidades públicas em alguns cursos. (Caderno especial)
Unifesp tem a pior queda entre as primeiras (Pág.13)

Moda desbanca filosofia e estreia no ranking (Pág.28)

Ex-secretário de Lula aborda em livro a gênese do mensalão (Ilustrada C1)

Gregorio Duvivier
A maconha já está descriminalizada; a pobreza é que não

Na luta pela descriminalização, postei uma selfe com um baseado apagado. Por que não vou preso? Cadê a polícia aqui na porta? Cadê meu esculacho? Quando você sair do armário, verá que a maconha já está descriminalizada. O que continua criminalizada é a pobreza. (Ilustrada C5)
Entrevista da 2ª: Ricardo Montezuma
Prioridade deve ser dos pedestres, não de ciclistas

O urbanista colombiano Ricardo Montezuma defende as ciclovias, mas diz que uma boa política pública para a bicicleta deveria começar com condições para pedestres, que devem ter prioridade sobre os veículos, inclusive as bikes. (Pág. A12)
EDITORIAIS
Leia “Operação de guerra”, a respeito de deterioração financeira da Petrobras, e “Problema mundial”, acerca de crise envolvendo refugiados. (Opinião A2)
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