Atualidades 16/09/2015

Não acredite em tudo que ouvires! Há mentiras que sempre serão ditas, e verdades que jamais serão pronunciadas...



O Globo
Manchete : Em reunião com Dilma, aliados criticam pacote
CPMF elevará carga tributária
Moody’s elogia inclusão de meta de superávit (Pág. 26)
Dilma: governo impedirá atos não democráticos (Pág. 7)
Dirceu, Vaccari e mais 13 viram réus
Ministro do TCU se diz ameaçado
Argentina terá de divulgar pobreza
Merval Pereira - Se for derrotada, Dilma terá dado um passo rumo ao abismo (Pág. 4)
Zuenir Ventura - País precisa buscar diálogo para sair da crise (Pág. 21)
Roberto DaMatta - Lula vai de mago a bruxo ao reagir à nota da S&P (Pág. 21)
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O Estado de S. Paulo
Manchete : Base rejeita pacote; Cunha diz que CPMF fica para 2016
Dirceu e mais 14 acusados viram réus na Lava Jato
Dilma ataca atitudes 'não democráticas' 
BNDES venderá ações para reforçar caixa 
Experiência do aluno vai guiar currículo escolar 
Supremo aceita denúncia contra Maluf (Política/Pág. A10)
Raúl Castro discursará pela 1a. vez na ONU (Internacional/Pág. A12)
Roberto DaMatta - De mago a bruxo
Notas&Informações -  Um beco sem saída - É difícil crer que o governo consiga aprovação do Congresso para seu plano de combate à crise. (Pág. A3)
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Zero Hora
Manchete : Aliados criticam pacote que propõe nova CPMF
Com tumulto, sem votação
Ex-ministro José Dirceu e mais 14 viram réus
Municípios - Fraude em 40 concursos é investigada pelo MP (Notícias | 14)
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Folha de S. Paulo
Manchete : Base se nega a dar apoio a pacote fiscal, e Dilma recua
Oposição pede a Cunha para definir rito do impeachment
Indústria projeta até 1,6 milhão de demissões no ano
Condenado há 3 anos, Dirceu agora se torna réu na Lava Jato
Haddad aumenta em 44 % despesa com bolsa-aluguel
Hélio Schwartsman - Burocracia e má formação geram apartheid da dor
Editoriais - Leia “Muito pouco”, acerca de pacote do governo para reequilibrar o Orçamento, e “Estímulo indefensável”, sobre regalias de magistrados do Rio. (Opinião A2)
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16 de setembro de 2015
O Globo

Manchete : Em reunião com Dilma, aliados criticam pacote
Líderes governistas resistem à volta da CPMF e a adiar reajuste de servidor

Presidente da Câmara, Cunha diz que proposta de novo imposto sobre movimentações financeiras só deve ser votada no ano que vem e é ‘insuportável’; parlamentares também reagem a uso de emendas para Saúde e PAC

Empenhada em convencer o Congresso a aprovar o pacote de cortes de despesas e aumento de impostos, com a volta da CPMF, a presidente Dilma ouviu ontem dos líderes aliados que enfrentará dificuldades tanto na Câmara como no Senado. Além da resistência à recriação da CPMF, governistas reclamaram do adiamento do reajuste dos servidores e das propostas de usar emendas parlamentares para financiar projetos na Saúde e no PAC. Dilma anunciou que a reforma ministerial será divulgada até a próxima quarta-feira. (Págs. 3 a 6)
CPMF elevará carga tributária
O ministro Levy disse que a CPMF é “pequenininha” e não afetará a inflação. Mas analistas preveem impacto nos preços e carga tributária maior. (Págs. 23 a 25)
Moody’s elogia inclusão de meta de superávit (Pág. 26)

Dilma: governo impedirá atos não democráticos (Pág. 7)

Dirceu, Vaccari e mais 13 viram réus
A Justiça no Paraná aceitou denúncia contra o ex-ministro José Dirceu, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto e mais 13 acusados por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Em delação, o dono da UTC, Ricardo Pessoa, disse que pagava parte da propina do PT diretamente a Dirceu. (Pág. 8)
Ministro do TCU se diz ameaçado
O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Augusto Nardes disse que foi ameaçado por e-mail. Ele pediu reforço na segurança. (Pág. 8)
Argentina terá de divulgar pobreza
A Justiça determinou que o governo argentino divulgue as taxas de pobreza, sigilosas desde abril, e as bases de cálculo da inflação. (Pág. 31)
Merval Pereira
Se for derrotada, Dilma terá dado um passo rumo ao abismo (Pág. 4)
Zuenir Ventura
País precisa buscar diálogo para sair da crise (Pág. 21)
Roberto DaMatta
Lula vai de mago a bruxo ao reagir à nota da S&P (Pág. 21)
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O Estado de S. Paulo

Manchete : Base rejeita pacote; Cunha diz que CPMF fica para 2016
Presidente da Câmara diz ser impossível votar tributo ainda neste ano; corte de emenda é foco de rejeição

A presidente Dilma Rousseff buscou apoio ontem na base aliada para levar adiante no Congresso a recriação da CPMF, mas tanto líderes aliados quanto de oposição criticaram o pacote do Executivo. Segundo o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, será "impossível" votar ainda neste ano o novo tributo, que ele chamou de "insuportável". Um dos focos da rejeição foi o fato de o Planalto tentar "engessar" emendas parlamentares. O governo quer que deputados e senadores destinem à Saúde e a obras do PAC recursos que usam para irrigar suas bases eleitorais. Dilma comandou duas reuniões com parlamentares no Planalto. Os encontros foram tensos e tiveram até bate-boca com o ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Das 17 medidas anunciadas pelo governo para zerar o déficit orçamentário para 2016, apenas uma não precisa passar pelo Congresso. (Política / Pág. A4)

Resistência a pacote faz dólar subir

Sinais de que o Congresso não vai facilitar a aprovação do pacote fizeram o mercado ser cauteloso. O dólar subiu 0,97% e fechou em R$ 3,856. Para especialistas, parte da economia prevista é inconsistente. (Economia / Págs. B1 e B3)

Análises

Dora Kramer - O vice no exercício

Temer exerce o papel de chefe da Nação aos olhos de quem importa: empresariado, políticos e população (Pág. A6)

Eliane Cantanhêde - Última tacada

Dilma não conquistou novos apoios e pode perder os velhos. Tem chance de virar unanimidade, do contra (Pág. A8)
Dirceu e mais 14 acusados viram réus na Lava Jato
O juiz Sérgio Moro recebeu denúncia da Procuradoria da República contra José Dirceu e outros 14 acusados de envolvimento com o esquema de corrupção na Petrobrás. Dirceu volta a ser réu em um processo criminal quase três anos após ser condenado pelo STF no mensalão. O ex-ministro, que está preso em Curitiba desde o início de agosto, vai responder por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Além de Dirceu, passaram à condição de réus o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto - que também cumpre prisão preventiva - e outros 13 alvos da Operação Lava Jato. Foram incluídos no processo Roberto Marques, o Bob, apontado como braço direito do ex-ministro, e Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, irmão e ex-sócio de Dirceu na JD Assessoria e Consultoria, empresa pela qual o petista teria recebido propinas do esquema de corrupção. (Política / Pág. A9)

Empreiteiro se diz 'envergonhado'

O dono da UTC, Ricardo Pessoa, disse à CPI da Petrobrás que se sente envergonhado, mas que "aceitou o jogo" por temer ficar fora de contratos. (Pág. A9)
Dilma ataca atitudes 'não democráticas' 
A presidente Dilma Rousseff disse que fará tudo para impedir que "processos não democráticos cresçam e se fortaleçam". Sem falar em impeachment, ela afirmou que "o Brasil a duras penas conquistou uma democracia". (Política / Pág. A8)
BNDES venderá ações para reforçar caixa 
Empresa do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, a BNDESPar espera lucrar até R$ 2 bilhões neste semestre com a venda pulverizada na Bolsa de ações de companhias como Fibria, Suzano e JBS. (Economia / Pág. B13)
Experiência do aluno vai guiar currículo escolar 
A versão prévia do currículo nacional único para o ensino básico será apresentada hoje pelo MEC. Os objetivos de aprendizagem serão divididos segundo o contexto de experiências do aluno - de abordagem mais lúdica até conceitos mais abstratos. (Metrópole / Pág. A17)
Supremo aceita denúncia contra Maluf (Política/Pág. A10)

Raúl Castro discursará pela 1a. vez na ONU (Internacional/Pág. A12)

Roberto DaMatta
De mago a bruxo

Como confiar num sujeito capaz de transformar a magia da seriedade num nada? O governo Lula e Dilma jogou a autoestima do Brasil no lixo (Caderno2/Pág. C8)
Notas&Informações
Um beco sem saída - É difícil crer que o governo consiga aprovação do Congresso para seu plano de combate à crise. (Pág. A3)

Desgoverno em pacote - Nenhum benefício de longo alcance resultará de mais um péssimo pacote patrocinado pela presidente. (Pág. A3)
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Zero Hora

Manchete : Aliados criticam pacote que propõe nova CPMF
Dilma reúne-se com parlamentares, mas não consegue apoio a medidas de ajuste. Presidente da Câmara avalia ser “impossível” votação de tributo ainda neste ano. ( 8 e 9, 19 a 21)
Com tumulto, sem votação
Por mais de sete horas, servidores bloquearam acessos à Assembleia, impedindo que propostas do governo fossem apreciadas

ROSANE DE OLIVEIRA - CEDO OU TARDE, PROJETOS TERÃO DE SER VOTADOS

DAVID COIMBRA - CADA UM PENSA SÓ EM SI MESMO, NA SUA CAUSA

VISÕES DO RIO GRANDE - EM ARTIGO , SIMON DIZ QUE A DÍVIDA DO RS JÁ FOI PAGA

( 10 e 12, 20, 21 e 39)
Ex-ministro José Dirceu e mais 14 viram réus
Acusados são alvo da Operação Pixuleco, desdobramento da Lava-Jato, por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa
Municípios - Fraude em 40 concursos é investigada pelo MP (Notícias | 14)

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Folha de S. Paulo

Manchete : Base se nega a dar apoio a pacote fiscal, e Dilma recua
Nova CPMF e corte em emendas geram reação negativa

No dia seguinte ao anúncio do novo pacote fiscal, Dilma Rousseff reuniu-se com congressistas aliados para convencê-los a aprová-lo, mas não teve sucesso. A base da presidente criticou a ideia de recriar a CPMF e discorda da perda da autonomia de deputados e senadores na destinação de emendas para obras em seus redutos eleitorais. Efeito da reação negativa, Dilma disse que “o governo não aprova a CPMF, quem aprova é o Congresso”. Para tentar reinstituir o tributo, o Planalto está disposto a reduzir a sua vigência de quatro para dois anos. Além disso, o Planejamento sinalizou que o governo recuará na proposta de usar as emendas parlamentares para cobrir o corte de R$ 3,8 bilhões em obras de infraestrutura. O tom conciliador deve-se à necessidade de apoio no Congresso, de cuja aprovação dependem 15 das 16 medidas propostas pelo governo para o ajuste. (Poder a4)
Oposição pede a Cunha para definir rito do impeachment
A oposição pediu ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-R J), que se pronuncie sobre qual rito irá adotar na análise dos pedidos de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). O pedido tem por fim reforçar o caráter coletivo da iniciativa e evitar que o peemedebista seja responsabilizado isoladamente. (Poder a8)
Indústria projeta até 1,6 milhão de demissões no ano
O Brasil fechará de 1,2 milhão a 1,6 milhão de empregos com carteira assinada neste ano. É o que aponta um estudo da Federação das Indústrias do Rio. Em julho, o país alcançou 780 mil postos formais extintos em 12 meses, um recorde. (Mercado a13)
Condenado há 3 anos, Dirceu agora se torna réu na Lava Jato
Três anos após ser condenado no mensalão, o ex-ministro José Dirceu será de novo réu em uma ação penal. O juiz Sergio Moro aceitou denúncia do Ministério Público Federal contra o petista e14 pessoas suspeitas de envolvimento no petrolão. Dirceu é acusado dos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Seu advogado, Roberto Podval, disse que prepara a defesa. (Poder a9)
Haddad aumenta em 44 % despesa com bolsa-aluguel
A gestão Haddad (PT), que entregou só 8.072 das 55 mil moradias prometidas para até 2016, elevou em 44% o gasto com bolsa-aluguel a desabrigados. A política levou ao encarecimento dos aluguéis na periferia. A Prefeitura de São Paulo diz aguardar verbas federais para construir casas. (Cotidiano b1)
Hélio Schwartsman
Burocracia e má formação geram apartheid da dor

No país, a diferença na distribuição de analgésicos criou um apartheid da dor. O problema é uma mistura de má formação dos médicos, que estudam superficialmente cuidados paliativos, com burocracia paranoica. (Opinião a2)
Editoriais
Leia “Muito pouco”, acerca de pacote do governo para reequilibrar o Orçamento, e “Estímulo indefensável”, sobre regalias de magistrados do Rio. (Opinião A2)
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