Atualidades 20 de janeiro de 2016

Tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado. Roberto Shinyashiki

O Globo
Manchete : Como dirigente da Caixa, ex-ministro atuou pela OAS
BC dá sinais contraditórios sobre juros
Rio fará devassa em benefícios de tribunais
Governo Dilma dará milhões para clubes (Pág. 34)
‘Aedes’ avança no Rio - Casos de dengue aumentam 202%
Cresce rejeição a mais impostos
Morte de Campos - FAB: erro de piloto derrubou avião
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O Estado de S. Paulo
Manchete : BC muda discurso sobre juros e agrada ao Planalto
PIB do Brasil afeta previsão do FMI para crescimento global
Sob ataque, Moro critica advogados de empreiteiros
Jato de Campos caiu por falha dos pilotos
Ato do MPL ganha reforço de alunos que ocuparam escolas
Cidades de SP têm epidemia de dengue
Samarco tem mais 15 dias para pagar R$ 2 bi (Metrópole/A13)
Oposição avalia decreto de Maduro
Jim Wyss
Notas&Informações - A união dos poderosos - Faz sentido que petistas se empenhem em desmontar ações da Operação Lava Jato. (A3) O FMI e o Brasil da propina - A corrupção brasileira é destaque no cenário da economia global – realização da administração petista. (A3)
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Folha de S. Paulo
Manchete : Previsões sobre alta de juros mudam após nota deTombini
Petros veta plano para recuperar empresa de sondas
Investigação sobre morte de Campos aponta falha dos pilotos
Foto-legenda : Espera - Temendo ação de ‘black blocs’, shopping em SP fecha as portas durante ato contra alta da tarifa de transporte; duas pessoas foram detidas (Cotidiano B13)
Em despacho, Moro diz que Lava Jato é ‘marcha para frente’ (Poder A6)
Análise confirma que o vírus zika tem capacidade de cruzar a placenta (Ciência B4)
OAB e indústrias atacam Dilma contra elevação de impostos (Poder A7)
Vinícius Torres Freire - Pretexto usado para a mudança de rota é bisonho
Ao avisar por onde e em que ritmo vai, o BC evita acidentes e, se tem crédito, até faz seu trabalho com menos custo (menos juros). Dizia até anteontem que estava indo por um caminho. Ontem, sugeriu que talvez não vá, com pretexto bisonho. (Mercado A18)
Alexandre Schwartsman
Estratégia do BC o pôs em ratoeira da qual não sabe sair

Incapaz de se comprometer com a queda rápida da inflação, só resta ao Banco Central continuar com a estratégia gradualista. Isso torna o combate mais difícil hoje do que era no passado. O BC se colocou na ratoeira e não faz ideia de como fazer para escapar dela. (Mercado A20)

Editoriais
Leia “BC emparedado”, a respeito de dilemas da política de juros, e “Marina, a esfinge”, acerca de declarações da ex-ministra do Meio Ambiente. (Opinião A2)
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20 de janeiro de 2016
O Globo

Manchete : Como dirigente da Caixa, ex-ministro atuou pela OAS
Em outra frente, Geddel Vieira Lima cobrava doações, revelam mensagens

Peemedebista nega irregularidades e diz que ‘fazia com todos’ os grandes empresários

Mensagens em poder da Lava-Jato revelam que Geddel Vieira Lima (PMDB), ministro no governo Lula e um dos vice-presidentes da Caixa na primeira gestão Dilma, atuou em diversas frentes para atender a interesses da empreiteira OAS em negócios públicos, relata VINICIUS SASSINE. E cobrava do então presidente da empresa, Léo Pinheiro, recursos para campanha eleitoral. Na Caixa, trabalhou para liberar repasses para a OAS. Pinheiro agradeceu: “Amigo, acabou de entrar o recurso da CEF na conta. Um abraço e muito obrigado.” Geddel admitiu ter atendido a pedidos, mas disse ter sido “às claras”. “Era um grande empresário. Fazia com todos.” (Pág. 3)

‘Agora, estou liberado’

Preso, o senador Delcídio se diz indignado com o PT e com o ex-presidente Lula, que, alega, o abandonaram, relata EVANDRO ÉBOLI. (Pág. 4)

Merval Pereira - Denúncias tiram de Renan as condições políticas para derrotar Temer e comandar o PMDB (Pág. 4)

Elio Gaspari - Marina reapresenta a confusão retórica que contribuiu para a sua derrota (Pág. 20)

BC dá sinais contraditórios sobre juros
Comentário de Tombini sobre projeções pessimistas do FMI para o Brasil leva mercado a rever alta da Selic

O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, abandonou ontem a tradição de silêncio durante os dias de reunião do Copom e afirmou que serão levadas em conta na definição da taxa Selic as projeções do FMI para a economia brasileira, de queda de 3,5% este ano e estagnação em 2017. Para o mercado, o comentário foi na contramão do discurso da diretoria do BC. Agora, em vez de alta de 0,5 ponto percentual, analistas esperam 0,25 ou mesmo manutenção dos juros hoje. (Págs. 23 a 25)

Míriam Leitão - BC muda de opinião em dia de encontro do Copom (Pág. 24)

Rio fará devassa em benefícios de tribunais
Em crise financeira, o governo Pezão vai propor uma Lei de Responsabilidade do estado que inclui, além de cortes de gastos, uma devassa nas aposentadorias da Alerj, do Ministério Público e dos tribunais de Contas e de Justiça. O estado espera economizar R$ 450 milhões em benefícios que seriam pagos indevidamente. No Executivo já houve cortes, segundo o governador. (Pág. 12)
Governo Dilma dará milhões para clubes (Pág. 34)

‘Aedes’ avança no Rio - Casos de dengue aumentam 202%
Os casos suspeitos de dengue no Estado do Rio dispararam em uma semana. De acordo com boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde, o total passou de 661 para 2.002, um aumento de 202%. Na capital, já foram 283 casos. (Pág. 13)
Cresce rejeição a mais impostos
Entidades de representação nacional, como a OAB e as confederações das indústrias e do transporte, disseram que “falta legitimidade” à presidente Dilma para propor aumento de impostos por ter se esquivado do tema na campanha. (Pág. 5)
Morte de Campos - FAB: erro de piloto derrubou avião
A FAB concluiu que erros dos pilotos e fatores como cansaço e mau tempo foram algumas das causas da queda do avião que matou Eduardo Campos, candidato a presidente em 2014. A família contesta. (Pág. 6)
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O Estado de S. Paulo

Manchete : BC muda discurso sobre juros e agrada ao Planalto
Analistas revisam aposta na alta da Selic após nota de Tombini; governo e PT pressionam Banco Central

O mercado revisou para baixo sua projeção de aumento da taxa básica de juros depois que o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, divulgou uma carta, alertando sobre a piora nas previsões do FMI para a economia brasileira. Para Tombini, as novas informações serão levadas em consideração na decisão sobre os juros, que será anunciada hoje pelo Comitê de Política Monetária. Analistas trabalhavam, até ontem, com um possível aumento de 0,50 ponto porcentual na Selic, hoje em 14,25% ao ano. Agora, as apostas são de aumento de 0,25 ponto. Segundo auxiliares da presidente Dilma Rousseff, a declaração agradou ao Palácio do Planalto, que tem dúvidas sobre a eficácia da alta de juros no combate à inflação. No PT, o comentário foi visto como um sinal de que pode haver uma reorientação da política monetária. (Economia/B1 e B3)

‘BC estrangula economia’ - Nobel de Economia, Joseph Stiglitz disse ao Broadcast que a política monetária deveria se contrapor ao colapso do preço das exportações e à corrupção. (Pág. B4)

Celso Ming

Banco prepara virada - Se a reunião decidir por alta de juros inferior a 0,5 ponto, tomarão força as suspeitas de que Tombini foi convencido por Dilma a mudar posição (B2)

Adriana Fernandes

Espaço para especulação - O comunicado do BC quebra, de alguma forma, o protocolo e o ritual criados pelo própria autoridade monetária em torno do Copom (B3)

PIB do Brasil afeta previsão do FMI para crescimento global
O FMI prevê que o PIB do Brasil vai encolher 3,5% este ano, o pior desempenho entre as principais economias. O número pesou sobre as estimativas para o crescimento global, reduzidas em 0,2 ponto porcentual tanto para 2016 quanto para 2017, respectivamente para 3,4% e 3,6%. (B3)
Sob ataque, Moro critica advogados de empreiteiros
Quatro dias após advogados terem publicado manifesto contra a Operação Lava Jato, o juiz federal Sérgio Moro, um dos alvos da carta, afirmou ontem que a defesa de executivos da Odebrecht “busca retardar o julgamento com novos e intempestivos requerimentos”. Advogados da empreiteira estão entre os signatários do texto. A resposta de Moro foi dada nos autos da ação contra Marcelo Odebrecht. (Política/B4)
Jato de Campos caiu por falha dos pilotos
FAB aponta somatório de fatores, com destaque para falhas humanas, como causa da queda do jato em que estava o então candidato do PSB à Presidência, Eduardo Campos, em 2014. (Política/A8)
Ato do MPL ganha reforço de alunos que ocuparam escolas
O quarto protesto do Movimento Passe Livre (MPL) contra o aumento de tarifas teve apoio de alunos que ocuparam escolas em 2015. Parte dos manifestantes se dirigiu à Prefeitura e parte, ao Palácio dos Bandeirantes. Cinco pessoas foram detidas e agência bancária foi depredada. (Metrópole/A14)
Cidades de SP têm epidemia de dengue
Uma em cada dez cidades paulistas já tem epidemia de dengue quatro meses antes do período de pico da doença, segundo a Secretaria de Saúde. (Metrópole/A12)
Samarco tem mais 15 dias para pagar R$ 2 bi (Metrópole/A13)

Oposição avalia decreto de Maduro
Maioria no Legislativo, a oposição venezuelana vai convocar autoridades para esclarecer decreto do presidente Nicolás Maduro que institui estado de exceção. (Internacional/A9)
Jim Wyss
A Colômbia sob os holofotes - O país deve testemunhar um acordo de paz que porá fim ao mais antigo conflito civil do hemisfério. Nas ruas, porém, o otimismo passa longe (Visão Global/A10)

Roberto DaMatta
Deixa comigo... - O favor dos “deixa comigo” tudo perdoa em nome dos companheiros a quem se deve a devolução de gesto de simpatia na forma de alguns milhões. (Caderno 2/Pág. 6)
Notas&Informações
A união dos poderosos - Faz sentido que petistas se empenhem em desmontar ações da Operação Lava Jato. (A3)

O FMI e o Brasil da propina - A corrupção brasileira é destaque no cenário da economia global – realização da administração petista. (A3)

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Folha de S. Paulo

Manchete : Previsões sobre alta de juros mudam após nota deTombini
Chefe do Banco Central comenta análise do FMI acerca do Brasil na véspera de decisão sobre Selic

Na véspera da decisão do Banco Central sobre a Selic, taxa de juros básica do país, o presidente da instituição, Alexandre Tombini, soltou nota que gerou surpresa e críticas no mercado e alterou as previsões a respeito do rumo da política monetária. Após Tombini considerar “significativas” as novas projeções do Fundo Monetário Internacional, que indicam piora na economia brasileira, analistas passaram a prever alta de 0,25 ponto percentual na Selic, hoje de 14,25%, e não mais de 0,50. O FMI projetou um recuo de 3,5% neste ano para o Brasil, e Tombini disse que “todas as informações relevantes e disponíveis” serão consideradas até a reunião na qual o Copom (Comitê de Política Monetária) anunciará a decisão referente à taxa. Segundo especialistas, o BC, que tradicionalmente não se pronuncia em dias de encontro do Copom, buscou pretexto para adotar posição alinhada com a do Planalto. O governo prefere manter os juros inalterados para evitar mais recessão econômica. O BC diz que não violou regra escrita e que agiu diante de fato inédito, a drástica revisão das projeções de crescimento do país pelo FMI. Para o órgão internacional, a crise no Brasil prejudicará o avanço da economia global em 2016. (Mercado A15)

Petros veta plano para recuperar empresa de sondas
A Petros, fundo de pensão da Petrobras, vetou a proposta de levar a Sete Brasil à recuperação judicial. A empresa, criada pela própria estatal para construir sondas do pré-sal, deve atualmente R$14 bilhões a bancos. Diante da negativa, os acionistas voltarão a discutir o assunto em 30 dias. (Mercado A19)
Investigação sobre morte de Campos aponta falha dos pilotos
A Aeronáutica concluiu que o avião que levava o ex-governador de Pernambuco e então candidato à Presidência Eduardo Campos caiu devido à desorientação e à falta de habilidade dos pilotos, que ignoraram as orientações de pouso em condições adversas. Campos e outras seis pessoas morreram no acidente, em agosto de 2014. (Poder A8)
Foto-legenda : Espera
Temendo ação de ‘black blocs’, shopping em SP fecha as portas durante ato contra alta da tarifa de transporte; duas pessoas foram detidas (Cotidiano B13)
Em despacho, Moro diz que Lava Jato é ‘marcha para frente’ (Poder A6)

Análise confirma que o vírus zika tem capacidade de cruzar a placenta (Ciência B4)

OAB e indústrias atacam Dilma contra elevação de impostos (Poder A7)

Vinícius Torres Freire
Pretexto usado para a mudança de rota é bisonho

Ao avisar por onde e em que ritmo vai, o BC evita acidentes e, se tem crédito, até faz seu trabalho com menos custo (menos juros). Dizia até anteontem que estava indo por um caminho. Ontem, sugeriu que talvez não vá, com pretexto bisonho. (Mercado A18)

Alexandre Schwartsman
Estratégia do BC o pôs em ratoeira da qual não sabe sair

Incapaz de se comprometer com a queda rápida da inflação, só resta ao Banco Central continuar com a estratégia gradualista. Isso torna o combate mais difícil hoje do que era no passado. O BC se colocou na ratoeira e não faz ideia de como fazer para escapar dela. (Mercado A20)

Editoriais
Leia “BC emparedado”, a respeito de dilemas da política de juros, e “Marina, a esfinge”, acerca de declarações da ex-ministra do Meio Ambiente. (Opinião A2)
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