Atualidades 08 de maio de 2017

 “Compre ao som dos canhões e venda ao som dos violinos"


O Globo
Manchete: Estado do Rio deve receber US$ 30 bi em investimentos
Por decreto, governo flexibiliza regras para controle de armas
Assembleias ainda têm aposentadorias especiais
Temer quer acelerar votação de reforma (Pág. 14)
Macron derrota Le Pen. Agora falta conquistar o Parlamento
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Macron vence por ampla margem e barra avanço de onda populista
No TCU, citado na Lava Jato relata casos de empreiteiras
50 milhões já tiveram amigo ou parente assassinado
Gatilho da idade mínima é trunfo do governo (Economia / Pág. B5)
Cida Damasco - O que preocupa, agora, na batalha da Previdência é esse “negocia o que é preciso”. (ECONOMIA / PÁG. B5)
Notas & Informações - A responsabilidade pela política 
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Folha de S. Paulo
Manchete : Macron vence eleição na França
Notas sugerem favorecimento em licitação no Banco do Brasil
Violência no RJ sobe e volta aos níveis de 2009
É cedo para 2018, mas Doria e Huck são o novo
Editoriais - “Sopa de letras”, sobre medida para conter a proliferação de partidos no Brasil, e “À sombra do Leviatã”, acerca do financiamento do Sistema S. (Opinião A2)

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08 de maio de 2017
O Globo

Manchete: Estado do Rio deve receber US$ 30 bi em investimentos
Contratos teriam duração de 35 anos, e royalties chegariam a US$ 8 bilhões

Cálculos são da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e consideram o custo para o desenvolvimentos dos campos e a descoberta de reservas de quatro bilhões de barris

A economia do Estado do Rio deve receber um novo impulso com os dez leilões de petróleo que vão ocorrer entre este ano e 2019. Segundo estimativa da Agência Nacional do Petróleo (ANP), nos 35 anos de vigência dos contratos, serão US$ 30 bilhões em investimentos, para o desenvolvimento dos campos localizados no litoral do estado, e mais US$ 8 bilhões em royalties, já que a expectativa é que sejam descobertas reservas de, no mínimo, quatro bilhões de barris de petróleo. (Pág. 13)
Por decreto, governo flexibiliza regras para controle de armas
Decisões sem alarde, tomadas por meio de portarias e decretos do governo Temer, vêm modificando as regras de controle de armas no Brasil. Entre as alterações, está o aumento da validade da posse de arma de fogo para civis. Parte das mudanças atende aos pleitos da chamada bancada da bala, que defende a extinção do Estatuto do Desarmamento. Novas medidas ainda estão em estudo. Para especialistas, o conjunto de normas editadas pelo Executivo pode tornar a legislação inócua. (Pág. 3)
Assembleias ainda têm aposentadorias especiais
Parlamentares de cinco estados ainda podem receber valores maiores do que o previsto na Constituição quando pararem de trabalhar. O benefício contraria decisão do STF, que já vetou regime próprio pago com dinheiro público. (Pág. 4)
Temer quer acelerar votação de reforma (Pág. 14)

Macron derrota Le Pen. Agora falta conquistar o Parlamento
A vitória sobre a candidata da extrema- direita, Marine Le Pen, foi folgada, mas nem por isso Emmanuel Macron tem uma tarefa fácil pela frente. Diante de uma abstenção recorde, ele pediu apoio aos franceses para garantir maioria nas eleições legislativas de junho, sem as quais não poderá tocar medidas como a reforma trabalhista, e prometeu proteger a República face ao extremismo. (Págs. 19 e 20)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Macron vence por ampla margem e barra avanço de onda populista
Centrista conquista 66,06% dos votos contra 33,94% da nacionalista Marine Le Pen e, em discurso, exorta franceses à união nacional

Emmanuel Macron, de 39 anos, foi eleito ontem presidente da França, barrando o avanço da onda populista que se propagou pelo Ocidente em 2016. O centrista, ex-ministro da Economia, venceu com 66,06% dos votos contra 33,94% da nacionalista Marine Le Pen, que ameaçava deixar a União Europeia, e assumirá o Palácio do Eliseu na próxima semana. Em primeiro discurso solene na frente da pirâmide do Louvre, o mais jovem presidente da história do país exortou os franceses à união nacional após a fragmentação eleitoral, relata o correspondente Andrei Netto. Mas sua missão não será simples, diante dos cerca de 10,6 milhões de votos do partido de extrema direita Frente Nacional – “resultado histórico” nas palavras de Le Pen – e da oposição de partidos de esquerda, que já convocam protestos. Macron disse que “lutará contra a divisão que nos mina e nos abate”, indicou como prioridades as reformas política e econômica e destacou a luta contra o terrorismo. “Defenderei a França, seus interesses vitais e sua imagem”, ressaltou, mantendo discurso pró-Europa e pró-globalização. No plano internacional, a eleição foi saudada também como a vitória da UE. (INTERNACIONAL / PÁGS. A7 a A9)
No TCU, citado na Lava Jato relata casos de empreiteiras
Investigado na Lava Jato por suposto recebimento de “vantagens indevidas” da OAS e Odebrecht quando era senador (PMDB-PB), o ministro Vital do Rêgo conduz processos de interesse das empreiteiras no Tribunal de Contas da União (TCU). Ele atua em cinco casos como relator, com poder para determinar os rumos de auditorias e orientar julgamentos com seu voto. Ele nega envolvimento em irregularidades. (POLÍTICA / PÁG. A4)
50 milhões já tiveram amigo ou parente assassinado
Pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra que o equivalente a 50 milhões de pessoas – ou 35% dos brasileiros maiores de 16 anos – conhecem vítimas de assassinatos. O número é maior entre a população negra (38%) do que entre brancos (27%), e entre os mais pobres (36%) do que entre os mais ricos (32%). Em 12% dos casos, o responsável pela morte foi um policial. (METRÓPOLE / PÁG. A10)
Gatilho da idade mínima é trunfo do governo (Economia / Pág. B5)

Cida Damasco
O que preocupa, agora, na batalha da Previdência é esse “negocia o que é preciso”. (ECONOMIA / PÁG. B5)
Notas & Informações 
A responsabilidade pela política

Devolver ao País a capacidade de gerar e formar lideranças políticas passa por ultrapassar a visão da política como coisa de terceiros. (PÁG. A3)

A noção petista de democracia. (PÁG. A3)
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Folha de S. Paulo

Manchete : Macron vence eleição na França
Mais jovem presidente eleito no país, o centrista derrota Marine Le Pen e ajuda a barrar onda nacionalista na Europa

O centrista Emmanuel Macron derrotou por margem expressiva a ultranacionalista Marine Le Pen e será o novo presidente da França. Macron teve 66% dos votos válidos, contra 34% da adversária. O novo presidente elegeu-se com uma plataforma liberal, de defesa da integração europeia e do livre mercado, se opondo à cartilha isolacionista e com inclinações xenófobas de Le Pen.

Aos 39 anos, será o mais jovem titular do cargo. Sua parca experiência ê motivo de especulações. Ele se apresentou como um nome de fora da política, embora tenha sido ministro da Economia do governo socialista.

Seu movimento, o En Marche!, foi criado há um ano. O segundo turno da eleição, que não incluiu as duas forças tradicionais da França (socialistas e republicanos), bateu o recorde de votos brancos e nulos (11,5%). A abstenção chegou a 25,4%.

A eleição de Macron pode ser lida como uma reação à onda antiglobalização, que levou à aprovação do “brexit” no Reino Unido e à eleição de Donald Trump nos Estados Unidos, informam os enviados especiais Diogo Bercito e Rodrigo Vizeu.

“Eu sei das divisões na nossa nação, que levaram alguns a votar por partidos extremistas. Eu os respeito”, disse Macron em discurso após a vitória. Le Pen afirmou que seu partido vai liderar a oposição. (Mundo A8)
Notas sugerem favorecimento em licitação no Banco do Brasil
As notas recebidas pela agência de publicidade que venceu uma licitação do BB foram maiores do que as de suas concorrentes que apresentaram a mesma falha na proposta feita ao banco, informa Daniela Lima.

A disputa está suspensa desde que a Folha antecipou seu resultado, em 25 de abril. A agência Multi Solutions nega irregularidades. O BB diz que o caso está em fase de recurso. (Poder A4)
Violência no RJ sobe e volta aos níveis de 2009
Dados do governo estadual mostram que a violência no Rio voltou ao nível de 2009, demonstrando o fracasso nas tentativas de pacificação de favelas promovidas a partir da gestão de Sérgio Cabral (PMDB).

O Estado culpa a entrada de armas por fronteiras e pediu ajuda federal. (Cotidiano B1)
É cedo para 2018, mas Doria e Huck são o novo
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso cita o prefeito paulistano, João Doria (PSDB), e o apresentador Luciano Huck, seu amigo, como nomes novos no cenário político nacional. O tucano considera, porém, que ê cedo para especular nomes de candidatos para 2018.

Sobre o governo Temer, faz boa avaliação e diz que o peemedebista “entendeu que o papel dele ê histórico ou nenhum”. (Entrevista da 2a.A12)
Editoriais 
“Sopa de letras”, sobre medida para conter a proliferação de partidos no Brasil, e “À sombra do Leviatã”, acerca do financiamento do Sistema S. (Opinião A2)
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