Atualidades 27 de julho de 2017

“The most incredible architecture 
Is the architecture of Self, which is ever changing, evolving, revolving and has unlimited beauty and light inside which radiates outwards for everyone to see and feel. 
With every in breathe you are adding to your life and every out breathe you are releasing what is not contributing to your life. Every breathe is a re-birth.”  ― Allan Rufus, The Master's Sacred Knowledge




O Globo
Manchete: União deve adiar reajuste de servidor
Juros caem e voltam a um dígito, para 9,25%
MÍRIAM LEITÃO - PT inchou a máquina, Temer deu aumento até 2019. (Pág. 18)
CARLOS A. SARDENBERG  - Reajuste para procuradores federais é mau exemplo. (Pág. 14)

Temer já gastou 65% das emendas
EUA retaliam o governo Maduro
Estado entrega novo plano à União
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Juros caem a um dígito e BC aponta para novo corte
Celso Ming - Os juros continuam, sim, muito altos no Brasil, mas não dá para negar o efeito vertigem. Caíram de 14,25% para 9,25% ao ano em apenas nove meses. Um tombo como esse não é pouca coisa. (ECONOMIA / PÁG. B2)
Transportes, Integração e Cidades serão os mais atingidos
Servidor deve ter reajuste adiado
'Estamos na trajetória de empresa saudável'
Fachin corre para julgar políticos no STF (Política / Pág. A4)
Réu na Zelotes, auditor da Receita é preso (Economia / Pág. B6)
Colunistas
Zeina Latif  - A agenda de enxugamento da folha do funcionalismo precisa ser enfrentada. (ECONOMIA / PÁG. B5)
Verissimo  - Minigravador, como bem sabe Temer, pode conseguir o que nenhuma investigação consegue. (CADERNO2 / PÁG. C8)

Notas & Informações - Corporativismo e insensibilidade 
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Folha de S. Paulo
Manchete : Taxa de juros cai a 9,25% ao ano, a menor desde 2013
Aliados de Temer querem postergar nova Previdência
Políticos repassam concessões de TV e rádio a parentes
Novo ministro da Cultura põe a Lei Rouanet na mira
Editoriais - Leia “Doloroso aprendizado”, sobre dificuldades para fechar as contas do Tesouro em 2017, e “Informar, não proibir”, acerca de cigarros com sabor. (Opinião a2)
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27 de julho de 2017
O Globo

Manchete: União deve adiar reajuste de servidor
Gastos com funcionalismo subiram 11,3% no 1º semestre

Déficit nas contas públicas é o maior em 21 anos. Ajuste pode incluir teto para remuneração e fim do abono salarial

A União deve adiar em pelo menos seis meses o reajuste de servidores previsto para janeiro de 2018. O adiamento provocaria economia de R$ 7 bilhões no ano que vem. Os gastos com o funcionalismo subiram 11,3% no primeiro semestre, muito acima do 0,5% de expansão das despesas em geral, o que agravou a situação das contas públicas, levando ao maior rombo em 21 anos. Em 12 meses, o déficit chega a R$ 182 bilhões, o que pode dificultar o cumprimento da meta de 2017. Para reforçar o ajuste fiscal, o governo quer aprovar um teto para a remuneração total dos servidores dos três Poderes e estuda extinguir o abono. (Págs. 17 e 18)
Juros caem e voltam a um dígito, para 9,25%
Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a Selic em 1 ponto, para 9,25% ao ano. Foi a sétima queda consecutiva dos juros, que pela primeira vez desde 2013 têm taxa de um dígito. Novos cortes, porém, vão depender dos desdobramentos das crises fiscal e política. (Pág. 19)

MÍRIAM LEITÃO

PT inchou a máquina, Temer deu aumento até 2019. (Pág. 18)

CARLOS A. SARDENBERG

Reajuste para procuradores federais é mau exemplo. (Pág. 14)
Temer já gastou 65% das emendas
Depois de autorizar, em apenas 50 dias, R$ 3,9 bilhões para emendas parlamentares, o presidente Temer poderá gastar mais de R$ 2 bilhões até o fim do ano para agradar a deputados e senadores. Prestes a ser denunciado novamente e com reformas para votar, Temer terá menos margem para negociar. A oposição critica o uso político do Orçamento e diz que a jogada agravará a crise fiscal. (Pág. 3)
EUA retaliam o governo Maduro
Os Estados Unidos aplicaram sanções econômicas a 13 altos funcionários do governo da Venezuela em retaliação à Assembleia Constituinte. Por sua vez, Maduro bloqueou os bens dos 33 novos juízes do Supremo nomeados pela Assembleia Nacional. (Pág. 21)
Estado entrega novo plano à União
Após o plano de corte de gastos do Rio ter sido em parte rejeitado pelo Tesouro, o estado fez um ajuste nas contas para chegar a R$ 62 bilhões em três anos, exigência da União para o socorro financeiro. A pendência era uma diferença de R$ 4 bilhões. (Pág. 8)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Juros caem a um dígito e BC aponta para novo corte
Copom baixa Selic em 1 ponto, para 9,25%; incerteza das reformas não preocupa

Comitê de Política Monetária do Banco Central reduziu a taxa Selic em um ponto porcentual, de 10,25% para 9,25% ao ano. O corte foi o sétimo consecutivo e coloca os juros de referência no menor nível desde agosto de 2013, no primeiro governo Dilma Rousseff. Com a decisão, esperada pelo mercado financeiro, o BC manteve o ritmo de reduções da Selic, apesar das preocupações em torno do governo Temer. A instituição deixou as portas abertas para a manutenção do atual ritmo de cortes, se o cenário político e econômico permitir. Na decisão de ontem, os dirigentes do BC argumentaram que, até o momento, os efeitos de curto prazo do aumento das incertezas em relação às reformas, sobretudo a da Previdência, “não se mostram inflacionários nem desinflacionários”. Na prática, a instituição indicou que a crise política ainda não alterou de forma substancial o cenário. (ECONOMIA / PÁG. B5)

Celso Ming

Os juros continuam, sim, muito altos no Brasil, mas não dá para negar o efeito vertigem. Caíram de 14,25% para 9,25% ao ano em apenas nove meses. Um tombo como esse não é pouca coisa. (ECONOMIA / PÁG. B2)
Transportes, Integração e Cidades serão os mais atingidos
Os cortes de despesas que o governo deve anunciar hoje vão atingir principalmente os Ministérios da Integração, das Cidades e dos Transportes. A área econômica trabalha com a possibilidade de resgatar R$ 1 bilhão em precatórios não sacados e depositados na Caixa e, ontem, a Petrobrás anunciou que aderiu ao Refis e vai pagar R$ 1,3 bilhão neste ano. Com isso, o corte adicional no Orçamento, de R$ 5,9 bilhões, pode ficar menor. (ECONOMIA / PÁG. B1)
Servidor deve ter reajuste adiado
O governo estuda o adiamento do reajuste salarial do funcionalismo. O gasto estimado é de R$ 22 bilhões. Servidores já se articulam para recorrer à Justiça ou até paralisar serviços caso a proposta se confirme. (ECONOMIA / PÁG. B3)
'Estamos na trajetória de empresa saudável'
Entrevista - Pedro Parente

Há quase um ano no comando da Petrobrás, Pedro Parente não minimiza os problemas, mas afirma que a estatal está no caminho para ser considerada uma petroleira saudável até o fim de 2018. A prioridade será tornar a dívida mais leve para a empresa – equivalente a 2,5 vezes a geração de caixa, nível próximo ao dos concorrentes. (ECONOMIA / PÁG. B4)
Fachin corre para julgar políticos no STF (Política / Pág. A4)

Réu na Zelotes, auditor da Receita é preso (Economia / Pág. B6)

Colunistas
Zeina Latif

A agenda de enxugamento da folha do funcionalismo precisa ser enfrentada. (ECONOMIA / PÁG. B5)

Verissimo

Minigravador, como bem sabe Temer, pode conseguir o que nenhuma investigação consegue. (CADERNO2 / PÁG. C8)
Notas & Informações 
Corporativismo e insensibilidade

O esforço por reequilibrar as contas do País atinge a todos, exceto os procuradores da República, que esperam ganhar mais 16,38% do que atualmente ganham. (PÁG. A3)

O perigoso recuo da confiança

A insegurança de consumidores e de empresários aumentou com a nova crise política. (PÁG. A3)
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Folha de S. Paulo

Manchete : Taxa de juros cai a 9,25% ao ano, a menor desde 2013
BC corta Selic em um ponto percentual pela 3a vez; poupança fica mais atrativa

A inflação controlada e a atividade econômica fraca levaram o Banco Central a reduzir a taxa básica de juros em um ponto percentual, para 9,25% ao ano. A decisão, que coloca a Selic abaixo de 10% pela primeira vez em quatro anos, era esperada pelo mercado. Foi a terceira redução consecutiva de um ponto nos juros. Em comunicado divulgado após a decisão, o Comitê de Política Monetária indicou que o ritmo de corte deve ser mantido na próxima reunião, em setembro. O Copom reconheceu os impactos da crise política sobre a confiança do mercado e a possibilidade de aprovação das reformas do governo, mas avaliou que eles são, atê agora, limitados. “A delação [da JBS] não gerou efeito inflacionário significativo”, diz José Mareio Camargo, economista da Opus Gestão de Recursos. Com a nova queda da Selic, a poupança se torna mais atrativa que a maioria dos fundos de investimento de renda fixa, segundo simulações. (Mercado pág. 1)
Aliados de Temer querem postergar nova Previdência
Partidos aliados de Michel Temer defendem que a votação da reforma da Previdência ocorra só em 2019, após a eleição presidencial. Para os defensores da ideia, o governo conseguiria aprovar agora apenas alterações mínimas, desfigurando a proposta original. (Mercado pág. 3)

Liminar cai, e alta de tributo sobre combustível volta a vigorar. (Pág. 4)
Políticos repassam concessões de TV e rádio a parentes
Deputados e senadores que eram sócios de emissoras de rádio ou TV repassaram as cotas a familiares. As transferências foram feitas após a instauração de inquéritos. Pela Constituição, eles não podem ser concessionários de serviços públicos. A Justiça tem apresentado entendimentos diferentes. (Poder A4)
Novo ministro da Cultura põe a Lei Rouanet na mira
Terceiro ministro da Cultura em pouco mais de um ano, Sérgio Sá Leitão pretende mudar a Lei Rouanet, de incentivo ao setor. “Uma coisa que quero fazer ê desburocratizá-la”, disse em entrevista à Folha. Ele afirmou não se constranger por participar de um governo impopular. (Ilustrada C3)
Editoriais
Leia “Doloroso aprendizado”, sobre dificuldades para fechar as contas do Tesouro em 2017, e “Informar, não proibir”, acerca de cigarros com sabor. (Opinião a2)
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