Atualidades 16 de março de 2018

Se você não fizer, outro faz. Se você não cuidar, outro cuida. A vida é para quem tem atitude.



O Globo
Manchete: Marielle presente
MERVAL PEREIRA - Vereadora foi vítima de um crime político. (PÁGINA 4)
ANCELMO GOIS - Sociólogo diz que o Brasil vive ditadura do crime. (PÁGINA 12)
ASCÂNIO SELEME  - Marielle é a nova heroína do Brasil. (PÁGINA 14)
BERNARDO MELLO FRANCO - Ela lutou para não virar estatística. (PÁGINA 2)
MÍRIAM LEITÃO - O Rio está cravado de dores, e essa é intolerável. (PÁGINA 14)
FREI BETTO  - Crime organizado proclama que é o dono do pedaço. (PÁGINA 14)
FLÁVIA OLIVEIRA  - Numa só mulher, muitos significados. (PÁGINA 14)
EDITORIAL - ‘Assassinato de vereadora afronta a democracia’ (PÁGINA 16)

Perda de R$ 446 milhões é o quarto prejuízo seguido da Petrobras (PÁGINA 19)
Menos da metade dos juízes adere à paralisação da categoria (PÁGINA 3)
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Polícia acredita em execução de vereadora; atos reúnem multidões
Partidos indicam investigados para formar novo ministério
Sindicato vai decidir como se financiar, diz presidente do TST
Petrobrás tem quarto ano seguido de prejuízo (ECONOMIA / PÁG. B6)
CCR prepara oferta por parte da Invepar
Notas & Informações - Encruzilhada histórica
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Folha de S. Paulo
Manchete: Assassinato de vereadora no Rio pressiona interventores
VLADIMIR SAFATLE - Criminosos sabem que podem contar com a impunidade (Ilustrada C8)
ENATO TERRA  - Intervenção nunca mudará periferia do Rio como Marielle (Ilustrada C6)
NELSON BARBOSA  - Espiral de violência e intolerância precisa ser interrompida (Mercado A14)

STF eleva fatia do Fundo Partidário para candidatas
Juizes tentam dissociar greve do auxílio-moradia (Poder A4)
EUA apuram se Brasil compra aço chinês e revende
Editorial - Leia “Quem matou Marielle?” , sobre assassinato chocante da vereadora carioca. (Opinião A2)
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16 de março de 2018
O Globo

Manchete: Marielle presente
Multidão homenageia vereadora, e comoção toma conta do país

Nas ruas e nas redes sociais, a revolta contra o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes mobilizou o Brasil. A hashtag #MariellePresente dominou o Twitter, com 600 mil menções. Cerca de 50 mil pessoas no Rio e 30 mil em São Paulo participaram de protestos contra as mortes. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, veio à cidade e defendeu que a apuração do crime não fique apenas na esfera estadual.

MERVAL PEREIRA

Vereadora foi vítima de um crime político. (PÁGINA 4)

ANCELMO GOIS

Sociólogo diz que o Brasil vive ditadura do crime. (PÁGINA 12)

ASCÂNIO SELEME

Marielle é a nova heroína do Brasil. (PÁGINA 14)

BERNARDO MELLO FRANCO

Ela lutou para não virar estatística. (PÁGINA 2)

MÍRIAM LEITÃO

O Rio está cravado de dores, e essa é intolerável. (PÁGINA 14)

FREI BETTO

Crime organizado proclama que é o dono do pedaço. (PÁGINA 14)

FLÁVIA OLIVEIRA

Numa só mulher, muitos significados. (PÁGINA 14)

EDITORIAL

‘Assassinato de vereadora afronta a democracia’ (PÁGINA 16)
Perda de R$ 446 milhões é o quarto prejuízo seguido da Petrobras (PÁGINA 19)

Menos da metade dos juízes adere à paralisação da categoria (PÁGINA 3)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Polícia acredita em execução de vereadora; atos reúnem multidões
Marielle Franco havia denunciado supostos crimes cometidos por PMs; ataque desafia intervenção federal, que completa 1 mês

A Polícia Civil do Rio investiga a hipótese de execução para o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL), anteontem à noite no centro do Rio. Ela estava com o motorista Anderson Gomes, também morto no ataque, e uma assessora, que prestou depoimento à polícia. Eles foram enterrados ontem. Criada na Maré, Marielle tinha 38 anos, era ativista dos direitos humanos e estava no primeiro mandato. No sábado, ela denunciou nas redes sociais supostos crimes que teriam sido cometidos por PMs do 41.º Batalhão na favela de Acari. A unidade é considerada a que mais mata no Rio. A ação dos criminosos é vista como uma afronta à intervenção federal no Estado, que completa um mês hoje sem resultados expressivos. O assassinato de Marielle mobilizou multidões, que foram às ruas em diversas cidades, e autoridades. O ministro da Segurança, Raul Jungmann, afirmou que a PF vai auxiliar nas investigações. O presidente Michel Temer disse que o crime é “inaceitável”. Houve manifestações dos ministros do STF e na Câmara dos Deputados. (METRÓPOLE / PÁGS. A13 a A16)
Partidos indicam investigados para formar novo ministério
A reforma ministerial que o governo deve promover nas próximas semanas, por causa da agenda eleitoral que se inicia em 7 de abril, prazo para ministros que vão concorrer deixarem os cargos, pode levar para a Esplanada mais nomes com pendências judiciais. Pelo menos cinco dos cotados por partidos da base governista ou apoiados por ministros respondem a processos, são investigados ou já foram condenados. (POLÍTICA / PÁG. A4)
Sindicato vai decidir como se financiar, diz presidente do TST
O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), João Batista Brito Pereira, defende que, com o fim do imposto sindical obrigatório, os sindicatos terão de se virar sozinhos para se financiar. Na primeira entrevista desde que assumiu, em fevereiro, o magistrado afirma que os sindicatos terão de usar a “inteligência”. “Eles precisam adotar medidas para sobreviver e são os trabalhadores que decidem”, declara. (ECONOMIA / PÁGS. B1 e B4)
Petrobrás tem quarto ano seguido de prejuízo (ECONOMIA / PÁG. B6)

CCR prepara oferta por parte da Invepar
A CCR planeja, em um primeiro momento, comprar os 24% da participação da OAS na Invepar, holding de infraestrutura dona da concessão do aeroporto de Guarulhos. (ECONOMIA / PÁG. B12)
Notas & Informações 
Encruzilhada histórica O

dever do Supremo, especialmente em uma hora grave como essa, é preservar a solidez institucional, sustentáculo da democracia. (PÁG. A3)

O CNJ e a lei

O CNJ foi instado sobre a greve dos juízes. Como se sabe, a greve dos juízes é ilegal. (PÁG. A3)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Assassinato de vereadora no Rio pressiona interventores
Marielle Franco (PSOL) teve o carro atingido por 9 tiros; milhares protestam no país contra o crime

A comoção com o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL), 38, reforçou questionamentos sobre a intervenção federal no Rio e pôs sob pressão os militares responsáveis pela segurança. Crítica da violência policial, Marielle teve o carro atingido por nove tiros. O motorista, Anderson Gomes, 39, também morreu. Investigadores trabalham com a hipótese de crime encomendado. O presidente Michel Temer (MDB) disse que o crime é um atentado ao Estado de Direito e à democracia. Responsáveis pela intervenção federal afirmaram que a ação afronta o trabalho do Exército. Parte do governo federal pressiona os militares para que aceitem maior participação da Polícia Federal na investigação —ideia reforçada pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge. O ministro Raul Jungmann (Segurança) diz que o trabalho já está federalizado. Milhares foram às ruas no país contra os assassinatos. No Rio, repetia-se o lema “Marielle, presente”. (Cotidiano B1)

VLADIMIR SAFATLE

Criminosos sabem que podem contar com a impunidade (Ilustrada C8)

ENATO TERRA

Intervenção nunca mudará periferia do Rio como Marielle (Ilustrada C6)

NELSON BARBOSA

Espiral de violência e intolerância precisa ser interrompida (Mercado A14)
STF eleva fatia do Fundo Partidário para candidatas
O Supremo TribunalFederal decidiu que pelo menos 30% dos R$ 888,7 milhões do orçamento do Fundo Partidário devem ser destinados a candidaturas de mulheres. A decisão do STF derruba trecho da reforma eleitoral que previa cota máxima de 15% a candidatas. (Poder A4)
Juizes tentam dissociar greve do auxílio-moradia (Poder A4)

EUA apuram se Brasil compra aço chinês e revende
Os Estados Unidos veem indícios de que o Brasil estaria importando aço da China para revender externamente, prática chamada de triangulação. A suspeita deve dificultar acordo com os EUA para que o produto nacional seja isento da taxa de 25% sobre a importação. (Mercado pág. 1)
Editorial
Leia “Quem matou Marielle?” , sobre assassinato chocante da vereadora carioca. (Opinião A2)
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