Atualidades 16 de novembro de 2018


O Globo
Manchete : Estados querem facilitar a demissão de servidores
Executivo do Santander vai presidir o Banco Central
Saída de médicos cubanos começa em dez dias
Escolas municipais são reprovadas em proteção contra fogo
Subnotificação explica queda de ataques à fé
Merval Pereira - A direita de Bolsonaro não é amadora 
Flávia Oliveira - Empreender, palavra de ordem que veio das urnas 
Bernardo Mello Franco  - Bolsonaro lança o Menos Médicos 
Míriam Leitão - Com autonomia, Ilan entregou um excelente resultado 
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O Estado de S. Paulo
Manchete : Bolsonaro escolhe perfil técnico para comandar BC
Temer diz que Bolsonaro terá a ‘casa em ordem’
Cubanos começam a sair em 10 dias
Interior perde cadeiras na Assembleia de SP
CNJ pede a ação do TRF-4 contra Favreto (Política / Pág. A8)
Suíça enviará extrato do Grupo Petrópolis (Política / Pág. A8)
Europa aponta falhas sanitárias no Brasil (Economia / Pág. B4)
Eliane Cantanhêde - O futuro chanceler Ernesto Araújo confere arcabouço teórico para as ideias atabalhoadas de Jair Bolsonaro. 
Notas & Informações - Corporação insaciável
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Folha de S. Paulo
Manchete : Solução é cortar os salários, não vagas, diz governo a eleito
Roberto Campos Neto será o presidente do Banco Central
TSE questiona 38% da receita declarada por Bolsonaro
Mais Médicos terá déficit mesmo que substitua cubanos
Clóvis Rossi - Novo chanceler é Daciolo ilustrado
Editoriais - Linha-dura estadual
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16 de novembro de 2018
O Globo

Manchete : Estados querem facilitar a demissão de servidores
Futuros governadores pedem ao presidente eleito alteração no conceito de estabilidade para que possam reduzir despesas com a folha de pessoal

Em carta com 13 demandas apresentada ao presidente eleito, Jair Bolsonaro, 18 governadores que assumem em 1º de janeiro defendem mudança na Constituição que flexibilize a estabilidade do funcionalismo público, o que significa possibilitar a demissão de servidores. Os gastos galopantes com pessoal são hoje o principal nó fiscal dos estados: em 14 deles, as despesas superam o teto de 60% das receitas estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Os governadores também articulam alteração na LRF que permita a retomada de empréstimos pelas unidades da federação. Os recém-eleitos pedem ainda a Bolsonaro uma política de parcerias público-privadas no sistema penitenciário.
(PÁGINA 4)
Executivo do Santander vai presidir o Banco Central
Roberto Campos Neto substituirá Ilan Goldfajn, que decidiu deixar o cargo; Mansueto Almeida fica no Tesouro

Após Ilan Goldfajn recusar o convite para permanecer na presidência do Banco Central, o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, escolheu para o cargo Roberto Campos Neto, diretor de Tesouraria do Santander. Guedes anunciou também que Mansueto Almeida continuará como secretário do Tesouro.
(PÁGINA 13)
Saída de médicos cubanos começa em dez dias
Com o desligamento de Cuba do Mais Médicos, serão afetadas 1.575 cidades que dependem apenas dos profissionais da ilha.
(PÁGINA 6)
Escolas municipais são reprovadas em proteção contra fogo
Técnicos do Tribunal de Contas do Município visitaram 262 escolas da prefeitura, encontraram fiações expostas em 47% delas e constataram que só duas têm o certificado do Corpo de Bombeiros. A Secretaria de Educação reconhece que, das 1.537 unidades da rede, apenas 120 foram aprovadas pela corporação.
(PÁGINA 8)
Subnotificação explica queda de ataques à fé
O Brasil registrou, nos últimos dois anos, uma redução das denúncias de intolerância religiosa, segundo o Ministério de Direitos Humanos. Porém, no Dia Internacional da Tolerância, especialistas apontam poucos motivos para comemoração: a subnotificação estaria mascarando casos.
(PÁGINA 19)
Merval Pereira
A direita de Bolsonaro não é amadora
(PÁGINA 2)
Flávia Oliveira
Empreender, palavra de ordem que veio das urnas
(PÁGINA 3)
Bernardo Mello Franco
Bolsonaro lança o Menos Médicos
(PÁGINA 5)
Míriam Leitão
Com autonomia, Ilan entregou um excelente resultado
(PÁGINA 14)
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O Estado de S. Paulo

Manchete : Bolsonaro escolhe perfil técnico para comandar BC
O economista Roberto Campos Neto fez carreira no setor privado; Mansueto Almeida continuará no Tesouro

O economista Roberto Campos Neto vai substituir Ilan Goldfajn na presidência do Banco Central no governo de Jair Bolsonaro. Ele foi anunciado ontem, depois que Ilan descartou a permanência no cargo, como adiantou o Estado. De perfil técnico, Campos Neto é diretor do Santander e respeitado no mercado financeiro – ele é neto do ex-ministro Roberto Campos (1917- 2001). O nome do economista agradou aos seus pares e deverá ter boa receptividade entre investidores. Para alguns analistas, no entanto, por ter ocupado somente cargos em empresas privadas, sua capacidade de se adaptar ao setor público é uma incógnita. Eles também apontaram que será importante que a futura equipe econômica reforce os sinais de que o Banco Central terá independência de fato. A indicação de Campos Neto ainda deverá ser referendada pelo Senado. Também foi confirmada ontem a permanência do secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, no cargo, o que já era esperado pelo mercado.
(ECONOMIA / PÁGS. B1 e B3)
Temer diz que Bolsonaro terá a ‘casa em ordem’
Em pronunciamento ontem, o presidente Michel Temer afirmou que a transição de governo é “das mais civilizadas e cordiais” e que a equipe de Jair Bolsonaro encontrará “a casa em ordem” em janeiro. Temer desejou sucesso ao presidente eleito.
(POLÍTICA / PÁG. A8)
Cubanos começam a sair em 10 dias
Os profissionais cubanos do Mais Médicos começarão a deixar o Brasil no dia 25, informou a Embaixada de Cuba. Ontem, o Departamento de Estado americano elogiou a posição de Bolsonaro no caso.
(METRÓPOLE / PÁG. A13)
Interior perde cadeiras na Assembleia de SP
Sete das 16 regiões administrativas do Estado perderam cadeiras na Assembleia Legislativa com a transferência dos votos das lideranças locais para “outsiders”. Bauru, por exemplo, ficará sem representantes na Casa.
(PÁG. A4)
CNJ pede a ação do TRF-4 contra Favreto (Política / Pág. A8)

Suíça enviará extrato do Grupo Petrópolis (Política / Pág. A8)

Europa aponta falhas sanitárias no Brasil (Economia / Pág. B4)

Eliane Cantanhêde
O futuro chanceler Ernesto Araújo confere arcabouço teórico para as ideias atabalhoadas de Jair Bolsonaro.
(POLÍTICA / PÁG. A6)
Notas & Informações
Corporação insaciável

Entidades de magistrados afirmaram que não admitem o fim do auxílio-moradia. As pretensões da magistratura são imorais em todos os sentidos.
(PÁG. A3)

Privatização em marcha

Leilão indica que os investidores aceitaram bem a modelagem das concessões rodoviárias.
(PÁG. A3)
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Folha de S. Paulo

Manchete : Solução é cortar os salários, não vagas, diz governo a eleito
Gestão Temer recomenda à equipe de Bolsonaro segurar aumento para servidores e privatizar apenas a Eletrobras

O governo Michel Temer alertou a equipe de transição do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), para o forte impacto de altos salários sobre a folha de pagamentos do funcionalismo federal. A atual equipe recomendou adequar a remuneração do serviço público à do setor privado, além de adiar para 2020 os reajustes programados para 2019. As propostas constam do documento “Transição de Governo 2018-2019 - Informações Estratégicas”, elaborado pelo Ministério do Planejamento e encaminhado ao time de Bolsonaro. O aumento aos servidores custará $ 4,7 bilhões só em 2019. Mas o problema são os salários elevados, não o número de funcionários (1,275 milhão), afirma o relatório. No caso das privatizações, promessa de campanha de Bolsonaro, a equipe de Temer recomenda apenas uma, a de Eletrobras e distribuidoras. Em relação às demais estatais federais, o governo ressalta a “oportunidade de avaliar medidas de reestruturação”, como incorporar empresas dependentes do Tesouro a outros órgãos públicos. (Mercado A13)
Roberto Campos Neto será o presidente do Banco Central
Roberto Campos Neto, 49, será o presidente do Banco Central no governo Bolsonaro. A escolha do executivo do Santander foi feita por Paulo Guedes, futuro ministro da Economia. A seu favor, o economista tem a experiência no setor bancário e no mercado financeiro. O novo chefe do BC é neto de um ícone da escola liberal brasileira, Roberto Campos, ministro do Planejamento no governo do general Castello Branco (1964-67). Também ontem foi confirmado que Mansueto Almeida continuará como secretário do Tesouro. (Mercado A15)
TSE questiona 38% da receita declarada por Bolsonaro
Os indícios de irregularidade apontados na campanha de Jair Bolsonaro representam 38% das receitas. As inconsistências são mais numerosas que as de outras campanhas vencedoras. A defesa diz que justificará tudo “sem grande esforço”. (Poder A4)
Mais Médicos terá déficit mesmo que substitua cubanos
Ainda que preencha a lacuna de 8.332 médicos causada pela saída de Cuba, programa tem déficit de 2.091 profissionais. Esse é o numero de médicos que concluíram três anos de contrato e não foram repostos. Não há prazo para preencher as vagas. (Cotidiano B4)
Clóvis Rossi
Novo chanceler é Daciolo ilustrado

Nunca deu certo colocar Deus na política. É assustador pensar que essa cabeça tomada pelo misticismo conduzirá a diplomacia brasileira na batalha contra demônios que ou inexistem ou não têm a forma imaginada por Ernesto Araújo. (Mundo A12)
Editoriais
Linha-dura estadual

Acerca de retórica de eleitos na segurança pública (A2)

Lobby do livro

Sobre proposta para limitar descontos nos preços (A2)
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