História Geral II

Calendário chinês – É lunissolar e comporta dois ciclos: um de 12 anos (de 354 ou 355 dias, ou 12 meses lunares) e um de sete anos (com anos de 383 ou 384 dias, ou 13 meses). Os anos do primeiro ciclo têm nomes de animais: rato, boi, tigre, lebre, dragão, serpente, cavalo, cabra, macaco, galo, cachorro e porco.

Calendário muçulmano – Estabelece como ano 1 a data da fuga (hégira) de Maomé de Meca para Medina e corresponde ao ano 622 da era cristã. O calendário é lunar, tendo um ano médio de 354,37 dias e meses de 29 e 30 dias.

Calendário cristão – É proposto em 525 pelo historiador grego Dionísio, o Menor, para pôr fim à desordem dos diversos sistemas de contagem cronológica então empregados. Calculando a data da Páscoa cristã, Dionísio toma o nascimento de Jesus Cristo como ano 1 do século I, tendo por base o calendário juliano. Os períodos e acontecimentos anteriores a isso passam a ser datados com a sigla a.C. (antes de Cristo) e contados de trás para diante.

Era cristã – O calendário cristão é adotado no ocidente a partir do século VI. No século X a era cristã é oficializada pela Igreja Romana e introduzida na Igreja bizantina. No final do século XIX, quando a contagem cronológica da História pelo sistema de Dionísio já está difundida e uniformizada pelo mundo, descobre-se um erro de cálculo. Cristo nasce, segundo a moderna historiografia, no ano 4 a.C.

A pré-história
Separamos a história da pré-história pois o estudo e as e a forma como obtemos conhecimento sobre este período são diferentes. Neste período o homem não havia criado a escrita, por isso não temos registros escritos, apenas achados arqueológicos que podem nos fornecer pistas sobre o estilo de vida da época.
A pré-história pode ser dividida em três períodos: o paleolítico, o neolítico e a idade dos metais. O primeiro período se inicia com o surgimento da espécie humana. O homem vivia em cavernas e era nômade, ou seja, mudava constantemente de local sempre que o alimento onde vivia acabava. Caçava, pescava e coletava frutos com a ajuda de instrumentos pontiagudos feitos de pedra.

No neolítico o aquecimento do planeta permitiu a saída das cavernas. O homem passou a construir casas chamadas palafitas, feitas sobre estacas que as mantinham elevadas para se proteger de animais selvagens. Desenvolveu a domesticação de animais e a agricultura, que permitiu a sedentarização (fixação), pois agora ele poderia produzir seu próprio alimento no lugar onde morava. As ferramentas foram desenvolvidas, agora as ferramentas feitas de pedra recebiam polimento para serem melhor manuseadas.
Com a idade dos metais o homem aprende a moldar os metais aquecidos no fogo. Primeiramente o cobre, por ser mais maleável, em seguida a liga de cobre e estanho (bronze), e finalmente o ferro. Com o uso dos metais, as armas são aprimoradas, dando condições para a formação dos grandes impérios da antiguidade. Nesse momento surge a escrita, por volta de 4000 a.C., o que determina o fim da pré-história e o começo da história.

O que é preciso saber sobre a pré-história: período antes da criação da escrita, informações por achados arqueológicos, no paleolítico os homens moravam em cavernas e eram nômades, no neolítico passaram a morar em palafitas e a desenvolver a agricultura (revolução agrícola), na idade dos metais passa-se a moldar metais.

A antiguidade oriental
Fazem parte da antiguidade oriental as civilizações que se desenvolveram no oriente e no oriente médio. A maior parte delas apresenta grandes semelhanças, mas cada civilização apresentou seu diferencial.
As civilizações orientais eram governadas por reis absolutos, muitos com poder justificado de forma divina, como no caso dos faraós no Egito. A economia era movida pela agricultura, praticada no modo de produção asiático, pelo qual a população camponesa servia coletivamente ao Estado (servidão coletiva).
A sociedade sempre se dividia nas seguintes camadas: os "privilegiados" (família do rei, ricos, letrados e sacerdotes) ficavam no topo da sociedade. Logo abaixo vinham os camponeses e outras pessoas livres, e abaixo vinham os escravos.
O que é preciso saber sobre a antiguidade oriental: semelhanças entre as civilizações orientais: governo absoluto, modo de produção asitático, servidão coletiva, sociedade dividida entre os privilegiados, camponeses e escravos.

O Egito
A civilização egípcia se desenvolveu graças ao rio Nilo, que com suas inundações anuais, possibilitou a agricultura em suas margens, mesmo estando no meio do deserto. Os egípcios se destacaram na construção das pirâmides, ordenadas pelos faraós e na mumificação dos corpos. Muitas múmias estão em perfeito estado de conservação até os dias de hoje. Destacaram-se também na criação do papiro, um tipo de papel usado pelos egípcios, além da criação do sistema de escrita hieroglífico, traduzido por Champollion através da Pedra Roseta, que continha o mesmo texto escrito em grego e hieroglífico.
O que é preciso saber sobre o Egito: importância do rio Nilo, pirâmides, mumificação, papiro, hieroglifos.
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