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Mostrando postagens com o rótulo Redes

Neutralidade de Rede

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O Marco Civil da Internet, aprovado, sancionado e publicado no dia 23 de Abril de 2014 sob número de Lei 12.965/2014, consolidou direitos, deveres e princípios para a utilização e o desenvolvimento da internet por empresas, governos, organizações da sociedade civil e por um crescente número de pessoas. Contudo, segundo o artigo 32 da lei, o texto legal entrará em vigor somente 60 (sessenta) dias após sua publicação. Ainda, com relação à sua eficácia, prevê no seu Art. 3º e 9º que, por se tratar de um marco geral da Internet, será regulamentado através de Decreto. Cumpre esclarecer que O art.9º, §1º da Lei dispõe que, para regulamentar o tema, a Presidência deverá ouvir a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e o Comitê Gestor da Internet (CGI). Seu objetivo é promover a universalização da internet, garantindo o acesso à rede e a informação a todos e,  ainda, fomentar a inovação e a ampla difusão das tecnologias, com o estabelecimento de padrões tecnológicos  (...

Identificação de Usuários nas prestadoras de banda larga fixa e móvel

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Identificação de Usuários nas prestadoras de banda larga fixa (serviço de comunicação multimídia) e móvel (serviço móvel pessoal). Antes de abordar propriamente o tema é importante realizar uma revisão sobre os principais conceitos envolvidos. O que é o IP? IP é a abreviação, em inglês, de Protocolo Internet. Um protocolo nada mais é do que a definição do conjunto de regras e códigos utilizados pelos computadores para se comunicarem em uma rede. No Protocolo Internet, uma dessas regras diz que cada um deles deve ser identificado de maneira unívoca, através de um número, que também leva o nome de IP. Não pode haver mais de um computador usando o mesmo IP em toda a Internet, o que permite que os dados sejam sempre encaminhados ao destino correto. Pode-se fazer uma analogia entre o número (ou endereço) IP e o endereço, no mundo real e físico, de uma casa. Assim, o protocolo IP pode também ser comparado ao conjunto de regras de trânsito, mapas e sinalização que permi...

Ondas de rádio torcidas competem com fibras ópticas

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Redação do Site Inovação Tecnológica - 18/09/2014 As ondas de rádio giram em seu próprio eixo, compactando vários feixes, ou múltiplos canais de dados. [Imagem: Alan Willner/USC Viterbi] Ondas de rádio torcidas Quando alguns físicos conseguiram criar feixes de luz torcida  há alguns anos, muitos de seus colegas torceram o nariz e tentaram oferecer outras explicações para os resultados obtidos. O veredito final é que, no início deste ano, essa manipulação dos feixes de luz permitiu experimentos de um  novo tipo de banda larga capaz de transmitir 44 filmes HD por segundo . Agora, Yan Yan e seus colegas da Universidade do Sul da Califórnia conseguiram alcançar velocidades inéditas aplicando a mesma técnica às ondas de rádio - eles geraram ondas de rádio torcidas. Da mesma forma que ocorre na luz torcida, é possível inserir uma quantidade muito maior de informações nas ondas torcidas de rádio. O experimento dá suporte ao trabalho pioneiro, mas muito criti...

Classificação das Redes de Comunicação

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A classificação mais frequente baseia-se na área – geográfica ou organizacional e aí entram os termos que normalmente ouvimos: LAN, MAN, WAN, PAN…etc. Vamos então passar a explicação simples de algumas definições mais comuns: LAN  ( Local  Area Networks ) – também designadas de redes locais, são o tipo de redes mais comuns uma vez que permitem interligar computadores, servidores e outros equipamentos de rede, numa área geográfica limitada (ex. sala de aula, casa, espaço Internet, etc). MAN  ( Metropolitan  Area Networks ) – permitem a interligação de redes e equipamentos numa área metropolitana (ex. locais situados em diversos pontos de uma cidade). WAN  ( Wide  Area Netwoks ) – permitem a interligação de redes locais, metropolitanas e equipamentos de rede, numa grande área geográfica (ex. país, continente, etc). PAN ( Personal  Area Networks) –  também designadas de redes de área pessoal, são redes que usam tecnologias de rede sem...

DWDM

O DWDM é um novo sistema que multiplexa múltiplos comprimentos de onda (ou cores de luz) que serão transmitidos através de uma única fibra óptica. O sistema de multiplexação funciona como um prisma, como apresentado abaixo. É um sistema que utiliza um canal comum para transmitir outros pequenos canais de comunicação de uma ponta a outra. Cada comprimento de onda é um canal separado, que multiplica a capacidade de transmissão da fibra. A capacidade de transmissão de dados pode ser incrementada de diversas maneiras, entre elas temos: Instalação de fibra nova: esta prática não é viável devido às limitações de produção e custo muito altos. Através do método TDM (Time Division Multiplexing): multiplexação dos sinais (voz, dados, imagem) no domínio do tempo com taxas cada vez maiores (2,5 Gbps, 10 Gbps). A multiplexação se faz com o envio sincronizado de partes dos dados. O tempo é dividido em pequenos intervalos nos quais cada fonte transmite pedaços de seus dados por vez. O uso dessa...

Redes -

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Como os temas MPLS, Tunel TE e LDP têm crescido nos últimos concursos segue uma breve explanação sobre essa Tecnologia. Túnel MPLS TE e o LDP A Figura abaixo exemplifica uma rede MPLS. Os roteadores A e E são os PEs, Provider Edges, que possuem a VRF que recebe os pacotes IP do usuário. Os roteadores B, C e D são Ps, Providers, na arquitetura MPLS. Há um túnel TE entre o Headend B e o Tailend D. Para exemplificar, não há MPLS habilitado na interface do túnel (comando mpls ip na interface tunnel). Logo não haverá label LDP no túnel. Como mostrado na Figura acima, o PE A recebe o pacote IP e, então, sua FIB encapsulará tal pacote no stack de labels LDP e VPN, onde o label LDP é o top label. Entre os roteadores A e B tem-se a comutação normal da aplicação MPLS VPN com dois labels. O pacote, ao chegar no Headend B, sofrerá label swapping no top label: o label LDP é retirado e então o label TE (que veio pelo RSVP) é inserido em seu lugar (admitindo aqui que a interface de saíd...

Protocolo ARP

Address Resolution Protocol ou ARP é um protocolo usado para encontrar um endereço Ethernet (MAC) a partir do endereço IP. O emissor difunde em broadcast um pacote ARP contendo o endereço IP de outro host e espera uma resposta com um endereço MAC respectivo. Cada máquina mantém uma tabela de resolução em cache para reduzir a latência e carga na rede. O ARP permite que o endereço IP seja independente do endereço Ethernet, mas apenas funciona se todos os hosts o suportarem. O ARP pode trabalhar com outras camadas de enlace, além do Ethernet e outras camadas de rede, além do Protocolo IP. A alternativa para as máquinas que não suportem ARP é um pré-mapeamento (estático) dos endereços. Ao processo inverso dá-se o nome de RARP (Reverse ARP). Nota: arp é também o nome de um comando Unix que permite consultar e manipular o cache de ARP do kernel do sistema operativo. Obs: Apagar o cache arp do Vista Clique com o botao direito do mouse no console e escolha executar como administrador Dentro d...

Redes - Netstat

Este comando mostra informações sobre o estado da rede. É um programa que acessa estruturas de dados relacionadas na rede de dentro do kernel, fornecendo em formato ASCII relatórios da tabela de roteamento, conecções TCP, escuta TCP e UDP, e protocolo de gerenciamento de memória. Para ler as tabelas de roteamento do kernel o netstat acessa a memória do sistema operacional. Nenhuma restrição há quanto ao hardware e quanto ao softwares devem ser BSD UNIX ou OS relacionado, ou VMS. Sua disponibilidade é por via FTP anônimo através de uunet.uu.net, em diretório bsd-sources/src/ucb. Dependendo das opções selecionadas vários formatos são exibidos. Sua sintaxe é: netstat [ - anv ] [system] [core] netstat [ -s | -i | -g | -m | -p | - I interface | -f address family ] [ -n ] [ interval ][ system ] [core] netstat -r [ - anv ] [system] [core] netstat -M [ -ns ] [system] [core] a) Primeira forma: exibe uma lista de sockets para cada protocolo; b) Segunda forma: seleciona uma das entre várias outra...

TOPOLOGIA SNA (System Network Architecture)

O SNA é uma arquitetura de comunicação de dados proprietária (IBM) classificada como hierárquica ou vertical.Esta classificação fica caracterizada devido às suas funções estarem centralizadas em um método de acesso de comunicação.Esta arquitetura está estruturada em camadas (layers).O SNA define formalmente as responsabilidades de cada componente do sistema de comunicação (hardware e software), apresentando um formato de mensagem específico, bem como procedimentos de controle de fluxo e protocolos de estabelecimento de sessão.Componentes do Sistema de comunicação de dados: Processador central (HOST) - Executa o gerenciamento da rede hospedando o método de acesso e os subsistemas de aplicação. Tem por finalidade executar o armazenamento e o processamento da informação."MAINFRAME" Controladora de Comunicação (CCU) - Executa o programa de controle de rede, gerenciando as linhas de comunicação abrangendo diversos protocolos. Executa serviços de "bufferização", controlan...

Questões Comentadas - Redes PF

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QUESTÃO 82 - Prova Azul - PCF03 - 2004 A figura acima ilustra parte da janela de um analisador de rede mostrando os dados de uma conexão TCP entre os hosts A (10.0.0.20) e B (164.0.0.130). Considerando que esses hosts tenham apenas os endereços IP mencionados, julgue os itens a seguir. 82 - Os endereços MAC dos hosts A e B são, respectivamente, 00:01:F4:96:50:7F e 00:80:5F:31:D9:7C. GABARITO: ERRADA JUSTIFICATIVA DADA PELA BANCA PARA RECURSOS: ITEM 82 – mantido. 00:80:5F:31:D9:7C não pode ser o endereço MAC de B, pois há um roteador entre os hosts. O que eu não entendi é como eu posso afirmar que o MAC 00:80:5F:31:D9:7C não é o de B, pois pelo que entendi, se o pacote capturado estivesse indo de um roteador para o B, então este MAC seria sim de B. Alguém poderia me ajudar? A comunicação entre 2 hosts particpantes de redes lógicas diferentes(10.0.0.0 e 164.0.0.0) deve ocorrer através de roteadores/gateways/firewalls, logo, não há como conter naquele pacote selecionado o MAC dos 2 hosts ...

Management Information Base - MIB

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Antes de definir o que é uma MIB, introduziremos o conceito de objetos gerenciados. Um objeto gerenciado é a visão abstrata de um recurso real do sistema. Assim, todos os recursos da rede que devem ser gerenciados são modelados, e as estruturas dos dados resultantes são os objetos gerenciados. Os objetos gerenciados podem ter permissões para serem lidos ou alterados, sendo que cada leitura representará o estado real do recurso e, cada alteração também será refletida no próprio recurso. Dessa forma, a MIB é o conjunto dos objetos gerenciados, que procura abranger todas as informações necessárias para a gerência da rede. O RFC - Request For Comment 1066 apresentou a primeira versão da MIB, a MIB I. Este padrão explicou e definiu a base de informação necessária para monitorar e controlar redes baseadas na pilha de protocolos TCP/IP. A evolução aconteceu com o RFC 1213 que propôs uma segunda MIB, a MIB II, para uso baseado na pilha de protocolos TCP/IP. Basicamente são definidos três t...