Atualidades - 24/08

O Globo:
Cada medalha custou R$ 53 milhões à União
Comércio nas favelas fatura R$ 3 bi por ano
Supersimples formaliza 500 mil empresas

Folha de S. Paulo:
Diferença Alckmin/Kassab cai à metade
Gasto maior com servidor afetará orçamento de sucessor de Lula
Caso Marcela deve dominar discussão no STF

O Estado de S. Paulo:
Governo quer evitar farra com royalties do petróleo
Roraima teme revolta dos índios com decisão do STF
Hospitais de SP já fazem check-up em adolescentes



Cada medalha custou R$ 53 milhões à União
Quando as Olimpíadas de Pequim terminarem, hoje, às 9h (de Brasília), o Brasil vai bater um novo recorde. Nunca o governo federal gastou tanto com uma preparação para os Jogos. De forma direta, através da Lei Piva, que determina repasse de 2% das loterias federais, ou indireta, pelas estatais, o Comitê Olímpico Brasileiro e as confederações esportivas receberam no ciclo olímpico, de quatro anos, R$ 692 milhões. O que dá cerca de R$ 53 milhões por cada uma das 13 medalhas do país – excluídas as duas do futebol, que não recebe dinheiro público. O deputado federal Miro Teixeira(PDT-RJ) pedirá abertura de CPI. (pág. 1)

Comércio nas favelas fatura R$ 3 bi por ano
Longe da imagem romântica do barracão de zinco perto do céu, as favelas do Rio alimentam hoje um mercado paralelo, cujos serviços e comércio faturam por ano R$ 3 bilhões. (págs. 1, 18 a 24)

Supersimples formaliza 500 mil empresas
Em um ano de Supersimples – que unifica tributos federais, estaduais e municipais -, 500 mil empresas se formalizaram: 1.520 por dia útil. Desde julho de 2007, a arrecadação de micro e pequenas empresas teve alta de 44%. (págs. 1, 35 e 36)

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Folha de S. Paulo

Diferença Alckmin/Kassab cai à metade
Pesquisa Datafolha revela que caiu à metade a vantagem do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) sobre o prefeito Gilberto Kassab (DEM) na corrida eleitoral paulistana. A diferença, que há um mês era de 21 pontos, diminuiu agora para 10. (págs. 1, A4 e A9)

Gasto maior com servidor afetará orçamento de sucessor de Lula
Pacote do governo federal para elevar o salário de servidores ativos e aposentados abortou o ajuste dos gastos com pessoal que deveria ter sido iniciado neste ano pelo governo Lula e deixará uma conta que será paga em parte por seu sucessor. (págs. 1 e B5)

Caso Marcela deve dominar discussão no STF
O caso Marcela de Jesus, diagnosticada como anencéfala e que viveu quase dois anos, deve dominar debate sobre o aborto de fetos com anencefalia, que começa nesta semana no Supremo Tribunal Federal. Até novembro, a corte julgará a legalização da prática nesses casos. (págs. 1 e cotidiano)

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O Estado de S. Paulo

Governo quer evitar farra com royalties do petróleo
O governo pretende estabelecer controles rígidos sobre o uso do dinheiro do petróleo descoberto na camada do pré-sal, informam de Brasília as repórteres Lu Aiko Otta e Vera Rosa. O temor é de que a multiplicação dos royalties transferidos a prefeituras produza uma farra de gastos. Impressionou o Planalto estudo da Universidade Cândido Mendes, do Rio,mostrando que hoje a maior parte da receita do petróleo é gasta pelos prefeitos com contratação de funcionários e repasses a ONGs. O novo modelo vai limitar as possibilidades de aplicação dos royalties. "Não podemos nos comparar como novos ricos e sair torrando o dinheiro", diz o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. Os recursos também poderão ser redistribuídos a outros municípios, e não só aos que têm poços de petróleo. (págs. 1, B1, B4, B5, B8 e B9)

Roraima teme revolta dos índios com decisão do STF
As forças de segurança estão de prontidão em Roraima. O receio é de uma onda de violência na terra indígena Raposa Serra do Sol a partir de quarta-feira, quando o STF julgará a demarcação da reserva. Os índios lutam pela demarcação contínua de 1,7 milhão de hectares e pretendem levar a Brasília um grupo de mil pessoas para acompanhar o julgamento. (págs. 1 e A12)

Hospitais de SP já fazem check-up em adolescentes
Hospitais de São Paulo já oferecem o serviço de check-up para adolescentes. Com exames e entrevistas, são investigados aspectos físicos, genéticos e comportamentais, para incentivar a adoção de um estilo de vida saudável. "É mais fácil ensinar alguém a se cuidar aos 15 anos do que aos 60", diz a cardiologista Danieli Haddad. (págs. 1 e A28)

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Jornal do Brasil

O golpe do leilão contra aeroviários
O Sindicato Nacional dos Aeroviários perdeu sua sede, com 17 salas, no Edifício Inúbia, centro do Rio, para o advogado Marlan de Moraes Marinho Jr., conhecido por uma série de operações de tráfico de influência no Poder Judiciário. Ligado ao juiz-irmão, arrematou por R$ 280 mil imóveis avaliados em cerca de R$ 800 mil. (págs. 1, Tema do dia, A2 e A3)

Quando os royalties vão para o caixa
Razão de cobiça entre Estados e objeto de proposta de mudança na sua distribuição, o dinheiro recebido de royalties do petróleo pela União tem servido para fazer caixa do Tesouro. Levantamento feito pela ONG Contas Abertas, a pedido do JB, informa que o governo federal deixou de aplicar 96% do que ganhou. (págs. 1. Economia, E1 e E2)

Fernando Gabeira: "Os sonhos mudam"
Sexto candidato à prefeitura sabatinado pelo JB, Fernando Gabeira (PV) recusa a idéia de que é inexperiente para administrar a cidade, defende bom diálogo com Lula e Sérgio Cabral e afirma que o sonho mudou: para ele, a grande questão carioca não é a legalização da maconha, mas a reformulação da política. (págs. 1, Eleições, A8 e A9)

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Correio Braziliense

Corrupção, a doença da saúde
Primeira reportagem da série feita pelo Correio/Estado de Minas mostra como um quarto dos R$ 1,6 bilhão investidos pelo governo federal nos últimos quatro anos foi desviado no caminho entre a boca do caixa e a população. Dinheiro serviu para festas e até compra de abadás. (págs. 1, Tema do Dia, 2 a 4)

Operação mão-de-obra
Gravações em inquérito sobre licitações no senado indicam que diretor-geral e primeiro-secretário sabiam do esquema. (págs. 1 e 5)

Bravos pracinhas
Documentos secretos revelam as condições precárias em que os soldados brasileiros foram mandados para a 2ª guerra. (págs. 1, 14 e 14)

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Valor Econômico

Tesouro deve capitalizar o BNDES em até R$ 15 bi
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) negocia com o Tesouro um reforço de R$ 15 bilhões para atender a demanda por financiamento neste ano, além dos R$ 12,5 bilhões que recebeu a título de empréstimo do próprio Tesouro no primeiro semestre. A diretoria do banco também discute com um grupo de ministros como resolver os problemas de funding para os próximos anos, dada a expectativa de procura crescente por financiamentos.

A solução visível, hoje, é lançar mão de parte dos recursos do Fundo Soberano do Brasil (FSB), cujo projeto de criação tramita no Congresso, indicou o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, ao Valor. Ele lembrou que isso esteve na origem da discussão do FSB, mas a crise externa e o receio de uma aceleração inflacionária foram mudando o formato do fundo.

"A orientação do presidente Lula é de abastecermos de financiamentos a indústria, financiar seus projetos de expansão. Só para os projetos privados de infra-estrutura do PAC o BNDES está emprestando este ano quase R$ 40 bilhões. O debate que temos no governo é como suprir o funding do banco", diz Bernardo.

Apesar de o dinheiro do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), a principal fonte de recursos do banco, estar crescendo bastante, ele não seria suficiente para cobrir o buraco entre a oferta e a demanda por financiamentos, que hoje beira R$ 40 bilhões. Só de apropriação de dividendos devidos ao Tesouro o BNDES obteve mais de R$ 10 bilhões entre 2006 e 2007.

O Ministério do Planejamento, no entanto, encomendou às empresas estatais, este ano, R$ 5 bilhões a mais em pagamento de dividendos sobre o realizado em 2007, para cumprir a meta de superávit primário deste ano. Diante disso, o ministro não sabe se o governo poderá novamente dispensar o BNDES do pagamento de dividendos.

Técnicos do Tesouro montam uma engenharia financeira para transferir do FGTS para o BNDES algo como R$ 10 bilhões a R$ 15 bilhões em papéis conhecidos como títulos CVS, que são emitidos pelo Tesouro para quitar dívidas dos subsídios concedidos pelo antigo Sistema Financeiro da Habitação à medida que vão vencendo os prazos dos financiamentos. (págs. 1 e A2)

Planalto articula uso político do pré-sal em 2010
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tomou a iniciativa de politizar a discussão do pré-sal de olho em sua sucessão. Lula tirou o assunto da esfera técnica e o colocou na agenda política, criando, a dois anos da eleição presidencial, o principal mote da campanha de seu candidato favorito à sucessão - a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. A expectativa é de que, assim como seus adversários não defenderam as privatizações em 2006, também ficará a salvo de contestação sua proposta de deixar a riqueza do pré-sal com o Estado para destiná-la a áreas como a educação. O PSDB considera eleitoreira a intenção do governo. (págs. 1 e A6)

Importação tende à estabilidade
O ritmo de crescimento da importação de bens intermediários ficou estável nos últimos 12 meses, período em que a produção local de insumos e matérias-primas ganhou velocidade. Para economistas, a maturação de investimentos feitos nos últimos anos no setor de intermediários permitiu à indústria nacional voltar a atender o produtor de bens finais. Além disso, o fim do processo de valorização do real inibiu a procura por novos fornecedores externos, favorecendo o produtor doméstico.

O ritmo de produção na indústria de transformação passou de 3,9% no acumulado de 12 meses até junho de 2007 para 6,7% em igual comparação até junho deste ano, segundo o IBGE. No mesmo período, a quantidade importada de bens intermediários oscilou próxima a 20%, de acordo com dados da Funcex.

"A retomada do investimento em anos recentes contribuiu de forma significativa para a expansão da produção", disse David Kupfer, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Para Fernando Ribeiro, economista da Funcex, as importações reagiram mais rápido que a produção em meados de 2007 e agora voltam ao padrão histórico. (págs. 1 e A3)

Transações correntes
O déficit em transações correntes do país atingiu US$ 2,111 bilhões em julho. O resultado negativo acumulado no ano – e também em 12 meses – chega a US$ 19,5 bilhões. Incluídos os investimentos estrangeiros, o balanço de pagamentos no ano é superavitário em US$ 21,6 bilhões. (págs. 1 e C2)


Idéias – Maria Cristina Fernandes
Número de indecisos é menor onde há programa eleitoral gratuito na TV. (págs. 1 e A6)


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Gazeta Mercantil

Nyse busca mais empresas brasileiras
Apesar da crise no mercado financeiro dos Estados Unidos, as companhias brasileiras têm se destacado na Bolsa de Nova York (Nyse). O volume médio diário de negociação dos American Depositary Receipts (ADRs) das 33 empresas do Brasil neste ano é de US$ 4 bilhões, o dobro da média registrada em 2007.

"O investidor americano está olhando para o mercado brasileiro e comprar ADR das empresas é como uma prévia para investir no Brasil, um instrumento de entrada", afirma Alexandre Ibrahim, diretor da Nyse Euronext para a América Latina.

O Brasil tem apenas 37,5% das companhias da América Latina na Nyse, mas responde por 66,7% do volume médio diário de negociação do bloco neste ano.

"Na América Latina, a estratégia é estabelecer um relacionamento com as empresas locais e ser o melhor parceiro possível, para trazer aquelas que estejam prontas para se listar em Nova York", diz Ibrahim. (págs. 1 e B1)

País fecha julho com déficit de US$ 2,11 bilhões
O Brasil fechou o mês de julho com déficit em conta corrente de US$ 2,11 bilhões. Esse resultado reflete uma ligeira desaceleração em relação aos US$ 2,596 bilhões apurados em junho. De acordo com dados do Banco Central (BC), esse comportamento decorre da perda de ritmo das remessas de lucros e dividendos e da melhora do saldo da balança comercial, que fechou o mês passado em US$ 3,3 bilhões.

Com esse resultado, o acumulado do ano até julho ficou deficitário em US$ 19,512 bilhões e reverteu o superávit de US$ 1,695 bilhão de igual período em 2007. De acordo com Altamir Lopes, chefe do Departamento Econômico do BC, as projeções do banco indicam que os Investimentos Estrangeiros Diretos (IED) devem alcançar US$ 5,2 bilhões em agosto, puxados pela área de mineração. (págs. 1 e A4)


Trabalho - Desemprego sobe para 8,1% em julho (págs. 1 e A5)

Área do pré-sal faz jorrar disputas por royalties
Preocupados com uma provável queda na arrecadação de seus estados, os governadores do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), do Espírito Santo, Paulo Hartung (PT), e do Sergipe, Marcelo Déda (PT), saíram em defesa da manutenção da atual lei do petróleo, sobretudo no que se refere à distribuição de royalties da área de exploração da camada do pré-sal da bacia de Santos. No Congresso, a bancada fluminense também se arma contra as mudanças.

Mudar as regras do jogo em função do pré-sal pode resultar na fuga de investimentos privados no setor, além na desvalorização das ações da Petrobras, disseram ontem analistas. "Não gosto da idéia", afirma o diretor da Ágora, Álvaro Bandeira, referindo-se à possibilidade de abrir uma nova empresa para gerenciar os negócios na promissora região produtora.

Segundo ele, as novas reservas só foram descobertas porque o governo quebrou o monopólio de exploração, abrindo espaço para grupos estrangeiros. Há preocupações no mercado financeiro, também, quanto aos direitos dos 400 mil acionistas da Petrobras. Ontem, a Statoil, gigante norueguesa, disse estar à espera de definições no Brasil para também entrar na área do pré-sal. (págs. 1, A7, A8, B1 e C4)

Produtor de soja ganha mais com hedge próprio
Tradicionalmente feitas por tradings, as operações de hedge de soja na Bolsa de Chicago (CBOT) vêm ganhando adeptos entre produtores. A estimativa da consultoria FCStone é de que 3% a 4% desta safra de soja será negociada diretamente por produtores na bolsa americana. Na temporada passada, esse percentual ficava entre 1% e 2%. O megaprodutor Eraí Maggi é o novo adepto dessa operação. Produtores que usam a ferramenta registram ganhos líquidos de 11% em relação às vendas antecipadas para tradings, que sempre vêm acompanhadas de deságios. (págs. 1 e C8)

Há falta de contêineres em Paranaguá
O crescimento das exportações já provoca falta de contêineres em alguns portos brasileiros, principalmente dos modelos refrees, utilizados no transporte de cargas congeladas e refrigeradas. Segundo o diretor do Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP), Juarez Moraes, o Brasil é um grande exportador de carnes e frutas, mas não importa uma quantidade significativa de produtos congelados. Os contêineres refrees estão saindo e acabam não voltando para o País por causa dessa falta de movimento no sentido inverso", alerta o diretor do TCP.

Segundo Moraes, as 13 empresas afiliadas à Associação Brasileira de Terminais de Contêineres (Abratec), em cujas instalações transitam 98% das cargas conteinerizadas movimentadas no País, estão operando no limite por causa do crescimento das exportações. "Em Paranaguá, esse tipo de operação cresceu 50% em 2007 e no semestre aumentou 16%", disse. (págs. 1 e C3)

Primeiro Plano – Cotas de Nepotismo
Deputados e senadores começaram ontem a assinar os pedidos de exoneração de filhos, mulheres, irmãos, sobrinhos, cunhados e netos, conseqüência da decisão do STF que proibiu a contratação de parentes. Mas já há quem defenda a criação de cotas. (págs. 1, A9 e A10)

Primeiro Plano – IMPSA investe R$ 1,2 bi em eólica
A multinacional Argentina IMPSA anunciou investimentos de R$ 1,2 bilhão na construção de 10 parques eólicos em Santa Catarina. As usinas serão instaladas na região serrana e no oeste do estado, até o fim de 2009, e irão gerar 218 megawatts. (págs. 1 e C5)

Primeiro Plano – Ações do agronegócio em queda
Os investidores que apostaram nos papéis das empresas agrícolas desde o dia 30 de junho saíram perdendo. Na média, o segmento do agronegócio recuou 17%, ante os 13,9% do Índice Bovespa no período. (págs. 1 e C8)


Primeiro Plano – Álcool de batata-doce
A CantorCO2e e o Instituto Ecológica preparam a implantação, ainda este ano, de uma usina para produzir etanol a partir da batata-doce e da mandioca na cidade de Porto Nacional (TO). (págs. 1 e Investnews.com.br)

Microcrédito - Com 70% da carteira no Nordeste, Real investe para crescer em outras regiões (págs. 1 e B2)

Fim de semana - No rádio e na TV, uma testemunha histórica
Jornalista e professor da PUC do Rio Grande do Sul, Luciano Klöckner lança terça-feira (26), em Porto Alegre, "O Repórter Esso — A Síntese Radiofônica Mundial que Fez História". No livro, o autor resgata a história de um dos programas jornalísticos mais importantes do País, iniciado em 1941 na Rádio Nacional e que só saiu do ar, já na TV, nos anos 60. Além de mostrar a influência que o Repórter Esso exerce até hoje, Klöckner desvenda pontos obscuros entre o programa e a influência da indústria do petróleo norte-americana no Brasil. (págs. 1, D1 e D2)

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Veja

Abertura Made in China – A vida em um país onde a liberdade chegou à economia mas só Deus sabe se chegará à política

O vôo de Maurren para o sucesso – Depois do drama da suspensão por doping, uma medalha de ouro inédita
Entrevista - Ricardo Hausmann – A poupança do pré-sal
Professor de Harvard afirma que o Brasil não pode cair no erro da Venezuela de gastar, "aqui e agora", as receitas do petróleo. É preciso guardá-las para as gerações futuras. (págs. 17 a 22)

A calma é só aparente...
Agora adeptos do "ativismo judicial", os ministros do STF ocupam espaços no Legislativo e assumem seu papel político.
(págs. 60 a 64)

Sabia ou não sabia? Sabia...
...mas sabia só um pouco. Essa é a lógica empregada pelo diretor da Abin. Paulo Lacerda, em depoimento em que admitiu o que tinha negado: houve arapongas na Operação Satiagraha. (págs. 66 e 57)

O recado de Garanhuns
O presidente Lula é quase uma unanimidade em sua terra natal, mas isso não seria suficiente para eleger o seu sucessor. O preferido lá ainda é o tucano José Serra. (págs. 68 e 69)


Mudança para melhor
Câmara aprova projeto que cria cadastro nacional de crianças e famílias e vai facilitar a adoção no Brasil. (págs. 70 a 72)

O golpe do século
O partido comunista chinês é a mais formidável máquina de cooptação social já criada: mudou a China para que tudo continuasse como era. (págs. 134 a 142)

O padre que não é santo
O lado desconhecido do ex-guerrilheiro das Farc que conseguiu refúgio no Brasil, apesar das acusações de assassinato e seqüestro. (págs. 102 a 105)

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Época

As 100 melhores empresas para trabalhar – O guia essencial para sua carreira

Especial Olimpíadas – A história de superação de Maurren Maggi rumo ao ouro – e o que o Brasil precisa fazer para se tornar uma potência olímpica
Por que a educação não dá voto?
O resultado das urnas no passado revela que o eleitor de baixa renda costuma dar prioridade ao bolso – e não à escola. Como é possível mudar isso. (págs. 42 a 45)

A vez de Martinha paz e amor
Beneficiada pelo racha dos tucanos, Marta Suplicy atenuou a imagem de briguenta e – com a ajuda da popularidade de Lula – tornou-se a líder na disputa paulistana. (págs. 46 e 47)

Chega de filho, mulher, irmão...
Uma decisão do Supremo proíbe a contratação de parentes na máquina pública. Agora, falta acabar com a proliferação de cargos de confiança.(págs. 48 a 50)

A tribo quer dinheiro
Um grupo indígena cobra uma indenização milionária do governo de Brasília para deixar uma área valorizada da capital. (págs. 54 a 56)

Entrevista Baltasar Garzón – "Para tortura não há anistia"
O juiz espanhol que caça ditadores diz que investigar crimes contra a humanidade fortalece a democracia.(págs. 58 a 60)

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ISTOÉ

Exclusivo – Os documentos da denúncia – O operador – Romênio Pereira, secretário nacional do PT, é acusado pelo Ministério Público de estar à frente de um esquema que desviou R$ 700 milhões

O plano Jobim – Ministro revela mudanças nas Forças Armadas
Bilionários – Como vive a nova geração dos muito ricos

Entrevista Luiz Eduardo Greenhalgh – "O Brasil não está pronto para punir torturadores"
Advogado que defendeu presos políticos prega um pacto como o da África do Sul, onde a verdade eliminou as penas. (págs. 5 a 7)

O novo operador do orçamento
O secretário nacional do PT, Romênio Pereira, é acusado de participar de quadrilha que desviou mais de R$ 700 milhões dos cofres públicos. (págs. 30 a 34)

O fim do nepotismo
Decisão do STF obriga políticos a demitir milhares de parentes.(pág. 38)

As Forças Armadas segundo Jobim
Plano de Defesa Nacional prevê França como parceira estratégica e tecnológica na Marinha, Aeronáutica e Exército. (págs. 42 e 43)

A estranha história do Homem-Bomba
Hugo Chicaroni tem duas versões: uma contra Daniel Dantas e outra contra Protógenes Queiroz. Onde está a verdade? (págs. 44 a 46)

Genoino quer voltar a ser Genoino...
... ou quase. O deputado pretende resgatar sua imagem abalada pelo Mensalão. (págs. 50 a 52)

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ISTOÉ Dinheiro

Estamos contratando – As maiores empresas do Brasil enfrentam o desafio inédito de recrutar milhares de pessoas de uma só vez num mercado aquecido. E constatam: sobram empregos e faltam talentos

Entrevista Edison Lobão - "Todo país que achou petróleo mudou a lei"
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, diz que "o oceano de reservas" encontrado no pré-sal do mar brasileiro justifica a mudança da legislação sobre o petróleo. Mas garante que nenhum contrato já assinado será descumprido. "Não há razão para inquietude", afirmou. (págs. 24 a 28)

A era das supercontratações
As grandes empresas enfrentam um desafio inédito: o de recrutar milhares de pessoas de uma só vez e encontrar talentos num mercado de trabalho bastante aquecido. (págs. 36 a 42)

Empresários contra o câncer
O que a luta do vice José Alencar ensina aos empreendedores que enfrentaram a maior batalha de suas vidas. (págs. 44 a 47)

Minc cava seu primeiro bilhão
Nunca uma autoridade aplicou tantas multas como o ministro do Meio Ambiente. Será que elas serão pagas? (págs. 48 e 49)

Os espinhos da Ecodiesel
Maior produtora de biodiesel do País, a Brasil Ecodiesel sofre com o aumento dos custos e a queda nas vendas do combustível. (págs. 68 e 69)

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CartaCapital

Clube militar – O debate da anistia rumo ao hospício

Reaparecem delírios golpistas, teses mirabolantes e velhos preconceitos. Chefes de farda silenciam e o governo atua como bombeiro.

Em São Paulo, o juiz Baltasar Garzón reafirma a necessidade de punir os torturadores.

Jatene um grande médico diagnostica males do Brasil.
Circo ou Hospício?
Anistia 1 – Transcrições de discursos no Clube Militar revelam pendores golpistas, teses mirabolantes e autoritarismo explícito. (págs. 22 a 25)

Um direito Universal
Anistia 2 – Em visita ao Brasil, o juiz Baltasar Garzón defende a punição a torturadores. (págs. 26 a 28)

A tempestade não terminou
Bolsa – Analistas dizem que EUA, Europa e China provocarão mais ondas de histeria. (págs. 32 e 33)

Doenças do Brasil
Entrevista – O ex-ministro Adib Jatene diz que o sistema de saúde perpetua as desigualdades e defende maior intervenção pública. (págs. 34 a 37)

Diagnóstico preciso
Pesquisa – Equipe de notáveis coordenada por Jatene radiografa as iniqüidades do setor e propõe a gestão centralizada dos projetos. (págs. 38 e 39)


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EXAME

A fortuna do petróleo

As novas reservas da costa brasileira podem transformar – para melhor – a economia do país. Mas, para chegar lá, será preciso mais tecnologia e dinheiro e menos ideologia
A riqueza do fundo do mar
Com mais tecnologia e dinheiro e menos ideologia, as gigantescas reservas descobertas na costa brasileira podem transformar para sempre a economia do país. (págs. 22 a 28)

Maior e mais poderosa
Para transformar o petróleo das profundezas do oceano em riqueza, a Petrobrás terá, primeiro, de transformar a si própria. (págs. 32 a 37)

A bilionária saga do pré-sal
Encontrar o petróleo no fundo do mar foi o primeiro passo. Agora vem a parte mais difícil: superar o desafio tecnológico para extraí-lo de maneira economicamente viável. (págs. 40 a 44)

O setor privado toma a frente
A estabilidade da moeda e o bom momento da economia estão levando as empresas a intensificar os investimentos em infra-estrutura. (págs. 48 a 50)

Só falta o governo
No Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC, as obras que dependem das empresas andam em ritmo bem mais rápido que a parte oficial. (págs. 52 a 54)

Os militares vão às compras
As Forças Armadas devem receber do governo 6 bilhões de reais para gastar com armas. A questão – o país ganha com isso? (págs. 56 a 58)

Cadê o remédio?
Quase um ano e meio após quebrar a patente de uma droga anti-Aids da Merck, o governo ainda não conseguiu fabricar um genérico. A demora mostra a ineficiência dos laboratórios estatais. (págs. 61 a 64)

"Assim é difícil competir"
A mexicana Mabe planejou seus investimentos no Brasil levando em conta uma decisão tributária do governo federal. Foi então que a vida de seu presidente se transformou em calvário. (págs. 74 a 76)

O nascimento de uma marca
A petroquímica Quattor é um exemplo de como a escolha de um nome e de uma logomarca para uma nova empresa pode ser complexa – seja qual for seu ramo de atuação. (págs. 84 a 86)
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