Rodada de Doha

A rodada de negociações da Organização Mundial do Comércio (OMC) recebeu o nome da capital do Catar, Doha, porque foi lá, em 2001, que as nações começaram a discutir a possibilidade de diminuir as barreiras comerciais e de criar novas regras para o livre comércio no mundo.
De olho nos mercados como o do Brasil e o da Índia, os europeus e os norte-americanos querem que os países emergentes reduzam as taxas de importação dos produtos industrializados e de serviços e, em troca, estes querem que os países ricos reduzam substancialmente subsídios agrícolas. (Lembrando que o Brasil e a Índia lideram o G20, grupo de países emergentes, que busca a abertura nos mercados agrícolas dos Estados Unidos e da União Européia).
Países não têm amigos, e sim interesses. É o lance do toma lá, dá cá.
Demorou sete anos para organizar uma nova reunião desde a última, e a tentativa de se chegar a um consenso fracassou. Nada foi resolvido. Mas ainda há esperanças de acordos futuros.
Se o Brasil realmente conseguir um acordo favorável, será uma grande vitória para a nossa economia. Agora é torcer para que dê certo e para que não atrase muito.

Outras informações:
http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL56974-9356,00.html
http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u309441.shtml
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