Atualidades 12/06/2012

Resumo das Notícias - 12/06/2012
O Globo -  Manchete: BB faz empréstimo inédito para obras no Estado do Rio
Folha de S. Paulo - Manchete: Governo prorrogou sigilo de documentos militares
O Estado de S. Paulo - Manchete: Ministra defende consumo e critica 'miopia ambiental’
Correio Braziliense - Manchete: Perillo no olho do furacão
Valor Econômico -Manchete: Seca prossegue e previsão de perdas passa de R$ 26 bi
Zero Hora -Manchete: Leilão abre caminho para a internet até 10 vezes mais rápida
 
 
O Globo

Manchete: BB faz empréstimo inédito para obras no Estado do Rio
Verba de R$ 3,6 bi financiará metrô, barcas, lagoas, encostas e estradas

Numa operação inédita, jamais realizada com outro estado, o Banco do Brasil vai emprestar R$ 3,6 bilhões ao governo do Rio. O montante, que será liberado em parcelas até 2015, sendo R$ 885 milhões já amanhã, deverá viabilizar projetos importantes como a Linha 3 do metrô (Niterói-São Gonçalo), a despoluição das lagoas da Barra e até a aquisição de barcas. O dinheiro, que será pago em 20 anos, também reforçará o caixa das obras da Linha 4. Durante o dia, chegou-se a anunciar que a reforma do Maracanã ficaria com R$ 200 milhões, mas o estádio, na realidade, receberá este valor da Corporação Andina de Fomento (CAF). No transporte, também serão contemplados o Arco Metropolitano, a recuperação de rodovias, asfaltamento no interior, contenção de encostas na Serra e controle de cheias no Norte Fluminense. (Págs. 1 e 12)
Manchete: BB faz empréstimo inédito para obras no Estado do Rio
Verba de R$ 3,6 bi financiará metrô, barcas, lagoas, encostas e estradas

Numa operação inédita, jamais realizada com outro estado, o Banco do Brasil vai emprestar R$ 3,6 bilhões ao governo do Rio. O montante, que será liberado em parcelas até 2015, sendo R$ 885 milhões já amanhã, deverá viabilizar projetos importantes como a Linha 3 do metrô (Niterói-São Gonçalo), a despoluição das lagoas da Barra e até a aquisição de barcas. O dinheiro, que será pago em 20 anos, também reforçará o caixa das obras da Linha 4. Durante o dia, chegou-se a anunciar que a reforma do Maracanã ficaria com R$ 200 milhões, mas o estádio, na realidade, receberá este valor da Corporação Andina de Fomento (CAF). No transporte, também serão contemplados o Arco Metropolitano, a recuperação de rodovias, asfaltamento no interior, contenção de encostas na Serra e controle de cheias no Norte Fluminense. (Págs. 1 e 12)
Fuzileiros já patrulham principais vias da cidade
No total, 20 mil homens já estão a postos para patrulhar a cidade que vai abrigar, a partir de amanhã, a conferência da ONU. A primeira delegação a chegar, da Tailândia, enfrentou engarrafamentos na Linha Vermelha e a prefeitura anunciou novo esquema de trânsito. O prefeito Eduardo Paes apela para que os cariocas evitem o corredor Barra-Zona Sul. (Págs. 1 e Caderno Especial Rio+20)
Vandana Shiva
A física indiana que participa da Rio+20 diz que aposta mais na mobilização pelas redes sociais do que nos acordos entre governos.(Págs. 1 e Caderno Especial Rio+20)
Multa gigante para vazamentos
A Agência Nacional do Petróleo (ANP) quer mudar a lei para punir com mais rigor as empresas petrolíferas que causarem vazamentos de óleo no mar com danos ao meio ambiente e a vidas humanas. A multa máxima pode chegar a R$ 150 milhões, o que representa 30 vezes mais do que a regra prevê hoje. A multa mínima passará a R$ 30 milhões. (Págs. 1 e Caderno Especial Rio+20)
Terra
Os danos causados pela ação do homem já são tão extensos e significativos que o planeta estaria entrando em nova era geológica, o Antropoceno, segundo o especialista em história ambiental da UFRJ José Augusto Pádua. (Págs. 1 e Caderno Especial Rio+20)
Espanha é submetida a controle de UE e FMI
Ao contrário do que disse o governo da Espanha, autoridades da UE afirmaram que FMI, BCE e Comissão Européia vão supervisionar o pacote de € 100 bi de resgate a bancos espanhóis. O socorro não convenceu e as bolsas globais caíram. No Brasil, o BC não evitou a alta do dólar a R$ 2,057. (Págs. 1 e 19 a 21)
Índia, o primeiro do Bric ameaçado
Com PIB mais fraco e impasse político, a Índia poderá ser o primeiro país do Bric (formado ainda por Brasil, Rússia e China) a perder o grau de investimento. (Págs. 1 e 20)
Sócios de Perillo têm contratos públicos em GO
Três sócios do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), na compra de um terreno em Pirenópolis (GO) têm contratos milionários com o governo do estado. O governador presta depoimento hoje na CPI do Cachoeira. (Págs. 1 e 3)
Chávez se lança para completar 20 anos no poder
Apesar dos problemas de saúde, o presidente Hugo Chávez lançou sua quarta candidatura, com o objetivo de permanecer 20 anos à frente da Venezuela. Em cima de um trio elétrico, ele prometeu respeitar o resultado das eleições. (Págs. 1 e 26)
Rio nas eleições
Com o apoio de artistas, como Wagner Moura, e apostando nas redes sociais para promover uma “primavera carioca”, o deputado Marcelo Freixo foi oficializado ontem candidato do PSOL à prefeitura do Rio. (Págs. 1 e 9)
Rio menos 20
Inaugurado na quarta, o Túnel da Grota Funda, que faz parte do BRT Transoeste, já tinha no domingo um buraco no asfalto. A prefeitura alega vazamento de óleo hidráulico do equipamento de manutenção das luminárias de LED. (Págs. 1 e 13)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Governo prorrogou sigilo de documentos militares
Folha Transparência - Defesa usou brecha pouco antes de Lei de Acesso vigorar

Dias antes de entrar em vigor a Lei de Acesso à Informação, em maio, o Ministério da Defesa usou brecha na lei para elevar o sigilo de documentos militares, o que pode prorrogar o prazo para que eles se tornem públicos, informa Rubens Valente.

A Defesa usou decreto antigo, que seria substituído pela nova norma, e transformou em “secretos” documentos “confidenciais”, categoria que tem sigilo de 10 anos e deixará de existir com a nova lei. Papéis “secretos” têm sigilo de 15 anos.(Págs. 1 e Poder A4)
BC chamou Cruzeiro do Sul de 'lavanderia de dinheiro’
Dois anos antes de decretar intervenção no Cruzeiro do Sul, o BC havia informado à Justiça que o banco era uma “grande lavanderia de dinheiro”, informa Andreza Matais. Para o BC, o banco foi complacente com operações atípicas de um fundo, cujos cotistas não tinham dinheiro para fazer aplicações registradas. O Cruzeiro do Sul disse que não via razão para desconfiar. (Págs. 1 e Mercado B1)
Mídia já condenou PT pelo mensalão, afirma Delúbio
O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares disse, em ato para apresentar sua defesa na ação do mensalão, que a imprensa já condenou réus do partido. “Esse negócio vai sair na mídia todo dia. Dirceu é ladrão, Delúbio é ladrão.” Para ele, o julgamento prejudicará o PT e aliados na eleição. (Págs. 1 e Poder A8)
Jânio de Freitas
Pressão para julgar caso se desenvolveu dentro do Supremo

O já escrito e dito sobre o julgamento do mensalão não deixa dúvida de que o STF produziu o clima menos conveniente a uma decisão: a polêmica que ultrapassa os aspectos do caso e lança os questionamentos sobre o tribunal. A pressão pelo julgamento antes das eleições veio de dentro do STF. (Págs. 1 e Poder A10)
União Européia diz que resgate na Espanha será fiscalizado
A União Européia disse que o empréstimo de até US$ 100 bilhões ao setor bancário espanhol será supervisionado pela Comissão Européia, pelo Banco Central Europeu e pelo FMI, contrariando o premiê Mariano Rajoy. “Quando as pessoas emprestam dinheiro (...), querem saber o que será feito dele”, afirmou o vice-presidente da Comissão Européia. (Págs. 1 e Mundo A14)
Rio+20: Cúpula já tem impasse entre países ricos e emergentes
O chinês Sha Zukang, secretário-geral da Rio+20, se pronunciou contra a tentativa de países ricos de retirar ou diluir no documento final a ideia da “responsabilidade comum, mas diferenciada”, pela qual os desenvolvidos contribuem mais. EUA, Europa e Japão dizem que China, Índia e Brasil, entre outros, devem assumir mais responsabilidade. (Págs. 1 e Cotidiano C6)
Editoriais
Leia “Conteúdo nacionalista”, sobre política de compras da Petrobras, e “Reprodução de risco”, acerca de iniciativa de orientação sobre aborto. (Págs. 1 e Opinião A2)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Ministra defende consumo e critica 'miopia ambiental’
Izabella Teixeira diz que Rio+20, que começa amanhã, é chance de debater tema ‘como gente grande’

A ministra Izabella Teixeira (Meio Ambiente) defendeu ontem as medidas do governo para estimular o consumo, inclusive a redução de IPI sobre carros, dizendo que elas não são incompatíveis "com o debate sobre desenvolvimento sustentável da Rio+20, que começa amanhã e reunirá mais de cem chefes de Estado. Em evento sobre sustentabilidade, a ministra criticou as discussões sobre indicadores socioambientais que não levam em conta questões de governança e gestão. “Tem limite para a miopia ambiental”, disse Izabella a uma platéia formada principalmente por ambientalistas. “Temos de debater como gente grande. Vamos acabar com o achismo ambiental.” Sobre o estímulo ao crédito e a redução de impostos para incentivar os brasileiros a consumir, a ministra afirmou, em entrevista, que “medidas de curto prazo não podem ser confundidas com a discussão de médio e longo prazos da Rio+20, onde vamos fazer um debate para os próximos 20 anos, discutir o futuro do planeta sem pensar no curto prazo”. (Págs. 1 e Vida A15)

Perspectiva de impasse

O secretário-geral da ONU para a Rio+20, Sha Zukang, não espera um consenso na reunião, porque os países têm “prioridades diferentes”. Ele disse acreditar, porém, no impacto positivo do evento. (Págs. 1 e Vida A16)
UE discute limitar saque bancário na Grécia
No dia seguinte ao anúncio do socorro de € 100 bilhões aos bancos espanhóis, as autoridades europeias já estariam debatendo a possibilidade de impor medidas de controle de capital na Grécia. A ideia seria evitar uma onda de saques bancários, caso os gregos decidam abandonar a zona do euro após as eleições de domingo. Segundo o jornal El País, a medida poderia se estender a outros países da zona do euro. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)
'Multidão vê Chávez oficializar candidatura
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, inscreveu ontem no Conselho Nacional Eleitoral sua candidatura para a eleição de outubro. Chávez, que desde a retirada de um segundo tumor pélvico em fevereiro vinha evitando aparições públicas por recomendação médica, saiu sobre um caminhão pelas ruas de Caracas e fez comício, acompanhado por milhares de pessoas. (Págs. 1 e Internacional A10)

Hugo Chávez
Presidente da Venezuela

“Se posso cantar, posso governar. E, se posso governar, posso fazer campanha”
Cruzeiro do Sul: R$ 232 milhões em dividendos
O Cruzeiro do Sul distribuiu R$ 232 milhões em dividendos entre 2009 e 2011 com base em resultados hoje suspeitos de terem sido forjados. Cerca de 80% foi entregue aos controladores, a família Índio da Costa. Desde a semana passada, o banco é administrado pelo Fundo Garantidor de Créditos. (Págs. 1 e Economia B5)
Assessor de Perillo recebeu de Cachoeira
O grupo de Carlinhos Cachoeira repassou R$ 600 mil a empresa de Jayme Rincón, homem forte do governo de Goiás e tesoureiro da campanha do governador Marconi Perillo (PSDB) em 2010. Os depósitos coincidem com empréstimo que Cachoeira afirmou ter feito a Rincón, segundo a PF. (Págs. 1 e Nacional A4)
PF diz que ex-juiz Lalau espionava escolta em casa (Págs. 1 e Nacional A8)

Cai diretor do Turismo que beneficiou parentes (Págs. 1 e Nacional A6)

Dora Kramer
Toque de recolher

Se é difícil reunir gente em prol de boas causas quem dirá para defender o indefensável, como pretende o ex-ministro José Dirceu. (Págs. 1 e Nacional A6)
José Paulo Kupfer
Mudança de hábito

É hora de mudar de hábito e começar a considerar a novidade dos juros baixos nas análises econômicas. Isso ainda não está visível. (Págs. 1 e Economia B9)
Notas & Informações
Ajuda sanitária à Espanha

Um colapso da Espanha aumentaria consideravelmente o risco de contágio da Itália. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: Perillo no olho do furacão
Senadores e deputados do PT prometem: o tempo vai fechar hoje para o governador de Goiás, na CPI do Cachoeira. No centro do turbilhão está a venda de uma mansão que pertencia a Marconi Perillo (PSDB). Era lá que morava Cachoeira quando foi preso pela PF. Petistas e tucanos negam um suposto acordo para poupar tanto Perillo quanto Agnelo Queiroz (PT), que depõe amanhã na comissão. Mas parlamentares de outras legendas ainda desconfiam de uma manobra. “Só amanhã (hoje) saberemos o que é boato e o que é acordo”, diz o deputado federal Miro Teixeira (PDT-RJ). (Págs. 1 e 2 a 4)
Fuga de presos: Delegada, policiais e agentes sob investigação
A PF apura se houve falha de uma delegada e de quatro policiais na segurança do traficante que escapou da superintendência do órgão no DF. Na Papuda, agentes penitenciários podem ter facilitado a saída de detentos. No Caje, dois menores também fugiram no fim de semana. (Págs. 1, 21 e 22)
Servidores: Mobilização por reajustes desafia Dilma
A presidente reuniu ministros para discutir a campanha salarial do funcionalismo. O governo teme uma onda de greves, principalmente de algumas categorias que estão há dois anos sem aumento. Já é certo que o Judiciário será beneficiado no próximo Orçamento. (Págs. 1 e 13)
Conjuntura: Crise ameaça deixar Rio+20 em 2º plano
O alerta é do presidente do BNDES, Luciano Coutinho. Para ele, seria irreal imaginar que dirigentes de países afetados pela crise global abram mão do crescimento em nome de restrições ambientais como as que serão discutidas no encontro que começa amanhã no Rio. (Págs. 1, 8, 10 e 11)
Incêndio em avião da TAM pode ter sido criminoso (Págs. 1 e 22)

Operário morre na obra do Estádio Mané Garrincha (Págs. 1 e 23)

Uma chance aos diferentes
Mudança no texto do Plano Nacional de Educação, do MEC, garante recursos a escolas como a Maria Teixeira, em Luziânia, especializada no atendimento a alunos com algum tipo de deficiência. (Págs. 1 e 26)
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Valor Econômico

Manchete: Seca prossegue e previsão de perdas passa de R$ 26 bi
Depois de afetar seriamente o Produto Interno Bruto (PIB) do país no primeiro trimestre, a seca continua devastando o Nordeste e comprometendo a agricultura no Sul ao longo do segundo trimestre. No Nordeste, o número de municípios em situação de emergência só cresce e alcançou 996 cidades - em abril, 458 estavam nessa condição. No Rio Grande do Sul, a situação para a população já está mais amena (o número de municípios em situação de emergência caiu de 340 em fevereiro para 108 em junho), mas a indústria projeta que a estiagem trará prejuízos diretos e indiretos acima de R$ 16 bilhões para a economia gaúcha. Nos Estados afetados, os prejuízos previstos já ultrapassam R$ 26 bilhões.

No Rio Grande do Norte, que tem 139 municípios em situação de emergência, a projeção é de um rombo de cerca de R$ 5,5 bilhões no PIB do Estado em 2012, informa o secretário estadual de Agricultura, Betinho Rosado. "A produção in natura, que foi seriamente prejudicada, representa 6% do nosso PIB, que é de R$ 25 bilhões. Agora, se considerado o beneficiamento desses produtos, como no caso do queijo, do iogurte e do álcool, a fatia passa para 35%", explicou. (Págs. 1 e A4)
Fraudes do Cruzeiro do Sul vieram do Rio
O Banco Central tem indícios de que as operações de crédito fictício que levaram à intervenção do Banco Cruzeiro do Sul foram forjadas no Rio de Janeiro. "Parece que lá estava o problema", disse ao Valor o diretor de fiscalização do BC, Anthero Meirelles. As chamadas "inconsistências contábeis" foram detectadas por um novo sistema estatístico da autoridade monetária, que cruza dados de mercado, dos balanços dos bancos e da Central de Risco de Crédito. Meirelles, à frente da fiscalização há pouco mais de um ano, garante que o BC "está no controle", apesar dos seis casos recentes de intervenções e vendas de bancos pequenos e médios devido a indícios de fraudes. (Págs. 1 e C14)
Fotolegenda: Negócios cerebrais
Fascinado por "Star Wars", o taiwanês Stanley Yang criou a NeuroSky, com tecnologia que converte ondas cerebrais em informação digital via chips. Perto de 500 empresas a utilizam hoje. (Págs. 1 e B2)
Bancos espanhóis terão plano rigoroso de ajuste
Os bancos espanhóis que quiserem ter acesso ao socorro de até € 100 bilhões da União Europeia (UE) poderão ser forçados a passar por um doloroso programa de reestruturação em troca da ajuda. Analistas avaliam que demissões em massa, fechamento de agências, suspensão de dividendos e aceleração de fusões poderão ser o preço que os bancos espanhóis terão de pagar. Isso poderia acentuar a desaceleração econômica que deixou o país com a maior taxa de desemprego entre os países desenvolvidos.

Os dois maiores bancos do país - BBVA e Santander - deverão se sustentar sem o socorro oficial, vendendo ações com desconto ou reduzindo o tamanho de suas grandes operações na América Latina. (Págs. 1, C1 e C2)
M&G comprará insumo da Petrobras
O grupo italiano Mossi & Ghisolfi (M&G) negocia com a Petrobras o fornecimento de PTA (ácido tereftálico purificado), principal insumo para a produção de resina PET. Hoje, o M&G, que possui uma fábrica de PET em Pernambuco, importa a matéria-prima principalmente do México. Até o ano passado, fez isso com isenção do Imposto de Importação. Em entrevista ao Valor, Marco Ghisolfi, CEO da divisão da unidade de negócios PET do grupo, disse que, com o início das operações da Companhia Petroquímica de Pernambuco, da Petrobras, o M&G vai abandonar de vez os planos de ter uma planta de PTA no país. O executivo disse que poderá comprar da estatal pelo menos metade de suas necessidades, mas evitou falar em volumes. (Págs. 1 e B9)
Sustentabilidade cria oportunidades de negócios de até US$ 6 trilhões (Págs. 1 e A14)

Fiasco do Bankia reflete erros habituais na Europa (Págs. 1 e B11)

Bunge lança operação de créditos de carbono no Mato Grosso, diz Telles (Págs. 1 e B13)

Emergentes reduzem o ritmo
A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) prevê crescimento mais lento para as economias de China e Índia, que poderá ser o primeiro Brics a perder o grau de investimento. (Págs. 1 e A11)
PwC vê consolidação no setor elétrico
Novo ciclo de revisões tarifárias, que reduz a rentabilidade das distribuidoras de energia, vai intensificar o movimento de fusões e aquisições no setor elétrico brasileiro, prevê a PricewaterhouseCoopers. (Págs. 1 e B5)
Neo entra na Aterpa
O fundo de participações Neo Investimentos assumiu 8,6% do capital da Aterpa, especializada em obras de infraestrutura. A fatia poderá chegar a 12%, entre ações e debêntures conversíveis. O valor do aporte não foi divulgado. (Págs. 1 e B6)
Marfrig obtém selo Rainforest
A unidade do Marfrig em Tangará da Serra (MT) é o primeiro frigorífico do mundo a receber o selo socioambiental Rainforest Alliance Certified. A intenção é ampliar as vendas dentro da cota Hilton. (Págs. 1 e B13)
Defasagem para Basiléia 3
Cerca de 40% do patrimônio de referência do sistema bancário brasileiro está fora dos padrões que serão impostos pelo Banco Central a partir de 2013, o que vai exigir dos bancos grande esforço de capitalização, aqui e no resto do mundo. (Págs. 1 e C13)
Suporte oficial à cadeia do petróleo
Os três grandes bancos federais — Caixa, BNDES e Banco do Brasil — têm juntos R$ 90 bilhões em financiamento à indústria do petróleo, principalmente a projetos da Petrobras e desenvolvimento da cadeia de fornecedores. (Págs. 1 e C13)
Avanço dos fundos imobiliários
Com a queda dos juros, fundos imobiliários voltam a chamar a atenção do investidor. De janeiro a maio, o volume negociado na BM&FBovespa chegou a R$ 927,67 milhões, mais do que durante todo o ano passado. (Págs. 1, D1 e D2)
Estados versus compras coletivas
Sites de compras coletivas lutam no Judiciário contra tentativas de governos estaduais de regulamentar a atividade. No Rio, a legislação está suspensa. O Paraná acaba de editar lei semelhante e ao menos seis outros Estados pretendem fazer o mesmo. (Págs. 1 e E1)
Idéias
Delfim Netto

Administração competente da dívida pública dá suporte à redução dos juros reais, que prejudicam nosso desenvolvimento. (Págs. 1 e A2)
Idéias
Raymundo Costa

Às vésperas do julgamento do mensalão, o ex-ministro José Dirceu convoca estudantes para a “batalha final”. (Págs. 1 e A6)
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Estado de Minas

Manchete: Táxi na capital nem por telefone
Dificuldade para achar carro livre leva passageiros a desistir do serviço

O que era uma opção de conforto e segurança virou drama em BH: o atendimento pode demorar mais de meia hora. E nas ruas, a busca por veículo disponível não raramente se transforma em batalha. As cooperativas culpam, principalmente, o trânsito pelos atrasos, mas para quem usa o transporte com frequência o problema é a defasagem da frota. Por causa da demora, o número de desistência dos pedidos feitos por telefone aumentou 15% por mês e as empresas que exploram cerca de 2 mil concessões propõem deixar a concorrência de lado e compartilhar passageiros, para tentar reduzir o tempo de espera. A cidade, com mais de 2,5 milhões de habitantes, conta com 5.955 permissões para o serviço e a prefeitura abriu licitação para outras 545 placas, 60 delas para veículos destinados a portadores de necessidades especiais. (Págs. 1 e 19)
Dilma em BH: Mais um capítulo da novela do Anel
A presidente, depois de destinar R$ 4,3 bilhões para rodovias gaúchas e catarinenses, chega hoje com R$ 17 milhões para o Anel Rodoviário, dinheiro suficiente apenas para a execução do projeto executivo. As obras na via só devem começar no segundo semestre de 2013. (Págs. 1, 3, 4 e o Editorial ‘Bom dia, presidente’, 8)
Juntos. Será?
O prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB), há cerca de 18 meses distante de seu vice, o petista Roberto Carvalho, por divergência política, já apareceu ao lado do futuro companheiro na luta pela reeleição, o deputado federal Miguel Corrêa, menos de 24 horas depois de sua indicação pelo Partido dos Trabalhadores. O encontro foi numa aula inaugural para formação de bombeiros civis pelo município. O desentendimento de Lacerda com Carvalho começou quando este passou a defender candidatura própria do PT à prefeitura. (Págs. 1 e 5)
Casa própria: Mercado já aposta em reaquecimento
Setor imobiliário recebe com otimismo as novas regras de financiamento da Caixa. A expectativa é de impulso nas vendas com o prazo de financiamento ampliado em 60 meses e as taxas de juros estimadas em 7,8% ao ano, ao contrário dos 10% aplicados anteriormente. (Págs. 1 e 11)
Zona Sul terá gás encanado em novembro
Obras para construção de rede que levará combustível a prédios de BH terão investimento de R$ 150 milhões. Gasmig prevê que serviço estará disponível para todas as residências da Região Centro-Sul até 2014. No ano seguinte, rede será estendida a outros bairros. (Págs. 1 e 14)
UFMG: Greve adia matrícula dos calouros do 2º semestre
Paralisação de servidores impediu registro de 3 mil alunos aprovados em vestibular. (Págs. 1 e 25)
Carteira assinada
Emprego formal cresce mais em 44 cidades de MG. (Págs. 1 e 12)

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Zero Hora

Manchete: Leilão abre caminho para a internet até 10 vezes mais rápida
Seis grupos de telecomunicações disputam hoje concessão para oferecer no Brasil nova tecnologia móvel, a 4G. Promessa é desafogar o tráfego na rede. (Págs. 1, 4 e 5)
Porto Alegre: PP decide apoiar Fortunati
Diretório aprovou, por 63 votos, aliança com o atual prefeito. Manuela levou 44.

Rosane de Oliveira
"O partido saiu rachado". (Págs. 1, 8 e 10)
Fotolegenda: Palco em obras
A exatos dois anos da Copa, Beira-Rio passa por mudanças: cadeiras do anel superior serão retiradas, e marquises, derrubadas.

Como estão os outros estádios do Mundial.

Ministro faz hoje vistoria na Capital. (Págs. 1 e Esportes)
Falta de dinheiro emperra GPS na BM
Projeto de monitoramento em viaturas aguarda aporte de R$ 15 milhões (Págs. 1 e 42)
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Brasil Econômico

Manchete: Em 2015, não faltará mais dinheiro para infraestrutura, diz governo
Mecanismos, como debêntures lançadas pelas empresas, podem resolver um dos grandes gargalos do setor: o pouco apetite para financiar suas obras; segundo Abdib, país precisa de R$ 180 bilhões por ano para investimentos nessa área. (Págs. 1 e 6)
Eldorado decola antes de existir
Empresa do grupo J&F ainda não começou a operar, já tem 75% de sua produção de celulose vendida e acaba de obter autorização para abrir seu capital na BM&F. “Queremos ser referência em governança corporativa”, diz o CEO José Carlos Grubisich. (Págs. 1 e 16)
UE contradiz Rajoy e fiscalizará Espanha
“Quem dá dinheiro nunca o dá de graça”, diz o comissário Joaquim Almunia ao assegurar que credores vão supervisionar bancos espanhóis. (Págs. 1 e 36)
Emergentes podem superar os ricos
Na Rio+20, Georg Kell, diretor executivo da ONU, apresenta modelos de sustentabilidade. (Págs. 1 e 8)
A África, segundo Nouriel Roubini
Economista prevê que continente será o emergente na economia global da próxima década. (Págs. 1 e 38)
Ações da B2W sofrem com incertezas no curto prazo
Analistas criticam captação de recursos para capital de giro — e não investimento — e varejista vê ações caírem 38,78% no ano. (Págs. 1 e 31)
Leilão define futuro da telefonia no país
Anatel prevê arrecadar R$ 3,8 bilhões na licitação de hoje que definirá os operadores da tecnologia móvel 4G no Brasil. (Págs. 1 e 4)
Ligada na tomada
A chinesa BYD vai trazer 50 ônibus elétricos para o Brasil. É o primeiro passo para a empresa se instalar por aqui. (Págs. 1 e 18)
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