REVISÃO ENEM 2013

MATEMATICA:
calcular a área, volume e aresta

O volume de um corpo pode ser calculado pelo produto da área da base pela medida da altura. De uma forma geral, podemos aplicar a seguinte fórmula:

V = Ab x h 

Ab = área da base
h = altura






Já a parte de cálculo simples envolve, por exemplo, IMC, potência, conversão de medidas e consumo médio de energia. O Enem vai relacionar a lógica com operações simples. Por isso, não existe forma melhor de treinar para a matemática do que fazendo exercícios diários.

Em 2012, descobrimos quais foram os conteúdos mais cobrados na prova de matemática do Enem. Agora, vamos explicar a você como é possível facilitar esse conteúdo ao trazê-lo para uma fórmula que você conhece.

A seguir, confira dicas que descomplicam as três áreas da matemática mais cobradas e como é possível interpretar os seus enunciados:

Geometria
Segundo o professor Rodolfo Pereira Borges, da Oficina do Estudante, as fórmulas das principais figuras geométricas são bem intuitivas. Você vai ficar feliz em saber que é possível resolver a maioria dos problemas que envolvem a geometria utilizando a fórmula da área do quadrado e do triângulo. Sim, apenas essas duas.
 
Isso acontece porque os outros polígonos podem ser “transformados” em quadrados e triângulos. Um trapézio, por exemplo, pode ser dividido entre um quadrado e dois triângulos.

A partir daí, é fácil. Se você não conseguir calcular a área do trapézio, basta utilizar as fórmulas do quadrado e do triângulo. O mesmo acontece com as outras figuras geométricas, que podem facilmente ser “reduzidas” às fórmulas que você conhece melhor.

Probabilidade
No quesito probabilidade, a dica do professor Rodolfo é se colocar na situação. “O aluno pode imaginar como ele mesmo contaria as possibilidades de uma determinada situação, e com isso ele vai criando uma estratégia de contagem dele próprio que será a sua forma de resolver o exercício”, conta. Então, quando se deparar com uma questão de probabilidade no Enem 2013, finja que você é o sujeito da situação.

Porcentagem
Para entender as questões que envolvem porcentagem, o importante é saber como interpretar a questão. A porcentagem nada mais é do que o “x sobre 100” em uma fração, ou seja, x% significa x dividido por 100. A partir disso, depende do aluno entender o que a questão propõe e qual é o valor a ser trocado por x.

Interpretação
De acordo com o professor Rodolfo, a melhor coisa que um aluno pode fazer ao interpretar as questões do Enem é organizar as informações. Segundo ele, “o enunciado vai apresentar um problema e dar informações não organizadas, então o aluno deve organizar esses dados e, dessa forma, vai ficar muito mais claro.”

A dica é ler o enunciado aos poucos e anotar cada informação apresentada. Qual a relação entre os dados apresentados? O seu raciocínio não vai ser construído a partir de algo confuso, então o primeiro passo é organizar tudo o que é oferecido no enunciado.

A matemática não é um bicho-de-sete-cabeças, apesar de ser o pesadelo de grande parte dos candidatos ao Enem 2013. Ainda não se sente confiante? Faça agora o Simulado Online gratuito da Universia Brasil e da Primeira Escolha e deixe as suas dúvidas no espaço de comentários abaixo.

O mais importante na hora de resolver exercícios que envolvem a porcentagem é interpretar a questão, transformando as informações em uma fração de “x sobre 100”, uma vez que x% significa x dividido por 100. Esse raciocínio facilita a compreensão das questões e, a partir daí, cabe ao aluno encontrar a variável que deve ser trocada por x.

Já com a probabilidade, o professor da Oficina do Estudante Rodolfo Pereira recomenda que o aluno se coloque na situação e imagine como ele mesmo contaria as possibilidades de uma determinada situação,criando a sua própria estratégia para resolver o assunto. Por isso, faça exercícios que envolvam os dois conteúdos para ter a certeza de que você desenvolveu esse raciocínio lógico.

Fórmulas de 
matemática que mais caem no Enem 2013


GEOGRAFIA:
Impactos ambientais são muito discutidos nas questões do Enem. Você deve revisar os conceitos de efeito estufa, enchentes, recursos hídricos, petróleo, desmatamento, poluição e energia, assim como as causas e algumas soluções eficientes para esses temas.

As questões de geopolítica vão normalmente apresentar algum contexto histórico no enunciado da pergunta. É comum encontrar textos sobre a globalização, o terrorismo, as guerras, o MERCOSUL e a primavera árabe. É importante estar pronto para analisar mapas, gráficos e tabelas, portanto a sua capacidade deinterpretar textos e imagens é essencial para esse conteúdo.

Quando o assunto é agricultura, você deve revisar os conceitos de reforma agrária e os problemas de distribuição de terra, o extrativismo predatório, a fome e o agronegócio, por exemplo. É importante que você desenvolva a capacidade de interpretar um texto, já que é comum que questões envolvendo esse tema exijam essa habilidade do aluno.

Os aspectos socioeconômicos também são um assunto bem amplo cobrado no exame. Aqui, você deve estudar o desemprego, a migração, a mortalidade infantil, a natalidade, o índice de desenvolvimento humano (IDH) e outros conceitos que abrangem a população social e economicamente. Essas questões geralmente estão acompanhadas de tabelas e gráficos, portanto se faz necessário, mais uma vez, treinar a sua habilidade de interpretar um enunciado.

BIOLOGIA:
A fisiologia é o campo da biologia que estuda a interação das funções físicas e químicas para compreensão dos seres vivos. É, portanto, o estudo do funcionamento dos organismos. A saúde pública é uma das áreas mais cobradas por falar sobre as condições de equilíbrio do corpo, portando não deixe de revisar ocuidado e o autocuidado com o corpo humano.

Já a genética é cobrada com o objetivo de testar a compreensão do estudante sobre a hereditariedade, como as características transmitidas e as teorias evolutivas. É imprescindível que você revise os conceitos de Darwin e Lamarck, bem como a teoria sintética, que une Darwin e Mendel.

Na área da ecologia, a prova cobra asestruturas dos ecossistemas e como os organismos que os constituem lidam com os nutrientes. Outros assuntos muito cobradas são a desertificação, a exploração indevida e temas relacionados, principalmente com o novo código florestal:
Novo Código Florestal Brasileiro (Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012,1 oriunda do Projeto de Lei nº 1.876/992 ) é a lei brasileira que dispõe sobre a proteção davegetação nativa, tendo revogado o Código Florestal Brasileiro de 1965.3 Desde a década de 1990, a proposta de reforma do Código Florestal suscitou polêmica entreruralistas e ambientalistas.3 O projeto que resultou no texto atual tramitou por 12 anos na Câmara dos Deputados e foi elaborado pelo deputado Sérgio Carvalho (PSDB deRondônia).3 Em 2009, o deputado Aldo Rebelo do PCdoB foi designado relator do projeto, tendo emitido um relatório favorável à lei em 2010.3 A Câmara dos Deputadosaprovou o projeto pela primeira vez no dia 25 de maio de 2011, encaminhando-o aoSenado Federal. No dia 6 de dezembro de 2011, o Senado Federal aprovou por 59 votos contra 7 o projeto de Aldo Rebelo (no Senado, o projeto adquiriu o nome de "Lei da Câmara nº 30 de 2011")4 3 . No dia 25 de abril de 2012, a Câmara aprovou uma versão alterada da lei, ainda mais favorável aos ruralistas, que comemoraram.5 Em maio de 2012, a presidente Dilma Rousseff vetou 12 pontos da lei e propôs a alteração de 32 outros artigos."6 Após o Congresso aprovar o "Novo Código Florestal", ONGs, ativistas e movimentos sociais organizaram o movimento "Veta Dilma", pedindo o veto integral ao Projeto de Lei.3

Pontos polêmicos[editar]

O Novo Código Florestal envolve ao menos três pontos polêmicos tensionados por interesses ruralistas e ambientalistas. Em primeiro lugar, os parlamentares ruralistas, hegemônicos no Congresso, vem atuando em prol de uma redução das faixas mínimas de preservação previstas pelas APPs (Áreas de Preservação Permanente). Os ruralistas também desejam obter permissão para realizar determinadas culturas em morros, o que é vedado pelas APPs. As zonas de RL (Reserva Legal) também são foco de debate, uma vez que os ruralistas pretendem favorecer uma redução das áreas de reserva. Por fim, ambientalistas questionam a Anistia para Desmatadores, que deixariam de pagar multas referentes a desmatamentos realizados após a promulgação da Lei de Crimes Ambientais (22 de julho de 2008).

Principais diferenças[editar]

As principais diferenças entre o Código Florestal vigente (Lei nº 4.771, de 15 de setembro de 1965)7 e o atual projeto de Código Florestal (de Paulo Piau) são:
TemasReserva Legal (RL)Áreas de Preservação Permanente (APPs)Mata Ciliar (pertinente às APPs)Área rural consolidadaAnistia
Código Florestal (1965)Na AmazôniaLegal (Amazônia livre para exploração): 80% em área de florestas, 35% em área de cerrado, 20% em demais regiões e biomas do país. Cálculo da reserva legal excetua APPs. Averbação da RL em cartório.8Proteção da vegetação nativa de margens de rios, lagos e nascentes, tendo como parâmetro o período de cheia. Várzeas,mangues, matas de encostas, topos dos morros e áreas com altitude superior a 1800 metros não podem ser exploradas para atividades econômicas.830 metros para matas ciliares em rios até 10 metros de largura. 50 metros nas margens de rios entre 10 e 50 metros de largura, e ao redor de nascentes de qualquer dimensão. 100 metros nas margens de rios entre 50 e 200 metros de largura. 200 metros para rios entre 200 e 600 metros de largura. 500 metros nas margens de rios com largura superior a 600 metros. 100 metros nas bordas de chapadas. Exige autorização do Executivo federal para supressão de vegetação nativa em APP e para situações onde for necessária a execução de obras, planos, atividades ou projetos de utilidade pública ou interesse social.8Não contempla conceito de área consolidada. Recomposição, regeneração e compensação são obrigatórias.8Pena de três meses a um ano de prisão simples e multa de 1 a 100 vezes o salário mínimo.8
Código Florestal (2012)Na AmazôniaLegal: 80% em área de florestas, 35% em área de cerrado, 20% em demais regiões e biomas do país. Cálculo da reserva incluia APPs. Imóveis de até quatro módulos fiscais não precisam recompor a RL. Fim da exigência de averbação da RL em cartório. Permissão de exploração econômica da RL com autorização do Sisnama.8Proteção da vegetação nativa de margens de rios, lagos e nascentes, tendo como parâmetro o nível regular da água. Várzeas, mangues, matas de encostas, topos dos morros e áreas com altitude superior a 1800 metros podem ser utilizadas para determinadas atividades econômicas.830 metros para matas ciliares em rios de até 10 metros de largura; quando houver área consolidada em APP de rio de até 10 metros de largura, reduz-se a largura mínima da mata para 15 metros. 50 metros nas margens de rios entre 10 e 50 metros de largura, e ao redor de nascentes de qualquer dimensão. 100 metros nas margens de rios entre 50 e 200 metros de largura. 200 metros para rios entre 200 e 600 metros de largura. 500 metros nas margens de rios com largura superior a 600 metros. 100 metros nas bordas de chapadas. Permite a supressão de vegetação em APPs e atividades consolidades até 2008, desde que por utilidade pública, interesse social ou de baixo impacto ambiental, incluídas atividades agrossilvipastoris, ecoturismo e turismo rural. Outras atividades em APPs podem ser permitidas pelos estados por meio de Programas de Regularização Ambiental (PRA). A supressão de vegetação nativa de nascentes, de dunas e restingas somente poderá se dar em caso de utilidade pública.8Estabelece o conceito de áreas rurais consolidadas. Imóveis até quatro módulos fiscais não precisam recompor a vegetação nativa.8Isenta os proprietários rurais das multas e sanções previstas na lei em vigor por utilização irregular de áreas protegidas até 22 de julho de 2008.8


Agora, quando o assunto é água, a dica é estudar os aspectos socioambientais que a envolvem. Quais são as atitudes que garantem a economia da água? Como essas atitudes podem ser incorporadas no cotidiano? Revise também as medidas que contribuem para a não degradação das fontes de água doce. Assim, você vai se sentir muito mais confiante com a biologia.

QUIMICA:

O equilíbrio químico em uma reação surge da propriedade de manter os reagentes em constante transformação. Isso está relacionado às reações reversíveis, ou seja, aquelas nas quais os produtos podem voltar à sua forma inicial. É o caso da água, que pode ser transformada em gelo (estado sólido) e ser convertida ao estado líquido novamente.

 Já as transformações químicas ocorrem quando novas substâncias são formadas, com propriedades diferentes da substância inicial. Pode-se citar como exemplo situações do cotidiano, como uma fruta amadurecendo, um fósforo queimando, a fotossíntese realizada pelas plantas e o enferrujamento do ferro. É importante destacar esse conteúdo por se tratar de fenômenos que acontecem no dia-a-dia, sendo, portanto, relevantes para o Enem.

A estequiometria é o calculo que relaciona quantidades de reagentes e produtos que participam de uma reação química, com o auxílio das equações correspondentes. Para fazer o cálculo, é necessário escrever a equação do processo, acertar os coeficientes estequiométricos e montar a proporção baseando-se nos dados e nas perguntas do problema.

Já a química orgânica é a parte que estuda os compostos do carbono, também chamados de compostos orgânicos. É importante conhecer as funções orgânicas e as suas características. Para ajudar, a Universia Brasil elaborou um infográfico com as informações relevantes sobre essas funções. Confira:

Funções orgânicas

FÍSICA:
A ondulatória é a parte da física que estuda as ondas (qualquer pulso que propaga em um meio). É importante saber que as ondas não transportam matérias, fazendo apenas a transferência de energia cinética da fonte. O conteúdo pode ser dividido em ondas mecânicas e eletromagnéticas, por isso é essencial dar uma atenção especial ao tema.

Já a cinemática estuda os movimentos dos corpos, sendo divida entre o Movimento Retilíneo Uniforme (M.R.U) e Movimento Retilíneo Uniformemente Variado (M.R.U.V.). Para facilitar, a Universia Brasil desenvolveu um infográfico com todos os conceitos que você precisa saber sobre o conteúdo. Confira:

Compartilhe o infográfico sobre a Cinemática

Segundo o professor Pedro Lúcio, da Oficina do Estudante, o Enem gosta de temas como a energia e potência, e é importante que o aluno saiba interpretar unidades de energia que são usadas na prática, como a conta de luz, a geração de energia elétrica e termoelétrica. É daí que vem a grande importância de estudar a física para o exame.

Lembre-se de que um conteúdo relevante para o Enem é aquele que pode ser aproximado do seu cotidiano, então você pode ficar distante daqueles termos específicos que são utilizados apenas por profissionais da área. Vale revisar, portanto, as correntes elétricas, o eletromagnetismo, a potência elétrica e o campo elétrico. Os efeitos fisiológicos do famoso choque, por exemplo, são uma grande aposta para as questões.

Já a termologia envolve os fenômenos térmicos como o calor, a energia térmica e a temperatura. Uma boa dica é revisar as transformações de medidas, como de graus Celsius para Fahrenheit e vice-versa. A calorimetria e as mudanças de fases (sólido, líquido e gasoso) também são temas recorrentes no exame. Por isso, não deixe de rever os conceitos aprendidos nas aulas e aproveitar para treinar por meio de exercícios práticos.

Artigos de "Dicas para o Enem 2013"


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