Atualidades 27/10/2014

“If there is any religion that could respond to the needs of modern science, it would be Buddhism.”  ― Albert Einstein



O Globo
Manchete : Reeleita, Dilma prega união e reforma política
Com 56%, Pezão terá novo mandato
Ricardo Noblat - O país sai partido, e a culpa cabe ao PT. (Pág. 2)
Ilimar Franco - Dilma recebeu um recado: precisa mudar. (Pág. 16)
Ancelmo Gois - Não estamos à beira de um abismo. (Pág. 16)
Míriam Leitão - Segunda chance para o desafio da economia. (Pág. 16)
Frei Betto - A eleição deu um susto no PT. (Pág. 17)
José Casado - Vitória ajuda a cicatrizar feridas. (Pág. 16)
Fernando Gabeira - O ano de 2015 será uma pedreira. (Pág. 16)
Elio Gaspari - Do Romanée Conti ao Copa. (Pág. 17)
Flávia Oliveira - Faltou a agenda dos direitos civis. (Pág. 17)
Francisco Bosco - A fissura social rachou de vez. (Pág. 17)
Demétrio Magnoli - Para vencer, campanha desceu aos subterrâneos. (Pág. 16)
Guilherme Fiúza - Agora durma bem, gigante. (Pág. 17)
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Zero Hora
Manchete : "Por um espaço de diálogo"
"Governo simples, honesto e eficiente"
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Brasil Econômico
Manchete : Presidenta Dilma Rousseff 
Pezão é reeleito governador do Rio de Janeiro
No DF, Rollemberg foi o primeiro governador eleito a ser conhecido
Sartori vence com folga no Rio Grande do Sul
Mosaico Político
Olhar do Planalto
O mercado como ele é...
Ponto Final - DILMA VENCEU. E AGORA?
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Folha de S. Paulo
Manchete : Dilma é reeleita na disputa mais apertada da história
Suspense extra define reta final
Rio reelege Pezão; PMDB governará sete Estados
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27 de outubro de 2014
O Globo

Manchete : Reeleita, Dilma prega união e reforma política
Petista teve 51,64% contra 48,36% de Aécio
Minas ficou com PT , e SP deu vitória ao PSDB
Derrotado, tucano diz que é preciso unir o país

Na eleição mais disputada da História do país, a presidente Dilma Rousseff (PT) conquistou, com 54 milhões de votos, contra 51 milhões do adversário Aécio Neves (PSDB), o direito de comandar o Brasil por mais quatro anos. Seu maior desafio, no quarto mandato consecutivo do PT no poder federal, será unir o país, que se dividiu ao meio nas urnas. Minas, estado dos dois e segundo maior colégio eleitoral, foi decisivo para Dilma: numa divisão percentualmente idêntica à nacional, a petista venceu lá com os mesmos 52% dos votos, contra 48% do tucano. Já Aécio teve enorme vantagem em São Paulo: 64% a 35%. Após a vitória, Dilma falou de paz, diálogo e união: “Nas democracias maduras, união não significa unidade de ideias. Pressupõe abertura e disposição para o diálogo. Estou disposta ao diálogo, e este é meu primeiro compromisso do segundo mandato”. (...) Embora derrotado, Aécio sai fortalecido como principal nome da oposição. Assim como Dilma, a quem telefonou para cumprimentar pela vitória, ele pregou a necessidade de unir o país. “Considero que a maior das prioridades deve ser unir o Brasil em torno de um projeto honrado e que dignifique a todos os brasileiros”, disse o tucano. Nos estados, PT e PSDB conquistaram cinco governos cada, e o PMDB, sete. (Págs. 3 a 24)

Com 56%, Pezão terá novo mandato
Governador dedica vitória a Cabral e diz que manterá a política de segurança, levará abastecimento de água a toda a Baixada e recuperará a Santa Casa

O governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), reeleito ontem com 56% dos votos no Rio, dedicou sua vitória ao ex-governador Sérgio Cabral e assumiu três compromissos imediatos : manter apolítica de segurança, universalizar o abastecimento de água na Baixada e recuperar a Santa Casa de Misericórdia. Ao comentar sua vitória, Pezão lembrou que muitos governadores não foram reeleitos: “Nós ganhamos porque tivemos governo; se não, teríamos perdido. Enfrentei três candidatos fortes, mais um partido que saiu fortalecido no primeiro turno (o PSOL)”. Ele afirmou que só tratará do novo Secretariado a partir de dezembro, mas adiantou que José Mariano Beltrame só não continuará na Segurança se não quiser. Marcelo Crivella (PRB), derrotado, teve 44% dos votos. (Págs. 26 a 32)

Ricardo Noblat
O país sai partido, e a culpa cabe ao PT. (Pág. 2)
Ilimar Franco
Dilma recebeu um recado: precisa mudar. (Pág. 16)
Ancelmo Gois
Não estamos à beira de um abismo. (Pág. 16)
Míriam Leitão
Segunda chance para o desafio da economia. (Pág. 16)
Frei Betto
A eleição deu um susto no PT. (Pág. 17)
José Casado
Vitória ajuda a cicatrizar feridas. (Pág. 16)
Fernando Gabeira
O ano de 2015 será uma pedreira. (Pág. 16)
Elio Gaspari
Do Romanée Conti ao Copa. (Pág. 17)
Flávia Oliveira
Faltou a agenda dos direitos civis. (Pág. 17)
Francisco Bosco
A fissura social rachou de vez. (Pág. 17)
Demétrio Magnoli
Para vencer, campanha desceu aos subterrâneos. (Pág. 16)
Guilherme Fiúza
Agora durma bem, gigante. (Pág. 17)
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Zero Hora

Manchete : "Por um espaço de diálogo"
Desafiada por um país que sai dividido das urnas, Dilma Rousseff é reeleita presidente com 51,6% dos votos válidos e promessas de combate à corrupção, crescimento e reforma política. (Jornal da Eleição)
"Governo simples, honesto e eficiente"
Pressionado pelo aperto das finanças, José Ivo Sartori se elege governador do RS com recorde de 61,21% dos votos válidos. (Jornal da Eleição)
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Brasil Econômico

Manchete : Presidenta Dilma Rousseff 
No primeiro pronunciamento após a reeleição, Dilma Rousseff trocou o vermelho da campanha pela roupa branca e declarou que seu compromisso é a abertura ao diálogo. “Não acredito, do fundo do meu coração, que esta eleição tenha dividido o país ao meio”, disse a presidenta que obteve a mais apertada vitória nas eleições presidenciais desde o fim da ditadura. Ela prometeu ainda deflagrar as reformas que o país anseia, a começar pela política. (Págs. 3 a 6)
Pezão é reeleito governador do Rio de Janeiro
O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), foi reeleito com 4.343.298 votos e atribuiu sua vitória a Sérgio Cabral. (Pág. 8)
No DF, Rollemberg foi o primeiro governador eleito a ser conhecido
Rodrigo Rollemberg, do PSB, logo após eleito governador, prometeu “radicalizar na transparência e abrir a senha do Orçamento” (Pág. 8)
Sartori vence com folga no Rio Grande do Sul
José Ivo Sartori (PMDB) confirmou a tendência apontada pelas pesquisas, sendo eleito com larga margem sobre o petista Tarso Genro. (Pág. 9)
Mosaico Político
Gilberto Nascimento

PT: "NOVA GOVERNABILIDADE"

O PT se prepara para iniciar um novo governo, mas acena com uma disposição para mudar o comportamento em relação aos aliados. A ideia é cobrar mais fidelidade. Petistas lembram que o PMDB apoiou oficialmente a reeleição da presidenta Dilma Rousseff, mas muitos dos deputados traíram a candidata e apoiaram seus adversários. (Pág. 2)

Olhar do Planalto
Sonia Filgueiras

SETEMBRO VERMELHO

É certo que as contas públicas do governo central (soma dos resultados do Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social) trarão um novo déficit em setembro. Esta coluna apurou que os números preliminares do governo apontavam, na semana passada, um resultado negativo (ou seja, despesas acima das receitas) provavelmente superior ao déficit de R$ 10,4 bilhões registrado em agosto. (Pág. 11)

O mercado como ele é...
Luiz Sérgio Guimarães

O POVO VOTA, O MERCADO VETA

Os mercados financeiros abrem hoje oficialmente o terceiro turno das eleições. Em temporada de furações especulativos, os movimentos do câmbio e dos juros futuros costumam ser ondulatórios: as altas de hoje preparam as quedas de amanhã, e vice-versa. (Pág. 21)

Ponto Final
Octávio Costa

DILMA VENCEU. E AGORA?

Graças ao talento do marqueteiro João Santana, Dilma Rousseff conseguiu vencer a eleição mais difícil vista no País desde 1989. Como a própria presidente ressaltou ao votar, aconteceu de tudo no meio do caminho, houve até a morte de Eduardo Campos. (Pág. 32)

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Folha de S. Paulo

Manchete : Dilma é reeleita na disputa mais apertada da história
COM 51,6%, PETISTA TERÁ DE LIDAR COM ECONOMIA FRACA E ESCÂNDALO DA PETROBRAS

AÉCIO PERDE EM MG, MAS OBTÉM 48,4% NO PAÍS, A MELHOR MARCA TUCANA DESDE FHC

A candidata do PT Dilma Vana Rousseff, 66, foi reeleita presidente da República neste domingo (27), na mais apertada disputa da história pelo Planalto. A petista obteve 51,6% dos votos válidos — apoio de 54,5 milhões de eleitores. Seu rival, o senador Aécio Neves (PSDB), 54, alcançou 48,4 %, ou 51 milhões de votos. Após uma campanha marcada pela agressividade entre os candidatos, Dilma adotou tom conciliador no pronunciamento da vitória: “Esta presidenta aqui está disposta ao diálogo, e esse é o meu primeiro compromisso do segundo mandato”. Disse ainda não acreditar que o país tenha saído dividido da eleição. No discurso de derrota, Aécio agradeceu aos brasileiros e afirmou que cumpriu a sua missão. “Combati o bom combate.” (...) A vitória de Dilma garante o PT na Presidência por 16 anos, marca que nenhum partido conseguiu desde a redemocratização. (Eleições 2014)

Suspense extra define reta final
A reta final da eleição presidencial contou com dose extra de suspense por o TSE ter divulgado os primeiros resultados somente às 20h (horário de Brasília) por causa da votação nos Estados do Amazonas e do Acre. Com os primeiros resultados pró-Dilma, simpatizantes do PT foram celebrar na avenida Paulista. Sambistas levados pelo Solidariedade, partido que apoiou Aécio Neves (PSDB), silenciaram o batuque. (Eleições 2014 pág. 20)
Rio reelege Pezão; PMDB governará sete Estados
Luiz Fernando Pezão, 59, foi reeleito governador do Rio, o terceiro maior colégio eleitoral do Brasil. Com 56% dos votos válidos (mais de 4, 34 milhões), o peemedebista derrotou o senador Marcelo Crivella, 57, do PRB. O segundo turno confirmou o PMDB como a sigla com maior número de governadores (sete) a partir do ano que vem. A oposição governará dez Estados, ou mais da metade dos brasileiros (51 %). (Eleições 2014 págs. 15 a 19)
Elio Gaspari
Petrorroubalheira devolve PT a pesadelo do mensalão;
sem faxina, governo da doutora terá várias crises (Eleições 2014 pág. 4)

Vinicius Mota
Que a vitória apertadíssima sirva de alerta de que a Presidência da República pode muito, mas não tudo (Opinião A2)

Igor Gielow
Presidente, vitoriosa agora, deve preparar-se para enfrentar ‘terceiro turno’ tão ou mais difícil (Eleições 2014 pág. 3)

Valdo Cruz
Após mostrar gosto pela guerra, Aécio quer firmar-se na
liderança da oposição e voltar à disputa em 2018 (Eleições 2014 pág. 8)

Vinicius T. Freire
Petista terá dificuldades em nomear uma equipe econômica com credibilidade (Eleições 2014 pág. 5)
Ives Gandra da Silva Martins
Decisão de ministro do TSE contra publicidade da revista “Veja” é uma evidente censura (Opinião a3)
Editoriais
Leia “Os desafios de Dilma”, sobre reeleição, e “Fazer por merecer”, acerca de remuneração no Congresso (Opinião A2)
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