Atualidades 30/10/2014

“If we learn to open our hearts, anyone, including the people who drive us crazy, can be our teacher.” ― Pema Chödrön



30 de outubro de 2014
O Globo
Manchete : Três dias após eleição, BC surpreende e sobe juros
Senado ameaça também derrotar Dilma
PMDB dá aval para Cunha tomar do PT a direção da Câmara
Deputados da bancada ruralista convocam ministros
Economia dos EUA está recuperada, diz Fed (Pág. 25)
Escândalos na Petrobras - Delatores devolverão R$ 175 milhões desviados
Até a mandioca foi superfaturada (Pág. 3)
Arrecadação fica abaixo do previsto
Aprovado alívio na folha de pagamentos
Multas rigorosas entram em vigor
No Senado - Avança lei sobre drogas
Ilimar Franco - O PT não vai apitar
Merval Pereira - Conflito pós-eleitoral
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Zero Hora
Manchete : Juro sobe e dá o tom do segundo mandato
"A elite não se conforme com a derrota"
Multas de trânsito até 900% mais caras
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Brasil Econômico
manchete : Juros sobem para 11,25% no dia em que Fed elimina estímulos
Arrecadação perde ritmo
Usiminas : Preço do minério leva a prejuízo
A corrida pela Prefeitura do Rio em 2016
Confiança da indústria sobe após nove quedas seguidas 
Seca eleva os preços agrícolas
Mosaico Político - CUNHA: FORÇA DENTRO DO PMDB
Ponto de Vista - A SAÍDA DOS SWAPS CAMBIAIS
O mercado como ele é... - JÁ É O COPOM DA "NOVA DILMA"?
Ponto Final - É TEMPO DE WAGNER
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Folha de S. Paulo
Manchete : BC sobe juros para 11,25 % na 1 ª reunião após a eleição
Presidente do Senado promete impor nova derrota a Dilma
Para procurador, caso Pizzolato abre precedente perigoso
Com a economia fraca, arrecadação aumenta só 0,7%
Foto-legenda : Uns sem nada...
Doença similar à dengue tem mais de 800 casos em quase dois meses (Cotidiano C1)
País autoriza uso de celular e tablet em modo ‘ avião’ durante todo o voo (Cotidiano C4)
EUA aceitam se aproximar de Cuba para combater o ebola (Mundo A18)
Marcelo Miterhof - Alta de preços de serviços é uma inflação do bem
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30 de outubro de 2014
O Globo

Manchete : Três dias após eleição, BC surpreende e sobe juros
Copom cita riscos para a inflação no ano que vem e em 2016

Selic era mantida em 11% desde maio e agora foi elevada para 11,25%. Com PIB fraco, especialistas previam aumento da taxa só em 2015. Diretoria vota dividida: três defenderam manutenção e cinco, a elevação

Na sua primeira reunião após a reeleição da presidente Dilma Rousseff, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu elevar a taxa básica de juros Selic para 11,25% ao ano, surpreendendo o mercado, que previa aumento só no ano que vem. Para analistas, mesmo com a economia ainda muito fraca, o governo quis dar um sinal ao mercado de que estará mais preocupado com o controle da inflação neste segundo mandato. (Pág. 25)

Senado ameaça também derrotar Dilma
Renan diz que criação de conselhos populares, rejeitada na Câmara, dificilmente passará na Casa

O governo federal deverá sofrer nova derrota no Congresso, caso insista em aprovar o decreto que cria conselhos populares. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse ontem que há muita resistência na Casa, onde a iniciativa do Planalto “dificilmente passará”. Na véspera, a Câmara dos Deputados já havia derrubado a proposta. Parlamentares da base e da oposição veem como tentativas de atropelar o Congresso não só a criação dos conselhos como a vontade da presidente Dilma de aprovar a reforma política por plebiscito. Eles prometem reagir e medir forças com o Executivo. (Pág. 6)

PMDB dá aval para Cunha tomar do PT a direção da Câmara
Deputado foi autorizado pelo partido a negociar a formação de um bloco que viabilize sua eleição à presidência da Câmara em 2015. Segundo Cunha, “não há ânimo” na bancada para rodízio com o PT no cargo. (Pág. 6)
Deputados da bancada ruralista convocam ministros
Os ministros Edison Lobão (Minas e Energia) e Neri Geller (Agricultura) foram convocados para dar explicações à Câmara. (Pág. 6)
Economia dos EUA está recuperada, diz Fed (Pág. 25)

Escândalos na Petrobras - Delatores devolverão R$ 175 milhões desviados
Delatores da corrupção na Petrobras se comprometeram a devolver R$ 175 milhões desviados. Só o doleiro Youssef e o ex-diretor Paulo Roberto Costa, juntos, deverão ressarcir os cofres públicos em R$ 125 milhões. (Pág. 3)
Até a mandioca foi superfaturada (Pág. 3)

Arrecadação fica abaixo do previsto
Mesmo com o Refis, a arrecadação de tributos federais somou R$ 90,72 bilhões em setembro, abaixo do previsto. O governo já estima que a receita com impostos crescerá menos de 1% este ano. (Pág. 27)
Aprovado alívio na folha de pagamentos
Medida provisória que torna permanente a desoneração para 59 setores vai agora à sanção da presidente. (Pág. 28)
Multas rigorosas entram em vigor
Neste sábado, passa a valer a lei federal que aumenta em até dez vezes (para R$ 1.915,40) as multas por infrações no trânsito, como de ultrapassagens perigosas. (Pág. 10)
No Senado - Avança lei sobre drogas
CCJ aprova definição mais flexível para usuário e também o uso medicinal da maconha. Texto ainda passará por comissões. (Pág. 32)
Ilimar Franco
O PT não vai apitar

A presidente Dilma vai enfrentar o apetite petista na formação do novo governo. Um de seus dirigentes diz que “ela vai fazer um governo de coalizão mesmo”. E os aliados tendem a ter mais peso para “garantir maioria sólida” no Congresso e “eliminar o chororô” eleitoral. Dilma está convencida de que precisa de um Ministério mais forte, cujos ministros tenham representatividade política ou reconhecimento na sociedade. (Pág. 2)

Merval Pereira
Conflito pós-eleitoral

O segundo mandato da presidente Dilma, conseguido aos trancos e barrancos, nem mesmo começou, e o PT já lança a candidatura de Lula para 2018. O PT, fragilizado pelas urnas, precisa sinalizar à militância que existe um Lula no fim do túnel, mesmo com a perspectiva de um governo fraco, que tende a se manter no mesmo rumo por que Dilma não mudará da noite para o dia sua maneira de ver o mundo. (Pág. 4)

Míriam Leitão
Elevação dos juros desmente marketing usado nas eleições. (Pág. 26)
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Zero Hora

Manchete : Juro sobe e dá o tom do segundo mandato
Alta para 11,25% pode simbolizar uma nova fase da política econômica do governo Dilma, que tenta recuperar a credibilidade e frear inflação. (Notícias |24)
"A elite não se conforme com a derrota"
Ex-marido e conselheiro da presidente reeleita, Carlos Araújo (PDT) critica quem promete reforçar oposição ao Planalto. (Notícias | 15)


Multas de trânsito até 900% mais caras
A partir de sábado, quatro infrações graves pesarão mais no bolso. (Sua Vida | 30)


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Brasil Econômico

manchete : Juros sobem para 11,25% no dia em que Fed elimina estímulos
Em reunião que terminou sem consenso, o Comitê de Política Monetária do Banco Central decidiu elevar a Selic em 0,25 ponto. Em nota, o BC atribui a decisão à intensificação dos ajustes de preços. Ontem, o banco central americano anunciou o fim do programa de incentivos monetários. (Págs. 20 a 22)
Arrecadação perde ritmo
Apesar de recorde para o mês, os R$ 90,7 bilhões arrecadados em setembro evidenciaram que, diante do ritmo fraco da economia, os contribuintes estão com mais dificuldades de pagar os impostos. (Pág. 5)
Usiminas : Preço do minério leva a prejuízo
A empresa registrou perdas de R$ 24 milhões no terceiro trimestre e prepara medidas para enfrentar o cenário de preços menores no exterior. As vendas de aço também tiveram retração. (Pág. 11)
A corrida pela Prefeitura do Rio em 2016
Romário (PSB) e Freixo (Psol) são os mais lembrados para o posto de alcaide da capital fluminense. Indecisos chegam a 31%. (Pág. 3)
Confiança da indústria sobe após nove quedas seguidas 
Índice subiu 1,8% em outubro, para 82,6 pontos, mas ainda muito distante da média recente de 104,1 pontos. (Pág. 8)
Seca eleva os preços agrícolas
Estiagem que atinge Regiões Sudeste e Centro-Oeste atinge lavouras de soja, milho, cana-de-açúcar e atividade pecuária, mudando calendários de safras, elevando custos de produção e diminuindo a oferta de commodities. (Pág. 10)
Mosaico Político
Gilberto Nascimento

CUNHA: FORÇA DENTRO DO PMDB

Apesar da vitória nas urnas, com a reeleição da presidenta Dilma Rousseff (PT), o vice Michel Temer não terá vida fácil dentro do PMDB. O principal trunfo dele é o poder dentro do governo, que permite ao seu grupo articular nomeações para ministérios e estatais. O rival mais evidente, por enquanto, é o líder do PMDB na Câmara, o deputado reeleito Eduardo Cunha (RJ), que sonha em presidira Casa em 2015. (Pág. 2)

Ponto de Vista
Carlos Thadeu de Freitas

A SAÍDA DOS SWAPS CAMBIAIS

A economia mundial se distancia do cenário de crise e passa a apresentar perspectivas melhores de crescimento. Entretanto, com a queda dos preços das commodities, o fantasma da deflação volta a assombrar os países desenvolvidos,que ainda enfrentam os legados da crise econômica mundial e uma menor capacidade de crescimento econômico. (Pág. 6)

O mercado como ele é...
Luiz Sérgio Guimarães

JÁ É O COPOM DA "NOVA DILMA"?

Os Bancos Centrais do Brasil e dos EUA resolveram ontem surpreender os mercados financeiros. E ambos na mesma direção, de endurecimento da política monetária. O nosso BC foi direto: subiu a Selic de 11% para 11,25%, inesperadamente, sem antes ter preparado analistas e investidores. O Federal Reserve (Fed) foi mais sutil, mas com a mesma eficiência,ao alterar o seu discurso assumindo postura bem mais "hawkish". (Pág. 22)

Ponto Final
Octávio Costa

É TEMPO DE WAGNER

A eleição acabou, o Brasil vai voltando ao normal e os jornais dirigem a atenção para outros temas. Uma das pautas do momento envolve a especulação sobre o próximo ministro da Fazenda. A cada dia, surgem novos nomes na lista. Eis o cardápio mais atualizado: Nelson Barbosa, ex-secretário executivo da Fazenda, Aloizio Mercadante, ministro-chefe da Casa Civil, Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central, Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do Bradesco, Murilo Ferreira, presidente da Vale, Otaviano Canuto, conselheiro do Banco Mundial, e Jaques Wagner, governador da Bahia. (Pág. 32)

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Folha de S. Paulo

Manchete : BC sobe juros para 11,25 % na 1 ª reunião após a eleição
Banco Central cita alta do dólar e piora nas contas públicas para elevar Selic

Na primeira reunião após a reeleição da presidente Dilma (PT), o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central surpreendeu e aumentou nesta quarta (29) a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 0,25 ponto, para 11,25% ao ano. A taxa não ficava tão alta desde novembro de 2011. Durante a sua campanha, Dilma buscou associar seu adversário Aécio Neves (PSDB) a uma política econômica baseada em juros elevados para combater a inflação. Analistas esperavam manutenção da taxa no penúltimo encontro do ano. A alta do dólar e a piora nas contas públicas foram os motivos que levaram cinco dos oito diretores, incluindo o presidente Alexandre Tombini, a votarem pelo aumento da taxa. Em comunicado divulgado, o Copom informou que “a intensificação dos ajustes de preços relativos na economia tornou o balanço de riscos para a inflação menos favorável”. (Mercado b1)

Presidente do Senado promete impor nova derrota a Dilma
O presidente do Senado, Renan Calheiros, afirmou que a Casa derrotará o governo e ratificará a decisão da Câmara, que na terça (28) sustou os efeitos do decreto presidencial que cria diretrizes para a montagem dos conselhos populares. O PMDB, de Renan, é o principal aliado do governo. A declaração é nova mostra de que a presidente Dilma (PT) não conta com total amparo de sua base. (Poder a4)
Para procurador, caso Pizzolato abre precedente perigoso
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, admitiu que a decisão da Justiça italiana de negar a extradição do ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato foi uma derrota para o Brasil. Para ele, o caso pode abrir um precedente perigoso de o país não conseguir mais extraditar ninguém. (Poder a16)
Com a economia fraca, arrecadação aumenta só 0,7%
A arrecadação de impostos e contribuições federais teve outro resultado fraco em setembro. No acumulado do ano, o crescimento é de somente 0, 7%. A previsão inicial do governo Dilma Rousseff era de 3, 5%. Os números comprometem o fechamento das contas neste ano e prenunciam dificuldades para 2015. (Mercado b4)
Foto-legenda : Uns sem nada...
Passat na represa Atibainha (SP); carcaças de carros surgem no sistema Cantareira, na Billings e na Guarapiranga devido ao baixo nível dos reservatórios (Cotidiano C3)
Doença similar à dengue tem mais de 800 casos em quase dois meses (Cotidiano C1)

País autoriza uso de celular e tablet em modo ‘ avião’ durante todo o voo (Cotidiano C4)

EUA aceitam se aproximar de Cuba para combater o ebola (Mundo A18)

Marcelo Miterhof
Alta de preços de serviços é uma inflação do bem

Um país mais equilibrado é melhor para todos, porém, para muitos, não é fácil abrir mão de seus interesses imediatos em nome de um menos palpável bem comum. A inflação dos serviços está acima do índice geral. É uma inflação do bem, um ajuste de preços fruto da distribuição de renda. (Mercado b7)

Editoriais
Leia “Promessas e juros”, sobre elevação da taxa Selic, e “Colônias da discórdia”, acerca de intenção de Israel de ampliar assentamentos. (Opinião A2)
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