Atualidades 04/12/2014

" É capaz quem pensa que é capaz." - Buda




O Globo
Manchete : Propina virou doação oficial ao PT, diz delator
Duque recebia cartel na estatal, afirma executivo
Oposição já discute pedir impeachment
Governo faz nova manobra fiscal
Manifestantes são barrados no Congresso
BC sobe mais os juros, para 11,75% ao ano
Justiça decreta prisão de Sininho
Preço de remédio pode cair 15%
Eurico, a maior alegria de Aldo
China enviará artistas ao campo
Ilimar Franco - PT quer o lugar de Aldo Rebelo
Merval Pereira - A face cruel da crise
Míriam Leitão - Agora preocupa
Editorial - Amplia-se a dimensão do escândalo na Petrobras
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Zero Hora
Manchete : Propina virou doação oficial ao PT, diz delator
A fraude - parte 7
Juro mais alto para conter a inflação
Tumulto emperra votação de meta fiscal
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Brasil Econômico
Manchete : Copom eleva taxa de juros básica para 11,75%
Executivo preso diz que propina era repassada como doação ao PT
Aporte impacta dívida que Levy quer reduzir
Brasil e China perdem na luta contra corrupção
Tática de guerrilha contra o PLN 36
Dilma cumpre a tradição com os catadores em São Paulo
Mosaico Político - BÔNUS SOBRE R$ 700 MILHÕES
Ponto de Vista - AJUSTES À VISTA
O mercado como ele é... - O COPOM CONFIA EM LEVY?
Ponto Final - ENOJADOS ESTAMOS NÓS
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Folha de S. Paulo
Manchete : Executivo diz ter pago propina em doações oficiais para o PT
BC acelera alta e eleva juros em 0,5 ponto, para 11,75 %
Brecha fiscal causa mais um dia de tumulto no Congresso
Foto-legenda
Erro vai atrasar e encarecer obra do monotrilho em São Paulo
Venezuela indicia oposicionista por complô contra Maduro (Mundo A14)
Renato Andrade
Mônica Bergamo
Editoriais
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04 de dezembro de 2014
O Globo

Manchete : Propina virou doação oficial ao PT, diz delator
Executivo de empreiteira revela que fez repasses ao partido no período de 2008 a 2011

Augusto Mendonça Neto conta que se reuniu com o tesoureiro Vaccari no diretório petista e que dinheiro foi desviado de obras de refinaria no Paraná. PT afirma que doações foram feitas de acordo com a lei

Augusto Mendonça Neto, executivo da Toyo Setal que negociou delação premiada, afirmou que parte da propina por desvios nas obras de refinaria da Petrobras no Paraná foi re passada ao PT em forma de doações oficiais de campanha. Os repasses, disse, foram feitos de 2008 a 2011 e totalizaram cerca de R$ 4 milhões. Na prestação de contas do partido à Justiça Eleitoral, há registro de R$ 3,6 milhões doados por empresas mencionadas por Mendonça Neto. Segundo ele, foi Renato Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras, quem ordenou a doação ao PT. A propina era repassada para campanhas do PT, para emissários de Duque chamados de Tigrão, Melancia e Eucalipto ou enviada ao exterior. O executivo denunciou propina na Infraero, em 2002. (Pág. 3)

Duque recebia cartel na estatal, afirma executivo
Segundo Julio Camargo, outro executivo da empreiteira que fez acordo de delação, o ex-diretor Duque recebia representantes do cartel na sede da Petrobras e em restaurantes. (Pág. 4)
Oposição já discute pedir impeachment
Até ontem cautelosos em relação a um pedido de impeachment, líderes do PSDB passaram a considerar com mais força essa possibilidade. (Pág. 3)
Governo faz nova manobra fiscal
Tesouro repassa mais R$ 30 bi ao BNDES e usa sobra de 2013 em meta de 2014

Medida provisória é editada menos de uma semana após futuro ministro Levy prometer transparência nas contas

O governo editou ontem medida provisória autorizando novo repasse de R$ 30 bilhões ao BNDES e permitindo que o chamado superávit financeiro, que são sobras de receitas vinculadas de 2013, seja usado para fechar a meta fiscal de 2014 e pagar despesas obrigatórias, como pessoal e previdência. A medida foi criticada por especialistas e vai na contramão do discurso do futuro ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que ao ser anunciado, semana passada, prometeu transparência nas contas públicas. (Págs. 21 e 22)

Manifestantes são barrados no Congresso
Manifestantes contrários ao projeto que altera a meta de superávit primário foram barrados ontem na Câmara. Para Aécio Neves (PSDB), Dilma deixou Congresso “de cócoras”. (Págs. 7 e 8)
BC sobe mais os juros, para 11,75% ao ano
Mesmo com o PIB estagnado, o Banco Central acelerou o ritmo de alta dos juros e elevou a taxa básica Selic em meio ponto percentual, para 11,75% ao ano. A decisão foi unânime entre a diretoria e, para analistas, indica que o BC busca recuperar a credibilidade. (Pág. 23)
Justiça decreta prisão de Sininho
A ativista conhecida como Sininho e outras duas pessoas tiveram prisão decretada por ter em ido a protesto em outubro, contrariando ordem judicial. Ela está foragida. (Pág. 12)
Preço de remédio pode cair 15%
O governo do Estado do Rio mudará, em janeiro, as regras do ICMS dos remédios. Com isso, os preços devem cair 15%, preveem Pezão e a associação de farmácias. (Pág. 24)
Eurico, a maior alegria de Aldo
O ministro Aldo Rebelo disse, na posse de Eurico Miranda, que a vitória do cartola no Vasco foi uma de suas maiores alegrias este ano. (Pág. 36)
China enviará artistas ao campo
O governo chinês determinou que artistas e profissionais de TV, cinema e rádio passem temporadas no campo para aprender “um ponto de vista correto” sobre a arte. (Pág. 30)
Ilimar Franco
PT quer o lugar de Aldo Rebelo

O ministro Aloizio Mercadante (Casa Civil) sugeriu ao PCdoB, anteontem, substituir o Ministério do Esporte pelo da Cultura. O aliado faria uma indicação, e o atual ministro, Aldo Rebelo, seria demitido. O presidente comunista, Renato Rabelo, reagiu assim: “Já temos um ministro. O Aldo deixou de concorrer à Câmara a pedido da presidente Dilma”. A novela vai continuar, o PT quer o cargo. (Pág. 2)

Merval Pereira
A face cruel da crise

A dificuldade do governo para aprovar no Congresso a alteração da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) — apesar da maioria teórica acachapante e da nunca antes vista chantagem oficial, incluindo num decreto o “toma lá ” (um aumento de verba de emendas parlamentares) e o “dá cá” (o apoio para transformar o déficit orçamentário em superávit) — é sinal dos tempos em que o PT está tendo que enfrentar uma oposição aguerrida, e disposta a não deixar barato as manobras governistas, com o apoio da população. (Pág. 4)

Míriam Leitão
Agora preocupa

A inflação está acima de 6% desde março, mas só com o fechamento das urnas parece ter virado problema para o Banco Central. É isso o que demonstra o aumento dos juros em 0,25 ponto, três dias depois das eleições, e o aumento do passo para 0,5 ponto na decisão de ontem do Copom. A presidente Dilma tomou posse com juro sem 10,75%. Chegará ao segundo mandato com a taxa em 11,75%. (Pág. 22)

Editorial
Amplia-se a dimensão do escândalo na Petrobras

Acareação em CPI e testemunhos de que propinas destinadas ao ex-diretor Renato Duque foram para o PT amplificam a importância do caso. (Pág. 18)

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Zero Hora

Manchete : Propina virou doação oficial ao PT, diz delator
Executivo de empreiteira afirma que teriam sido pagos ao partido pelo menos R$ 4 milhões entre 2008 e 2011 a pedido de ex-dirigente da Petrobras. (Notícias | 12)
A fraude - parte 7
Sétima etapa da operação Leite Compen$ado flagrou adulteração do produto com água e sal. Desde maio de 2013, 36 pessoas foram presas e 43 denunciadas. (Notícias | 6, 7 e 29)
Juro mais alto para conter a inflação
Banco Central eleva taxa de 11,25% para 11,75%, o maior nível em três anos. (Notícias | 28)
Tumulto emperra votação de meta fiscal
Manifestantes e oposição barraram projeto que põe contas do governo no azul. (Notícias | 10)

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Brasil Econômico

Manchete : Copom eleva taxa de juros básica para 11,75%
O Comitê de Política Monetária do Banco Central, em sua última reunião do ano, decidiu aumentar a Selic em 0,5 ponto percentual, como previra o mercado. Mais uma vez, a justificativa para a elevação dos juros, agora em 11,75%, foram os ‘efeitos cumulativos e defasados da política monetária’. Em outubro, dois membros do Copom votaram contra a alta. Desta vez, a decisão foi unânime. (Págs. 18 a 20)
Executivo preso diz que propina era repassada como doação ao PT
Augusto Mendonça Neto, da construtora ToyoSetal, disse à Polícia Federal que parte da propina paga por contratos com a Petrobras chegava às mãos do Partido dos Trabalhadores como doação oficial. (Pág. 9)
Aporte impacta dívida que Levy quer reduzir
O governo liberou ontem mais R$30 bilhões em empréstimos ao BNDES. O repasse fará subir na mesma proporção a dívida bruta federal, que Joaquim Levy se comprometeu controlar. (Pág. 4)
Brasil e China perdem na luta contra corrupção
Apesar da intensa campanha contra a corrupção, a China piorou a sua posição na lista anual da Transparência Internacional. Já o Brasil melhorou de posição, mas a nota do país piorou. (Pág. 27)
Tática de guerrilha contra o PLN 36
A oposição apelou para longos discursos e várias questões de ordem, com apoio de manifestantes do lado de fora, para empurrar a votação no Congresso para o fim da noite. (Pág. 3)
Dilma cumpre a tradição com os catadores em São Paulo
Presidenta se afastou por algumas horas da confusão em Brasília e agradeceu os votos no estado. (Pág. 6)
Mosaico Político
Gilberto Nascimento

BÔNUS SOBRE R$ 700 MILHÕES

O Ministério Público decidiu pedir uma avaliação do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE) sobre a decisão da estatal Companhia Paulista de Parcerias (CPP) de pagar bônus (participação nos resultados) a seus diretores e conselheiros, originários de juros de recursos captados e aplicados no mercado financeiro. (Pág. 2)

Ponto de Vista
Carlos Thadeu de Freitas

AJUSTES À VISTA

Na última semana de novembro, foi divulgada a equipe que será responsável pela política econômica a partir de janeiro do próximo ano. Os integrantes são Joaquim Levy, Nelson Barbosa e Alexandre Tombini — os dois últimos alocados no Ministério do Planejamento e no Banco Central. O principal objetivo da nova equipe será recompor os fundamentos macroeconômicos do país, que enfrenta baixo crescimento, inflação elevada, problemas com as contas públicas e credibilidade fraca, tanto interna quanto externamente. (Pág. 7)

O mercado como ele é...
Luiz Sérgio Guimarães

O COPOM CONFIA EM LEVY?

O dólar caiu ontem 0,74%, cotado a R$ 2,5567, não porque hedge funds globais se anteciparam ao reforço na dose de aumento da Selic. Foi justamente o contrário. (Pág. 20)

Ponto Final
Octávio Costa

ENOJADOS ESTAMOS NÓS

Há alguns anos, em entrevista com o ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio de Mello, perguntei qual era sua explicação para o crescimento de casos de corrupção no país, apesar do reforço dos mecanismos institucionais de controle. Marco Aurélio pensou, deu um sorriso e respondeu: "Acontece que, para os corruptos, o dinheiro público não é de ninguém. Não tem dono. Por isso, eles não se intimidam". (Pág. 32)

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Folha de S. Paulo

Manchete : Executivo diz ter pago propina em doações oficiais para o PT
Empresário relata repasse legal de R$ 4 mi como suborno por contratos da Petrobras; partido nega acusação

O empresário Augusto Ribeiro de Mendonça Neto, do grupo Toyo Setal, declarou em delação premiada da Operação Lava Jato que um dos três caminhos para pagar propina em troca de contratos na Petrobras eram “doações oficiais” ao PT. Ele e outro executivo da empresa disseram ter pago R$ 152 milhões de suborno em contratos, sendo cerca de R$ 4 milhões em doações eleitorais ao PT , por orientação de Renato Duque, ex-diretor de serviços da Petrobras indicado pelo partido. É a primeira vez que investigados ligam pagamento de suborno a doações legais a partidos. Mendonça Neto ainda disse que Duque convidava para licitações na Petrobras só indicados por um “clube” de empreiteiras, que combinava resultados. Os outros caminhos da propina foram, segundo o empresário, verba em espécie dada a emissários da diretoria de serviços da Petrobras e remessas para contas no exterior controladas por Duque e pelo ex-gerente de engenharia Pedro Barusco. O PT afirmou em nota que o depoimento confirma que a sigla recebe somente doações legais. Duque, libertado nesta quarta-feira (3) depois de 20 dias preso, nega ter recebido propina. Barusco prometeu devolver R$ 248 milhões. (Poder a4 a a11)

BC acelera alta e eleva juros em 0,5 ponto, para 11,75 %
No segundo aumento depois da reeleição da presidente Dilma, o Comitê de Política Monetária do Banco Central acelerou o ritmo de alta da taxa básica de juros. Referência para toda a economia, a Selic aumentou 0,5 ponto percentual e chegou a 11,75% ao ano. A alta anterior havia sido de 0,25 ponto. O BC indicou querer dar um “choque de credibilidade”, mostrando rigor contra a inflação. (Mercado B1)
Brecha fiscal causa mais um dia de tumulto no Congresso
A tentativa de aprovar o projeto que autoriza o governo a descumprir a meta fiscal motivou mais um dia de tumulto no Congresso. Manifestantes não puderam acompanhar a votação, prevista para a noite de ontem. O senador Aécio Neves (PSDB) acusou a presidente Dilma de colocar o Congresso de “cócoras” ao condicionar o aval ao projeto à liberação de mais verbas para os parlamentares. (Poder a12)
Foto-legenda
O decano - Manifestante contrária ao projeto que altera a meta de economia do governo hostiliza o senador José Sarney (PMDB)
O artista - O cantor e compositor Lobão ao tentar entrar no Congresso
O rival - Na tribuna, Aécio Neves (PSDB) discursa contra o governo

Erro vai atrasar e encarecer obra do monotrilho em São Paulo
Um erro no projeto do monotrilho da zona leste de São Paulo vai atrasar e encarecer a obra do governo Alckmin (PSDB), orçada em R$ 6,4 bilhões e prevista inicialmente para ser entregue em 201 5. Ao planejar a construção, o Metrô ignorou a presença de galerias pluviais na região. Por isso, terá de refazer o projeto de pelo menos três das oito novas estações. A companhia não comentou o caso. (Cotidiano C1)
Venezuela indicia oposicionista por complô contra Maduro (Mundo A14)

Renato Andrade
Lavar dinheiro sujo usando mecanismo checado pela Justiça Eleitoral põe em suspeição todo o financiamento das campanhas. A distância entre o desfalque dos cofres da maior estatal do país e o gabinete presidencial agora ficou mais curta. (Opinião a2)
Mônica Bergamo
Comissão da Verdade quer obras públicas sem nomes ligados à ditadura (Ilustrada e2)
Editoriais
Leia “Quando mais é menos”, a respeito de novo aumento da taxa Selic, e “Nada pedagógico”, sobre corte de verbas de escolas estaduais paulistas. (Opinião A2)
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