Atualidades 18/12/2014

Aquele que protege sua mente da cobiça, e da ira, desfruta da verdadeira e duradoura paz.
(Sakyamuni).


O Globo
Manchete : EUA e Cuba reatam relação; ‘isolamento não funcionou’
Mercosul e até Maduro elogiam gesto de Obama
Degelo com a bênção de Francisco
Prejuízo com Pasadena foi de R$ 1,8 bi
‘Preciso ser investigada ’, diz Graça Foster
Relator de CPI agora pede punições (Pág. 3)
Rússia acalma mercados, e dólar cai 1,24%
Juiz é afastado por abuso no MA
Ilimar Franco - Esperando Dilma
Merval Pereira - Petrolāo repete mensalão
Míriam Leitão b- Visão de Levy
Editorial - Cuba e EUA saem da Guerra Fria
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Zero Hora
Manchete : Para a História
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Brasil Econômico
Manchete : EUA reatam com Cuba, mas embargo ainda continua
Levy mostra força com senadores
‘Estou aqui enquanto a presidenta confiar em mim’
Fed não vai elevar juros antes de abril
Aprovação de Dilma sobe apesar da crise na Petrobras 
Mosaico Político - ALCKMIN TEME "ONDA" TUCANA
Ponto de Vista 2014 E 2015 — ANOS DE TRANSIÇÃO
Cliente & Cia - O SETOR ELÉTRICO E A JUSTIÇA
O mercado como ele é... - FED NÃO AZEDA FESTA RUSSA
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Folha de S. Paulo
Manchete : EUA e Cuba libertam presos e reatam relações após 53 anos 
Graça diz que não term como estimar desvios na Petrobras
BC recua do termo 'parcimônia' e pode manter alta de juro (Mercado 1 B1)
Com roubos em alta, Alckmin muda comando da Segurança. (Cotidiano C1)
Governo define limite de ocupação de salas por um mesmo filme (Ilustrada 1)
Leonardo Padura -17 de dezembro de 2014 é um dia para a história
Sérgio Dávila - Com medidas, Obama enfraquece embargo. (Especial pág. 3)
Clóvis Rossi - Toda a América Latina ganha com a mudança. (Mundo A16)
Janio de Freitas - Decisão finda 53 anos de flagelo de um povo. (Poder A13)
Editoriais - Leia "Emergência na Rússia", a respeito da economia dos países emergentes, e "Anúncios públicos", sobre verbas das estatais para publicidade. (Opinião A2)
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18 de dezembro de 2014
O Globo

Manchete : EUA e Cuba reatam relação; ‘isolamento não funcionou’
Obama diz que acordo após 53 anos ‘inicia novo capítulo nas Américas’

Raúl Castro afirma que gesto do presidente americano merece o respeito e o reconhecimento dos cubanos, mas pede o fim definitivo do embargo, que depende do Congresso. ‘Somos todos americanos’, disse presidente dos EUA

Em pronunciamentos simultâneos, nos EUA e em Cuba, os presidentes Barack Obama e Raúl Castro fizeram História ontem ao anunciarem o reatamento das relações diplomáticas entre os dois países, pondo fim a 53 anos de hostilidades e ao último capítulo da Guerra Fria. O acordo foi negociado por 18 meses, em encontros secretos no Canadá e no Vaticano, e culminou com telefonem a de uma hora e meia entre os dois presidentes. A base da negociação foi a libertação de dois americanos e de três espiões cubanos. Os dois presidentes acertaram a abertura de embaixadas em Washington e Havana, a libertação de 53 prisioneiros políticos e a retirada da Ilha da lista americana de países que apoiam o terrorismo, abrindo espaço para o governo cubano tom ar financiamentos no exterior. Obama disse que 50 anos mostraram que o isolamento não funcionou: “Todos somos americanos”, disse, em espanhol. Já Raúl reconheceu o gesto de Obama, mas alertou que o acordo ainda não solucionou o fim do embargo, que depende do Congresso americano. (Caderno Especial)

Mercosul e até Maduro elogiam gesto de Obama
Mesmo sob ameaças de sanções dos EUA, até o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, aplaudiu Obama, chamando-o de valente. A presidente Dilma disse que jamais imaginou viver o momento da retomada das relações entre EUA e Cuba. (Caderno Especial)
Degelo com a bênção de Francisco
O primeiro Papa latino-americano foi o principal mediador do reatamento entre EUA e Cuba, e ganhou ontem de presente de aniversário o anúncio de Obama e Raúl. (Caderno Especial)
Prejuízo com Pasadena foi de R$ 1,8 bi
A Controladoria Geral da União (CGU), órgão do governo federal, concluiu que a Petrobras pagou US$ 659,4 milhões (cerca de R$ 1,8 bilhão) a mais pela refinaria de Pasadena, no Texas, mas isentou de responsabilidade o conselho da estatal, presidido à época pela presidente Dilma Rousseff. Para o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, cerca de 30 parlamentares serão investigados na Lava-Jato. (Págs. 3 e 4)
‘Preciso ser investigada ’, diz Graça Foster
Acusada de ter sido informada de desvios na Petrobras antes da Lava-Jato, a presidente da estatal, Graça Foster, se defendeu e disse que também precisa ser investigada. Graça afirmou que, se a estatal não puder manter contratos com empresas acusadas de corrupção, terá de fazer licitações internacionais. Segundo ela, o balanço da estatal não sai antes de janeiro com dados seguros. (Pág. 6)
Relator de CPI agora pede punições (Pág. 3)

Rússia acalma mercados, e dólar cai 1,24%
O governo russo prometeu medidas para recuperar o rublo e acalmou os mercados. No Brasil, o dólar caiu 1,24%, a R$ 2,701. A Bolsa subiu 3,63%, após Joaquim Levy sinalizar com alta de impostos. (Pág. 29)
Juiz é afastado por abuso no MA
O Tribunal de Justiça do Maranhão afastou o juiz Marcelo Testa Baldochi, que mandou prender três funcionários da TAM após chegar atrasado e ser barrado em voo. (Pág. 10)
Ilimar Franco
Esperando Dilma

O PSD, o PP e o PR vão adiar a decisão de apoio na eleição para presidir a Câmara. Seus líderes dizem que estão esperando por uma definição do Planalto. Isso revela que esses partidos querem, de fato, conhecer seu quinhão no Ministério da presidente Dilma antes de se definirem. Os três partidos têm 107 deputados e, com o aval do governo, podem turbinar o petista Arlindo Chinaglia. (Pág. 2)

Merval Pereira
Petrolāo repete mensalão

A estratégia de reagir a uma crise com a proposta de convocação de uma Assembleia Constituinte para a reforma política ou de um plebiscito, e até mesmo a frase “não deixar pedra sobre pedra” na apuração de um escândalo, muito usada pela presidente Dilma na campanha deste ano, fazem parte de um roteiro previamente organizado a partir do escândalo do mensalão por Bernard o Kucinski, escritor premiado e jornalista tarimbado, que teve papel central no primeiro governo Lula criando uma correspondência diária com o presidente por meio da análise do noticiário dos jornais que enviava logo pela manhã, por volta das 8h. (Pág. 4)

Míriam Leitão
Visão de Levy

Um pacote balanceado em que haja mais cortes de gastos do que aumento de impostos, mas tudo dentro de um projeto de elevação da taxa de poupança. Combater a inflação, mas evitar preços artificiais, o que significa que eles subirão a curto prazo. Ajuste de olho na situação internacional, que piorou nos últimos dias. Uma visão confiante. Essa é a receita com a qual trabalha Joaquim Levy. (Pág. 30)

Editorial
Cuba e EUA saem da Guerra Fria

O reatamento de relações terá forte impacto em todo o hemisfério, ao obrigar países e blocos regionais a rever conceitos envelhecidos. Washington entendeu finalmente que a manutenção das medidas contra Havana apenas reforça o poder do Partido Comunista. (Pág. 18)

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Zero Hora

Manchete : Para a História
Após 53 anos de ruptura e rivalidade, Cuba e Estados Unidos anunciam que vão reatar relações

Fim do embargo à Ilha depende do Congresso
Acordo incluiu troca de presos e mediação do Papa
Brasil e EUA disputarão negócios com cubanos

"Devemos aprender a arte de conviver, de forma civilizada, com nossas diferenças"
Raúl Castro, presidente de Cuba

"O acordo dará início a um novo capítulo entre as nações das Américas"
Barack Obama, presidente dos EUA

(Cobertura Especial nas páginas 8 a 22 e 35 a 37)

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Brasil Econômico

Manchete : EUA reatam com Cuba, mas embargo ainda continua
Após 53 anos de rompimento, o presidente Barack Obama anunciou ontem que os Estados Unidos vão reatar relações diplomáticas com Cuba. O presidente Raúl Castro deu a notícia histórica em seu país. Obama admitiu que o isolamento “não funcionou” e disse que os EUA, agora, querem se tornar parceiros do povo cubano. O bloqueio econômico, porém, ainda será debatido pelo Congresso americano, que tem maioria republicana. (Págs. 26 a 28)
Levy mostra força com senadores
O futuro ministro da Fazenda, Joaquim Levy, conseguiu adiar a votação de projeto que teria impacto no Tesouro, por permitir a legalização de incentivos fiscais questionados em ações no STF. (Pág. 6)
‘Estou aqui enquanto a presidenta confiar em mim’
Em sua primeira entrevista após as delações premiadas da Operação Lava Jato, a presidente da Petrobras, Graça Foster, admitiu que entregou o cargo a Dilma e acenou com medidas que podem melhorar o controle contra a corrupção e a gestão financeira. (Págs. 4 e 5)
Fed não vai elevar juros antes de abril
Presidente do BC americano, Janet Yellen descarta aumento das taxas no início de2015, que pressionaria ainda mais o dólar. (Pág. 21)
Aprovação de Dilma sobe apesar da crise na Petrobras 
Confiança no governo passou para 51%. Avaliação positiva cresceu mais no Sudeste. (Pág. 3)
Mosaico Político
Gilberto Nascimento

ALCKMIN TEME "ONDA" TUCANA

O governador Geraldo Alckmin e seus principais auxiliares veem com desconfiança o movimento "Onda Azul", liderado pelo economista Humberto Laudares, que propõe um ato de filiação coletiva ao PSDB paulista no primeiro semestre de 2015. (Pág. 2)

Ponto de Vista
Carlos Thadeu de Freitas

2014 E 2015 — ANOS DE TRANSIÇÃO

Pelo quarto ano consecutivo, houve, em 2014, uma grande frustração com as expectativas em relação ao crescimento econômico. A economia brasileira seguiu na trajetória de desaceleração, e o resultado das contas nacionais deve indicar um Produto Interno Bruto (PIB) praticamente estagnado para o ano. (Pág. 7)

Cliente & Cia
Nadja Sampaio

O SETOR ELÉTRICO E A JUSTIÇA

Descobrir a raiz da excessiva judicialização dos conflitos no setor elétrico e atuar preventivamente para evitar a proliferação das ações. Este foi o foco do modelo, inédito, construído pela FGV-Direito Rio, que foi apresentado ontem, no Seminário de Encerramento do Projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) do Programa de Prevenção, Tratamento e Redução dos Litígios de Consumo no Setor Elétrico. (Pág. 14)

O mercado como ele é...
Luiz Sérgio Guimarães

FED NÃO AZEDA FESTA RUSSA

A expectativa de que o Federal Reserve (Fed) iria, no fim do dia, mudar sua orientação de política monetária, aproximando mais o período em que estaria disposto a elevar a taxa básica de juros, não impediu ontem uma recuperação generalizada nos mercados de risco mundo afora após os martírios da "Black Tuesday". (Pág. 22)

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Folha de S. Paulo

Manchete : EUA e Cuba libertam presos e reatam relações após 53 anos 
`TODOS SOMOS AMERICANOS', DIZ OBAMA EM ESPANHOL
RAÚL CASTRO AFIRMA QUE DECISÃO MERECE 'RESPEITO'
FIM DO EMBARGO À ILHA TERÁ DE SER APROVADO PELO CONGRESSO DOS EUA

Em discursos históricos e simultâneos nesta quarta-feira (17), o presidente Barack Obama (EUA) e o ditador Raúl Castro (Cuba) anunciaram que os dois países vão reatar relações diplomáticas, após período de 53 anos de hostilidades. Obama citou o "fracasso" da política americana de isolar o governo socialista da ilha vizinha. Em espanhol, disse: "Todos somos americanos". Raúl afirmou que a decisão merece "respeito". Em 1961, no auge da Guerra Fria, a tentativa dos EUA de invadir Cuba levou ao rompimento entre os países. Agora os americanos planejam reabrir a embaixada em Havana e irão retirar o status de "patrocinador do terrorismo" da ilha. Com o anúncio de Obama, foram amenizadas restrições sobre remessas e viagens, mas o fim completo do embargo econômico, que Raúl exigiu, depende de aprovação do Congresso dos EUA. Num gesto de reaproximação, o governo Obama liberou três cubanos presos no país, e Cuba soltou dois americanos que mantinha detidos. O anúncio desta quarta veio após 18 meses de negociações intermediadas pelo Canadá e apoiadas pelo papa Francisco. Obama e Raúl conversaram por telefone por 45 minutos na terça. A presidente Dilma descreveu o reatamento como "uma mudança na civilização". (Especial págs. 1 a 6 )

Graça diz que não term como estimar desvios na Petrobras
A presidente da Petrobras, Graça Foster, disse que não terá condições de informar, no balanço da empresa, uma estimativa do valor desviado pelo esquema de corrupção investigado pela Operação Lava Jato. Ela sinalizou que a auditoria interna pode levar até quatro anos. (Poder A4) 
BC recua do termo 'parcimônia' e pode manter alta de juro (Mercado 1 B1)

Com roubos em alta, Alckmin muda comando da Segurança. (Cotidiano C1)

Governo define limite de ocupação de salas por um mesmo filme (Ilustrada 1)

Leonardo Padura
17 de dezembro de 2014 é um dia para a história

Acordo do pesadelo da hostilidade, do desencontro e da inimizade entre dois países. É um dia histórico. Abre-se uma porta para um futuro que necessariamente tem que ser melhor. (Especial pág. 6 )

Sérgio Dávila
Com medidas, Obama enfraquece embargo. (Especial pág. 3)
Clóvis Rossi
Toda a América Latina ganha com a mudança. (Mundo A16)

Janio de Freitas
Decisão finda 53 anos de flagelo de um povo. (Poder A13)
Editoriais
Leia "Emergência na Rússia", a respeito da economia dos países emergentes, e "Anúncios públicos", sobre verbas das estatais para publicidade. (Opinião A2)

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