Atualidades 13/04/2015



O Globo
Novos protestos contra governo têm adesão menor (PM calcula 700 mil nas manifestações. Organização fala em 1,5 milhão)
Para políticos, mau humor continua
Ricardo Noblat - Cem dias de crise
Convênios saíram 90% mais caros
Ajuda de US$ 3,5 bi - China deverá ser recompensada
Hillary Clinton é candidata
Desafios pós-Cúpula
Obituário – Paulo Brossard jurista, aos 90 anos
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Zero Hora
Segunda onda de atos contra Dilma foi menor
O adeus a Paulo Brossard
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Brasil Econômico
“Isolado, o Brasil precisa ousar”
Multidão volta às ruas contra o governo
Octávio Costa
FMI - Brasil terá retração em 2015, com melhora da economia no fim de ano. (Págs. 1 e 8)
Tecnologia - Digitalização de documentos leva o big data para a educação. (Págs. 1 e 11)
Luiz Sergio Guimarães
Petros / Plano terá deficit de R$ 6,2 bi
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Folha de S. Paulo
Manifestantes voltam às ruas com menos força; ato em SP tem 100 mil
Corrupção foi principal motivação para paulistano
Planalto fica ‘aliviado’ com adesão menor em protestos (Págs. 1 e Poder A11)
Alívio da crise do governo ainda está muito longe – Análise Igor Gielow
Protesto é guiado mais pelo fígado que pelo estômago – Luiz Fernando Vianna
Hillary concorrerá à Presidência dos EUA em 2016
Paulo Brossard, ex-ministro do STF, morre aos 90 anos em Porto Alegre (Págs. 1 e Poder A13)
José Sarney – Deixa o exemplo do político íntegro, do cidadão exemplar (Págs. 1 e Opinião A3)
Editoriais - Leia “Emprego em queda”, a respeito de alta na taxa de desocupação, e “Plataforma vazia”, sobre parceria entre Brasil e Ucrânia na área espacial. (Págs. 1 e Opinião A2)
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13 de abril de 2015
O Globo

Novos protestos contra governo têm adesão menor
PM calcula 700 mil nas manifestações. Organização fala em 1,5 milhão

Mobilização chegou a 252 cidades de 24 estados e do Distrito Federal, mas ficou aquém da que reuniu 2 milhões de pessoas em 15 de março

Pela segunda vez em menos de um mês, brasileiros saíram às ruas de todo o país para protestar contra a presidente Dilma Rousseff e contra os escândalos de corrupção. Desta vez, as manifestações tiveram adesão menor e mobilizaram cerca de 700 mil pessoas, de acordo com a Polícia Militar, contra 2 milhões que foram às ruas em 15 de março. Mas os organizadores dos protestos comemoraram o aumento de 147 para 252 no número de cidades que fizeram atos, o que, para eles, indica uma disseminação do sentimento de insatisfação com o governo. Como em 15 de março, os políticos de oposição preferiram não participar, e foram criticados pelos organizadores. Muitos manifestantes pediram o impeachment de Dilma e pequenos grupos voltaram a pedir intervenção militar. Desta vez, o governo não deu entrevistas para comentar a mobilização, mas a presidente usou uma página nas redes sociais, administrada pelo PT, para afirmar que o combate à corrupção é uma “ação permanente da sua gestão”. (Págs. 1 e 3 a 5)
Para políticos, mau humor continua
Tanto o governo quanto a oposição avaliam que a diminuição do número de manifestantes não significa que a insatisfação com a presidente Dilma está menor. Um assessor do Planalto lembrou que o Datafolha não mostrou mudança no mau humor com o governo. Para líderes da oposição, o sentimento de indignação é o mesmo. (Págs. 1 e 5)
Ricardo Noblat
Cem dias de crise

Seis em cada dez brasileiros acham governo Dilma ruim ou péssimo. (Págs. 1 e 2)
Convênios saíram 90% mais caros
Dois convênios firmados entre a Federal do Paraná e o Dnit tiveram um acréscimo de niais de 90% em relação ao custo inicial. No Rio, ex-decano da UniRio e diretores da fundação universitária FunRio teriam sido coniventes com fraude em contrato com a Petrobras. (Págs. 1 e 18)
Ajuda de US$ 3,5 bi
China deverá ser recompensada

Analistas de dentro e fora do governo dizem que o Brasil vai facilitar a entrada de produtos e trabalhadores chineses, por causa do empréstimo dado pelo país à Petrobras. (Págs. 1 e 15)
Hillary Clinton é candidata
A ex-senadora e ex-secretária de Estado anunciou que vai concorrer às primárias das eleições presidenciais pelo Partido Democrata com foco nas minorias. (Págs. 1 e 20)
Desafios pós-Cúpula
Consenso é que continente americano precisa de avanços econômicos e sociais. (Págs. 1 e 21)
Obituário – Paulo Brossard jurista, aos 90 anos
Ex-ministro da Justiça e do STF, Paulo Brossard, um dos lideres da oposição à ditadura, morreu ontem em Porto Alegre. (Págs. 1 e 10)
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Zero Hora

Segunda onda de atos contra Dilma foi menor
Organizadores afirmam que, apesar da redução de público, houve adesão de mais cidades. Presidente diz que segue em luta contra corrupção. (Págs. 1 e Notícias 16 e 7)
O adeus a Paulo Brossard
Político gaúcho que foi senador, ministro do Supremo Tribunal Federal e ministro da Justiça morreu ontem, na Capital, aos 90 anos. (Págs. 1 e Notícias 10 e 11)
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Brasil Econômico

“Isolado, o Brasil precisa ousar”
O economista Octavio de Barros, responsável pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, acredita que o biênio 2015-2016 entrará para a história do país como o momento do “rito de passagem”. Para ele, sem perspectiva visível de crescimento, está na hora de ter mais ousadia e adotar ações que mostrem uma nova governança, que vai além da fiscal, e passa pela gestão das cidades, sistemas de saúde e educação. Outra medida é abrir o país comercialmente, tirá-lo do isolamento. E este, diz ele, seria o momento adequado, com a desvalorização do real atenuando os eventuais impactos de uma abertura um pouco mais ousada. (Págs. 1 e 4 a 7)
Multidão volta às ruas contra o governo
As manifestações foram realizadas em 24 estados e no Distrito Federal durante o domingo. Mais uma vez, a cidade de São Paulo registrou o maior número de pessoas, cerca de 275 mil, segundo a Polícia. (Págs. 1 e 3)
Octávio Costa
Comandar o PT em dias de ratos na Câmara é tarefa dura para homens de bem. (Págs. 1 e 64)
FMI
Brasil terá retração em 2015, com melhora da economia no fim de ano. (Págs. 1 e 8)
Tecnologia
Digitalização de documentos leva o big data para a educação. (Págs. 1 e 11)
Luiz Sergio Guimarães
Crescem as apostas no fim da alta da Selic na próxima reunião do Copom. (Págs. 1 e 34)
Petros / Plano terá deficit de R$ 6,2 bi
Resultado do fundo de previdência da Petrobras foi antecipado em relatório de conselheiros. É o segundo ano consecutivo de déficit atuarial. No terceiro, participantes terão que aumentar contribuição. (Págs. 1, 30 e 31)
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Folha de S. Paulo

Manifestantes voltam às ruas com menos força; ato em SP tem 100 mil
Protestos ocorreram em diversas cidades; organizadores cobraram da oposição empenho pelo impeachment de Dilma

Grupos de oposição ao governo voltaram às ruas neste domingo (12) para protestar contra a corrupção, a presidente Dilma Rousseff e o PT. Os atos atraíram milhares de pessoas, mas foram menores que os realizados no dia 15 de março.

Houve movimentos em pelo menos 92 cidades, incluindo as capitais de 24 Estados e Brasília. A maior concentração foi registrada mais uma vez em São Paulo.

Cem mil pessoas se reuniram na avenida Paulista, de acordo com o Datafolha. Em março, 210 mil manifestantes estiveram na Paulista, segundo o instituto.
Pelas estimativas da Polícia Militar e de organizadores, os atos atraíram 275 mil pessoas em São Paulo e 268 mil nas outras capitais. No dia 15, segundo a PM, haviam reunido 1,7 milhão.

Em algumas capitais, líderes culparam a chuva pelo esvaziamento, caso de Salvador, Belém, Manaus e Porto Alegre. Em Macapá e em Boa Vista não houve ato.

Impedidos de falar nos protestos de março, os políticos mantiveram distância desta vez. Líderes dos grupos à frente dos atos cobraram dos partidos de oposição empenho pelo impeachment de Dilma. (Pág. 1 e Poder)
Corrupção foi principal motivação para paulistano
A indignação com a corrupção foi o motivo mais citado por quem foi ao protesto deste domingo (12) na Paulista. Segundo pesquisa Datafolha, 33% alegaram essa causa para sair às ruas.

Mais de 60% disseram que compareceram ao ato do último dia 15 de março.
Embora 77% dos entrevistados tenham declarado apoio ao impeachment da presidente Dilma, apenas 13% disseram que saíram de casa com essa motivação.

Segundo o Datafolha, 77% tinham ensino superior e 41% ganham mais que dez salários mínimos. (Págs. 1 e Poder A10)
Planalto fica ‘aliviado’ com adesão menor em protestos (Págs. 1 e Poder A11)

Alívio da crise do governo ainda está muito longe – Análise Igor Gielow
A charada existencial do “copo meio cheio ou meio vazio” se aplica bem ao que ocorreu nesta etapa dos atos. Há motivos para comemoração no Planalto. Afinal, o movimento de março poderia ter crescido sua intensidade. Mas o alívio está longe de ser profundo o suficiente para ser decretada a moratória da crise. (Págs. 1 e Poder A5)
Protesto é guiado mais pelo fígado que pelo estômago – Luiz Fernando Vianna
Os atos anti-Dilma ainda são guiados mais pelo fígado (ódio ao PT) do que pelo estômago (desemprego, perda de renda); mais por vontade que por necessidade.

Se a crise se instalar com força e os mais pobres saírem às ruas, é possível que a turma deste domingo (12) corra para seus apartamentos. E chame a polícia (Págs. 1 e Opinião A2)
Hillary concorrerá à Presidência dos EUA em 2016
A ex-secretária de Estado Hillary Clinton anunciou neste domingo (12) sua pré-candidatura à Casa Branca. Sem grandes rivais, ela será a provável vencedora da nomeação democrata para a disputa de 2016. Em 2008, perdeu nas primárias do partido para Barack Obama. (Págs. 1 e Mundo A14)
Paulo Brossard, ex-ministro do STF, morre aos 90 anos em Porto Alegre (Págs. 1 e Poder A13)

José Sarney – Deixa o exemplo do político íntegro, do cidadão exemplar (Págs. 1 e Opinião A3)

Editoriais
Leia “Emprego em queda”, a respeito de alta na taxa de desocupação, e “Plataforma vazia”, sobre parceria entre Brasil e Ucrânia na área espacial. (Págs. 1 e Opinião A2)
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