Atualidades 16/06/2015



O Globo
Manchete: BNDES causa perdas de R$ 1,1 bi por ano ao FAT
Odebrecht: ‘Não há nada ilegal’ nos financiamentos
Venezuela veta senadores brasileiros
Previdência pode sofrer colapso, diz ministro
Meta fiscal deve ser reduzida
Cunha encontra grupo anti-PT
Ensino religioso divide opiniões
Editorial 'Idade mínima é a alternativa ao fator previdenciário' (Pág. 14)
Míriam Leitão Texto aprovado prejudica os mais pobres. (Pág. 18)
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Zero Hora
Manchete: Previdência diz que nova regra é "inviável"
Marta Sfredo :: Energia terá mais privatizações?
Para manter concessão, CEEE estuda vender sede (Págs. Notícias 6 a 8)
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Brasil Econômico
Manchete: Crise da Petrobras arrasta operadoras de sondas estrangeiras
Octávio Costa :: Ao que parece, só Levy e Tombini acham que o céu é o limite para os juros. (Pág. 32)
Nelson Vasconcelos :: Tudo indica que a pior fase das empresas de tecnologia começa a ficar para trás. (Pág. 13)
Rogério Studart :: Aposta de Dilma em parceria com setor privado pode até ser questionada, mas é viável. (Pág. 7))
Anistia Internacional atribui a pior crise pós II Guerra ao fracasso dos líderes mundiais. (Pág. 29)
Fantasma do rebaixamento volta a assustar
Pesquisa revela forte rejeição ao PT
Comércio de SP reage após 12 meses
Dinastias à americana
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Folha de S. Paulo
Manchete: Para TCU, erro em projeções da União levou a 'pedaladas'
Após impasse, governo estuda plano B para aposentadoria
Teixeira recebeu relógio de ouro de emir do Qatar
Entrevista Jô Soares: Fiz à presidente as perguntas que precisava fazer
Em SP, trabalho infantil rende 4 autuações por dia
Vladimir Safatle: Política nacional já tendia a seguir para os extremos (Pág. Opinião A2)
Editoriais: Leia "Inovar ou inovar", sobre investimento brasileiro na criação de tecnologia (Pág. Opinião A2)
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16 de junho de 2015
O Globo

Manchete: BNDES causa perdas de R$ 1,1 bi por ano ao FAT
Empréstimo para empreiteiras usa recursos do fundo do trabalhador

Operações pagam juros baixos. Banco de fomento afirma que projetos criam emprego e renda no Brasil

O BNDES emprestou, desde 2007, US$ 11,9 bilhões para obras de empreiteiras brasileiras no exterior. Mas estudo do instituto de pesquisas Insper mostra que, como essas operações são financiadas pelo FAT e cobram juros baixos, causaram perdas anuais de US$ 351,7 milhões, ou R$ 1,1 bilhão, em custos financeiros ao fundo do trabalhador, informa Henrique Gomes Batista. Além de apoiar o BNDES, o FAT é o fundo que paga o abono salarial e o seguro desemprego. Suas perdas são cobertas pelo Tesouro. O BNDES alega que o FAT tem função social e que os empréstimos geram emprego no Brasil. (Págs. 1 e 17 a 19)
Odebrecht: ‘Não há nada ilegal’ nos financiamentos
Para Marcelo Odebrecht, diretor-presidente da construtora que recebeu 70% dos empréstimos do BNDES no exterior, "não há nada ilegal ou imoral" (Págs. 1 e 19)
Venezuela veta senadores brasileiros
Parlamentares dizem que Caracas negou autorização a voo da FAB que os levaria ao país para visitar líderes opositores presos. O Ministério da Defesa do Brasil afirma que ainda não houve resposta oficial (Pág. 25)
Previdência pode sofrer colapso, diz ministro
O ministro da Previdência, Carlos Gabas, indicou que a presidente Dilma Rousseff não adotará a regra aprovada para flexibilizar o fator previdenciário, que inibe aposentadorias precoces. Segundo ele, a mudança levaria o sistema ao "colapso" nas próximas décadas. (Págs. 1 e 3) 
Meta fiscal deve ser reduzida
Com a arrecadação baixa e a dificuldade em aprovar o ajuste no Congresso, governo reduzirá meta de superávit, de 1,13% do PIB. Previsão agora é alcançar 0,9% do PIB este ano. (Págs. 1 e 20)
Cunha encontra grupo anti-PT
Em meio à troca de ofensas com o PT, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, reuniu-se com grupos críticos a Dilma. (Págs. 1 e 4)
Ensino religioso divide opiniões
Religiosos divergiram ontem no STF sobre a contratação de professores ligados a igrejas para aulas de religião. (Págs. 1 e 23)
Editorial 'Idade mínima é a alternativa ao fator previdenciário' (Pág. 14)

Míriam Leitão Texto aprovado prejudica os mais pobres. (Pág. 18)

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Zero Hora

Manchete: Previdência diz que nova regra é "inviável"
A um dia da decisão da presidente Dilma sobre mudanças na aposentadoria, Planalto não apresenta alternativa e sindicalistas insistem na sanção de texto aprovado pelo Congresso. (Notícias 10,11 e 21)
Marta Sfredo :: Energia terá mais privatizações?
Agência reguladora prevê troca de controle em caso de descumprimento de metas. (Pág. 1 e Notícias 19)
Para manter concessão, CEEE estuda vender sede (Págs. Notícias 6 a 8)

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Brasil Econômico

Manchete: Crise da Petrobras arrasta operadoras de sondas estrangeiras
A perspectiva de redução dos investimentos da estatal contribui para a perda de valor de mercado das principais companhias globais de perfuração de poços petrolíferos. As ações da norueguesa Seadrill, por exemplo, acumulam queda de 60% em um ano. Analistas preveem que a capacidade ociosa do setor aumentará até 2017 e recomendam aos investidores distância das empresas mais expostas ao mercado brasileiro. (Págs. 1 e 11)
Octávio Costa :: Ao que parece, só Levy e Tombini acham que o céu é o limite para os juros. (Pág. 32)

Nelson Vasconcelos :: Tudo indica que a pior fase das empresas de tecnologia começa a ficar para trás. (Pág. 13)

Rogério Studart :: Aposta de Dilma em parceria com setor privado pode até ser questionada, mas é viável. (Pág. 7))

Anistia Internacional atribui a pior crise pós II Guerra ao fracasso dos líderes mundiais. (Pág. 29)

Fantasma do rebaixamento volta a assustar
O risco de redução do rating soberano voltou a ser considerado pelo mercado, com o aumento dos efeitos negativos do aperto no setor produtivo e na dívida pública. A situação é agravada pelo embate entre o Executivo e o Congresso. (Págs. 1 e 19)
Pesquisa revela forte rejeição ao PT
Enquete realizada pelo Vox Populi em diferentes cidades do país mostra que 12% dos entrevistados odeiam o Partido dos Trabalhadores. Na Região Sul, o percentual de eleitores descontentes sobe para 17%. (Págs. 1 e 9)
Comércio de SP reage após 12 meses
Embora ainda não seja visto como uma tendência, o resultado do setor em março, com aumento de 1,6% da receita em relação ao mesmo mês do ano passado, foi uma reversão no movimento pessimista de um longo período. (Págs. 1 e 10)
Dinastias à americana
Hillary Clinton, pré-candidata dos democratas, abraçou as causas dos gays, dos pobres, das mulheres e das crianças. Já o republicano Jeb Bush lançou slogan sem o famoso nome de família e promete ser um candidato "anti-Washington". (Pág. 1 e 26 e 27)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Para TCU, erro em projeções da União levou a 'pedaladas'
Seguidos erros de projeções econômicas elevaram artificialmente previsões de receita do Orçamento do governo federal e originaram manobras contábeis —chamadas de "pedaladas fiscais".

É o que consta de relatório obtido pela Folha sobre as contas de 2014, a ser votado pelo Tribunal de Contas da União nesta quarta (17). Em quatro anos, a diferença entre o projetado e o recebido foi de R$ 251 bilhões.

A União esperava arrecadar mais com a estimativa de crescimento contínuo. Como isso não ocorreu, usou manobras como a retenção de repasses a bancos públicos.

O governo errou em R$ 110 bilhões o cálculo no ano passado. Previu R$ 133 trilhão, arrecadou R$ 1,22 trilhão.

O relator do processo, ministro Augusto Nardes, tem sinalizado que recomendará ao Congresso a rejeição das contas da presidente Dilma, com a alegação de omissão de dívidas de R$ 256 bilhões.

Se isso ocorrer, a oposição ganha argumento para pedir impeachment. A reprovação das contas também pode prejudicar a imagem externa do Brasil, ampliando a desconfiança de investidores.

O governo nega ter recorri- do a manobras contábeis para ficar no azul. (Poder A4)
Após impasse, governo estuda plano B para aposentadoria
O governo estuda criar, via medida provisória ou projeto de lei, regra progressiva de cálculo de aposentadorias. Uma ideia é usar como ponto de partida a fórmula 85/95, aprovada no Congresso e que dá o benefício integral. O Planalto desistiu de apresentar a centrais sindicais proposta em substituição a eventual veto de Dilma à fórmula 85/95. (Págs. 1 e Mercado A13)
Teixeira recebeu relógio de ouro de emir do Qatar
Ricardo Teixeira, então presidente da CBF, e João Havelange, que era presidente de honra da Fifa, além de outros dois dirigentes sul-americanos, ganharam em 2010 relógio de ouro do emir do Qatar em reunião no Rio que selou o apoio à candidatura do país à Copa de 2022. Os EUA investigam a compra de votos na escolha do país árabe. Teixeira não foi localizado. (Págs. 1 e Esporte B10)
Entrevista Jô Soares: Fiz à presidente as perguntas que precisava fazer
Em resposta às críticas sobre o tom de sua entrevista com Dilma, Jô Soares disse ter feito as perguntas necessárias. "Se as respostas não agradaram, o problema é de quem ouviu." Ele afirmou à Folha ser tachado de tucano ao entrevistar petista, e vice-versa. "Intelectualmente, sou anarquista." (Págs. 1 e Ilustrada C1)
Em SP, trabalho infantil rende 4 autuações por dia
O trabalho infantil está em queda no país, mas o registro de ilegais em São Paulo é o maior desde 2009, segundo levantamento do Ministério Público do Trabalho feito a pedido da Folha. O aumento de denúncias, da fiscalização e da informalidade explica a alta, diz o órgão. Trabalham no país 3,2 milhões de menores de 18 anos (7,5%), segundo o IBGE. Em 2002, eram 12,6%. (Págs. 1 e Cotidiano B1)
Vladimir Safatle: Política nacional já tendia a seguir para os extremos (Pág. Opinião A2)

Editoriais: Leia "Inovar ou inovar", sobre investimento brasileiro na criação de tecnologia (Pág. Opinião A2)

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