Atualidades 17/06/2015





O Globo
Manchete: TCU deve pedir mais explicações a Dilma
Taxação da folha terá alíquotas distintas
CUT ameaça ir às ruas contra governo
Com inflação alta, diferença de preços chega a 245%
Redução da maioridade tem acordo
Ministro defende BNDES e diz que operações no exterior serão fortalecidas (Página 23)
Venezuela libera voo do Senado
Luiz Fachin toma posse no STF
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Zero Hora
Manchete: Mexeram no seu queijo
Dilma pode ter prazo para explicar contas
Governo faz acervo sobre desoneração
Cunha e PSDB fecham acordo sobre idade penal 
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Brasil Econômico
Manchete: Comércio derrapa e só informática e farmácias se salvam
O Papa, além de pop, é verde
Octávio Costa - O rombo da Previdência é sério, mas vale lembrar que boa parte vem do setor público. (Pág. 32)
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Folha de S. Paulo
Manchete: Governo faz acordo na Câmara por alta de tributo a empresa
Cunha e PSDB firmam pacto por maioridade criminal aos 16
Supremo Completo
Em 1ª votação, deputados tiram poder do TSE
TCU pode adiar julgamento sobre contas de Dilma
Editoriais - Leia "Um veto pelo futuro", sobre fórmula alternativa ao fator previdenciário, e "Patrimônio parlamentar", sobre atividade de Palocci como consultor. (Opinião A2)
No governo Lula, Itamaraty ajudou empresas a obter obras no exterior (Pág. Poder A7)
Senadores usarão avião da FAB para visitar parentes de rivais de Maduro (Pág. Mundo A11)
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17 de junho de 2015
O Globo

Manchete: TCU deve pedir mais explicações a Dilma
Ministério Público vê ‘fraudes’ e recomenda a rejeição das contas da União

Tribunal pode adiar julgamento, marcado para hoje, para que a administração pública forneça mais informações. Planalto e oposição pressionam ministros, que analisarão se manobras fiscais foram ilegais

Sob forte pressão do governo e da oposição, os ministros do Tribunal de Contas da União se reúnem hoje para julgar as contas de 2014 da presidente Dilma. Na véspera da sessão, num encontro a portas fechadas, eles concluíram que é preciso pedir mais explicações ao governo, o que deve ser ratificado hoje. Com isso, o julgamento pode ser adiado. Citando as “pedaladas fiscais’,’ manobras para tentar equilibrar artificialmente as finanças, o Ministério Público identificou “fraudes’ e pediu a rejeição das contas. O relator, Augusto Nardes, deve seguir o mesmo caminho. O ministro recebeu a visita de parlamentares da oposição. (Pág. 3)
Taxação da folha terá alíquotas distintas
Acordo na Câmara prevê tributação da folha de pagamento com alíquotas menores para os setores de transporte, comunicação, cesta básica e call centers. (Pág. 4)
CUT ameaça ir às ruas contra governo
Ligada ao PT, a CUT ameaça protestar contra o governo caso a presidente Dilma vete hoje o projeto que flexibiliza o fator previdenciário. (Pág. 6 e 7)
Com inflação alta, diferença de preços chega a 245%
Com a inflação acima dos 8% nos últimos 12 meses, o hábito de pesquisar preços faz muita diferença no bolso do consumidor. Levantamento feito pelo GLOBO em 19 farmácias e 26 super- mercados constatou disparidade de até 245% nos preços de drogarias de um mesmo bairro. No caso dos supermercados, o mesmo produto custava até o dobro em diferentes lojas. (Págs. 21 e 22)
Redução da maioridade tem acordo
Partidos da base e da oposição, entre eles PMDB e PSDB, fecharam acordo para reduzir a maioridade penal para 16 anos em casos de crimes hediondos. O governo apoia projeto do tucano José Serra, que aumenta a internação de menores de três para até 10 anos. (Pág. 9)
Ministro defende BNDES e diz que operações no exterior serão fortalecidas (Página 23)

Venezuela libera voo do Senado
A Venezuela autorizou a ida de um avião da FAB ao país com um grupo de senadores que vão prestar solidariedade a opositores presos. O país já beira a hiperinflação. (Pág. 29)
Luiz Fachin toma posse no STF
O advogado Luiz Edson Fachin assumiu o posto de Joaquim Barbosa no STF, há dez meses vago, reconstituindo a formação completa da Corte. Investigados na Lava-Jato estavam lá. (Pág. 10)
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Zero Hora

Manchete: Mexeram no seu queijo
Após oito operações para flagrar fraudes no leite, ontem foi a vez de o MP atacar derivados do produto. Queijo adulterado com amido de milho, para aumentar seu volume, foi encontrado em Três de Maio e Ivoti. (Págs. 12, 13 e 29)
Dilma pode ter prazo para explicar contas
Votação do balanço de 2014 está prevista para hoje no tribunal. (Pág. 20)
Governo faz acervo sobre desoneração
Com alteração de projeto de lei, alguns setores, seriam poupados. (Pág. 26)
Cunha e PSDB fecham acordo sobre idade penal 
Proposta passa a incluir prisão de adolescentes entre 16 e 18 anos em caso de crimes hediondos, lesão corporal grave e roubo qualificado.
Governo apoia projeto que amplia tempo de internação até 10 anos. (Pág. 18)
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Brasil Econômico

Manchete: Comércio derrapa e só informática e farmácias se salvam
A queda de 3,5% nas vendas fez o varejo ter o pior abril dos últimos doze anos, segundo IBGE. Com a inclusão de material de construção e veículos a queda foi ainda maior: 8,5% na comparação com igual mês do ano passado. Dos dez segmentos, apenas dois mantiveram resultados positivos, com destaque para o setor farmacêutico, beneficiado pela menor correção dos preços e pela essencialidade dos produtos vendidos. (Págs. 4 e 5)
O Papa, além de pop, é verde
Na sua primeira encíclica, o Papa Francisco fala de ecologia humana e diz que os países desenvolvidos têm responsabilidade em evitar o prejuízo dos mais pobres. (Pág. 27)
Octávio Costa
O rombo da Previdência é sério, mas vale lembrar que boa parte vem do setor público. (Pág. 32)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Governo faz acordo na Câmara por alta de tributo a empresa
O governo Dilma fechou um acordo com líderes da base aliada para aprovar o projeto que reduz a desoneração da folha de pagamento de empresas privadas. Essa é a última medida do ajuste fiscal capitaneado pelo ministro Joaquim Levy (Fazenda).

O acerto fixa taxação menos desfavorável para parte dos setores que hoje se beneficiam da política, como os de transporte de passageiros, comunicação, call center, massas e pães e aves.

Em troca, o Palácio do Planalto se comprometeu a não vetar emendas de interesse de aliados do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), incluídas em medida provisória que elevou a tributação de importados.

Uma delas anistia, na prática, multas aplicadas pela Receita Federal a igrejas evangélicas. Será sancionada ainda a emenda que permitirá a construção de um shopping na Câmara dos Deputados, a um custo de R$ 1 bilhão.

No modelo de desoneração da primeira gestão Dilma, a contribuição ao INSS de 20% sobre salários foi substituída por uma taxação de 1% a 2% sobre o faturamento. Agora, o governo decidiu rever essa política para arrecadar mais.

O relator do projeto, Leonardo Picciani (PMDB-RD, irá propor alta de 50% na alíquota para setores específicos. Para os demais, o aumento é de até 150%. O texto torna opcional a tributação pela folha ou pelo faturamento. (Mercado, A15)
Cunha e PSDB firmam pacto por maioridade criminal aos 16
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), fechou acordo com o PSDB pela diminuição da maioridade penal no Brasil de 18 para 16 anos. Ela valeria para casos de crime hediondo, como estupro e latrocínio. Com apoio de outros seis partidos, o texto deve ser aprovado hoje em comissão e votado no plenário na próxima semana. Se passar na Casa, o projeto de lei segue para o Senado. (Cotidiano B5)
Supremo Completo
Os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (à dir.), e do Senado, Renan Calheiros (à esq.), alvos da Lava Jato e que são investigados no tribunal, cumprimentam Luiz Fachin em sua posse no STF; corte volta a ficar com 11 ministros após quase um ano da saida de Joaquim Barbosa (Poder A6)
Em 1ª votação, deputados tiram poder do TSE
A Câmara aprovou em primeira votação medida que retira poder do Tribunal Superior Eleitoral, ao estipular prazo de 18 meses para que resoluções do TSE vigorem. Outras propostas aprovadas são a exigência de impres- são do voto após o uso da urna eletrônica e a inclusão na Constituição de regras de fidelidade partidária. (Poder A5)
TCU pode adiar julgamento sobre contas de Dilma
Sob pressão de governo e oposição, o Tribunal de Contas da União pode adiar o julgamento das contas de 2014 da gestão Dilma, marcado para hoje (17). Assim, ela se explicaria sobre as "pedaladas" para cobrir buracos nas contas antes da votação. Parte do TCU defende a rejeição, mas a análise final do tema caberá ao Congresso. (Poder A4)
Editoriais
Leia "Um veto pelo futuro", sobre fórmula alternativa ao fator previdenciário, e "Patrimônio parlamentar", sobre atividade de Palocci como consultor. (Opinião A2)
No governo Lula, Itamaraty ajudou empresas a obter obras no exterior (Pág. Poder A7)

Senadores usarão avião da FAB para visitar parentes de rivais de Maduro (Pág. Mundo A11)

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