Atualidades 28/09/2015





O Globo
Manchete: País fixa meta de cortar 37% de gases
A pressão aliada pela reforma
Ministros têm auxílio-moradia de R$ 7 mil (Pág. 3)
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Brasil quer cortar em 37% emissão de gás estufa até 2025
Na ONU, elogios às mulheres
2/3 de doações a PT, PSDB e PMDB vêm de empresas
FHC: ‘Dilma está pagando pela herança maldita do Lula’
Negócios/Entrevista: Silvio Tini de Araújo – empresário e investidor
Governo quer R$ 16 bi com concessões (Economia, pág. B8)
José Roberto de Toledo: A festa dos ex
Lúcia Guimarães: Piedosos e mendazes
Notas & Informações: Democracia de resultados
Notas & Informações: Desencanto generalizado
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Zero Hora
Manchete: Indústria do Estado perdeu 21,4% de seu peso em 10 anos
Dilma na ONU: Brasil promete cortar 37% do gás do efeito estufa
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Folha de S. Paulo
Manchete: Recessão empurra classe média para trabalho autônomo
Dilma anuncia meta alta para clima; país já fez mais
Ajuste só favorece bancos, diz centro de estudos petista
Entrevista da 2ª: Kátia Abreu - Não há substância para defender impeachment
Favorito ao pleito argentino fala em novo elo com Brasil
Celso Rocha de Barros: Movimentos da oposição e sua análise econômica não combinam
Fundo de Garantia para domésticos entra em vigor na quinta-feira (1°) (Mercado, pág. 4)
Editoriais - Leia “Concessões sob risco”, sobre leilões na área de infraestrutura, e “Asas de um tucano”, acerca de viagens de Aécio Neves quando governador. (Opinião, pág. A4)
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28 de setembro de 2015
O Globo

Manchete: País fixa meta de cortar 37% de gases
Ambientalistas dizem, porém, que promessa não traz grandes avanços

Plano apresentado por Dilma faz do Brasil o primeiro emergente a adotar objetivos oficiais para toda a economia

A presidente Dilma Rousseff apresentou ontem na ONU a meta brasileira de cortes de emissões de gases do efeito estufa. Porém, elas são menos ambiciosas do que o esperado por ambientalistas. O objetivo é reduzi-las em 37% até 2025 e chegar a 43% em 2030. Segundo Dilma, isso será feito com a eliminação do desmatamento ilegal e investimento em energia renovável. O plano tem impacto político porque toma o Brasil o primeiro emergente a ter metas. (Pág. 22)
A pressão aliada pela reforma
A presidente Dilma chega hoje de Nova York com a missão de correr contra o tempo para anunciar a reforma ministerial. Pressionada pelo PMDB, ela deve aumentar a cota do partido para garantir a fidelidade em uma das votações mais importantes do segundo mandato: a manutenção do veto ao aumento do Judiciário, prevista para quarta. (Pág. 3)
Ministros têm auxílio-moradia de R$ 7 mil (Pág. 3)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Brasil quer cortar em 37% emissão de gás estufa até 2025
Especialistas consideram meta ambiciosa, mas avaliam que poderia ser maior

A presidente Dilma Rousseff apresentou ontem o plano do País para combater as mudanças climáticas. Até 2025, as emissões brasileiras de gases de efeito estufa devem cair 37% e, até 2030, 43% - os valores são relativos aos níveis registrados em 2005. A meta, considerada ambiciosa ante às de outros países, será levada à Conferência do Clima, em dezembro. O encontro tem o objetivo de fechar acordo global de redução das emissões de gases de efeito estufa. Em discurso na Conferência da ONU para o Desenvolvimento Sustentável, em Nova York, Dilma afirmou que “a ambição continuará a pautar nossas ações”, após lembrar que em 10 anos o desmatamento da Amazônia caiu 82%. Se a meta for cumprida, as emissões brasileiras devem passar de 2,04 gigatoneladas de CO2 – equivalente, registradas em 2005, para 1,30 Gt em 2025 e 1,16 Gt em 2030. Ambientalistas e pesquisadores elogiaram a proposta, mas fizeram ressalvas e disseram que a meta poderia ser mais ousada. (Metrópole, págs. A12 e A13)
Na ONU, elogios às mulheres
Em discurso na ONU, Dilma Rousseff disse que “lugar de mulher é na política e onde ela mais quiser”, mas se recusou a confirmar se vai extinguir secretaria. (Política, pág. A8)
2/3 de doações a PT, PSDB e PMDB vêm de empresas
Pessoas jurídicas doaram R$ 2 bilhões aos diretórios nacionais do PT, do PMDB e do PSDB entre 2010 e 2014, em valores atualizados. Isso representa dois terços do que entrou nos cofres das legendas no período, informa Daniel Bramatti. No dia 17, o STF decidiu que o financiamento empresarial de campanhas é inconstitucional e derrubou artigos da Lei dos Partidos Políticos que permitem contribuições privadas. (Política, pág. A4)
FHC: ‘Dilma está pagando pela herança maldita do Lula’
Em programa do PSDB que vai ao ar hoje à noite, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso diz que Dilma Rousseff está pagando pela “herança maldita” deixada por Lula, seu antecessor. É a primeira vez que o tucano usa a expressão pela qual os petistas criticavam sua gestão. Na propaganda, o tucano também afirma que o PT prometia “o céu ao povo” e agora “oferece o inferno da crise e do desemprego”: “Está na hora de a presidente ter grandeza e pensar no que é melhor para o Brasil, e não para o PT”. (Política, pág. A8)
Negócios/Entrevista: Silvio Tini de Araújo – empresário e investidor
‘O negócio é ficar quieto’

Sócio do Banco Pan e da Alpargatas, entre outras companhias, Silvio Tini de Araújo é conhecido por interferir na estratégia das empresas em que investe. Com uma fortuna de R$ 1,34 bilhão, ele afirma que, em meio à crise, o melhor é esperar pelas oportunidades. “A sorte só aparece para quem trabalha.” (Economia, págs. B1 e B3)
Governo quer R$ 16 bi com concessões (Economia, pág. B8)

José Roberto de Toledo: A festa dos ex
Sem recursos para a campanha, sem tempo e sem gestores bem avaliados, 2016 será a festa dos já conhecidos. (Política, pág. A6)
Lúcia Guimarães: Piedosos e mendazes
A crise de liderança política legítima, com a explosão de falsidade populista, faz que uma figura como o papa ocupe um grande vácuo. (Caderno 2, pág. C8)
Notas & Informações: Democracia de resultados
A insatisfação dos brasileiros com a democracia é reflexo da imensa crise moral. (Pág. A3)
Notas & Informações: Desencanto generalizado
A América Latina não padece de apatia política, mas de desencanto com o sistema partidário. (Pág. A3)
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Zero Hora

Manchete: Indústria do Estado perdeu 21,4% de seu peso em 10 anos
Dados da Fundação de Economia e Estatística, de 2003 a 2012, indicam queda. Uma das consequências é fechamento de vagas, 10 mil em agosto deste ano.

Infraestrutura: Crise no setor público prejudica competitividade.

Marta Sfredo: Oscilação do dólar é nova ameaça a empresas. (Págs. 20, 21 e 25)
Dilma na ONU: Brasil promete cortar 37% do gás do efeito estufa
Meta até 2025, tida como ousada, é menor do que o país já cumpriu. (Pág. 14)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Recessão empurra classe média para trabalho autônomo
Brasil em crise: Modalidade já representa 20% da população ocupada e inclui mão de obra mais qualificada atrás de renda

Quatro milhões e meio de brasileiros se enquadraram em agosto no trabalho por conta própria, segundo dados do IBGE colhidos nas principais regiões metropolitanas. Isso equivale a 19,8% da população ocupada, maior patamar registrado desde dezembro de 2006.

O aumento do desemprego no país explica a alta.

Grande parte dos autônomos tem entre 25 e 49 anos, sustenta a família e não pode esperar uma oportunidade de vaga. Essa é justamente a faixa etária em que a taxa de desocupação mais cresceu: 65% em um ano.

Quem atua por conta própria sente, em média, queda menor no rendimento que o empregado contratado.

Em agosto, o primeiro grupo teve redução de 1,7%, nos ganhos, metade da sentida por trabalhadores CLT. A entrada no grupo autônomo de mão de obra mais qualificada, como advogados e engenheiros, eleva a média de rendimentos, ainda que eles ganhem menos agora do que quando empregados. (Folhainvest, pág. 1)
Dilma anuncia meta alta para clima; país já fez mais
O Brasil se compromete a reduzir suas emissões de gases do efeito estufa em 37% até 2025 e 43% até 2030, usando como base 2005.

Os números, anunciados domingo (27) pela presidente Dilma Rousseff na cúpula da ONU sobre desenvolvimento sustentável, são altos e mais ambiciosos que os da maioria dos emergentes.

Porém, a meta fixada fica abaixo da parcela global de emissões atuais do país e é considerada tímida se comparada ao que o país já fez.

O compromisso será levado à Conferência do Clima de Paris, em dezembro. O Brasil defende cortes dos países em desenvolvimento menores que os dos países desenvolvidos. (Mundo, pág. A10)

Análise – Marcelo Leite

É um avanço, mas esforço concreto contra aquecimento global é pouco. (Mundo, pág. A11)
Ajuste só favorece bancos, diz centro de estudos petista
A Fundação Perseu Abramo, centro de estudos criado e financiado pelo PT, vai divulgar documento com críticas à política econômica da gestão Dilma. O texto afirma que as medidas jogam o país em uma recessão e interessam só a banqueiros e fundos de investimento. (Poder, pág. A7)
Entrevista da 2ª: Kátia Abreu
Não há substância para defender impeachment

A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, diz que não há “substância” para o impeachment de Dilma Rousseff e que a medida seria traumática para o país e para as empresas, sem resolver os problemas da economia.

“No dia seguinte viria a frustração, porque nada seria modificado com rapidez, sem dor”. Um dos raros quadros do PMDB fiéis à presidente, ela defende que a prioridade é diminuir os níveis de desemprego. (Pág. A16)
Favorito ao pleito argentino fala em novo elo com Brasil
Candidato favorito à presidência da Argentina, Daniel Scioli diz querer uma nova relação com o Brasil, seu principal parceiro comercial. “Não se trata de quem vende mais, mas do que podemos produzir juntos e vender a outros países”, afirma. (Mundo, pág. A12)
Celso Rocha de Barros: Movimentos da oposição e sua análise econômica não combinam
Enquanto economistas ortodoxos da oposição escrevem manifestos, discute-se o heterodoxo José Serra (PSDB) para a Fazenda em um eventual governo Temer (PMDB). Há um descompasso entre o movimento pelo impeachment e as análises econômicas da oposição. (Poder, pág. A8)
Fundo de Garantia para domésticos entra em vigor na quinta-feira (1°) (Mercado, pág. 4)

Editoriais
Leia “Concessões sob risco”, sobre leilões na área de infraestrutura, e “Asas de um tucano”, acerca de viagens de Aécio Neves quando governador. (Opinião, pág. A4)
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