Atualidades 15 de maio de 2017


Viva a sua vida e ignore a negatividade. Não deixe ninguém roubar a sua felicidade.




O Globo
Manchete: Estados vão privatizar empresas de gás natural
Conflito entre órgãos pode frear delações
Ancelmo Gois - Juiz da Lava-Jato do Rio pode deixar o caso. (Pág. 10)
É isso mesmo?
Macron promete um 'renascimento'
O mapa do direitos LGBT (Pág. 21)
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Procuradores preparam novo inquérito contra Lula
Empreiteiros serão ouvidos sobre ações na América Latina
Presidente do BNDES diz que banco quer saber se foi usado
Cida Damasco - Juro baixo é crucial para retomada. Mas é insuficiente para destravar investimento. (ECONOMIA / PÁG. B6)
Macron faz promessa de ‘França forte’
Gasto com fuzis em SP cresce 73 vezes (Metrópole / Pág. A12)
Notas & Informações - A dilapidação do mandato 
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Folha de S. Paulo
Manchete : Números mostram baixa eficácia da polícia paulista
Perdi minha reputação, minha vida virou inferno
Conta para o PT teve R$ 324 mi da Odebrecht, dizem delatores. (Poder A4)
Reformas elevam dispersão na base de apoio a Temer
Bolsonaro, em 1987, admitiu ato de indisciplina
Garçons temem perder renda com nova lei das gorjetas. (Folhainvest A21)
Editoriais - “Sombra sobre Dilma”, sobre delações da Lava Jato que envolvem a petista, e “Injustiça tributária”, acerca da baixa taxação de rendas elevadas. (Opinião A2)

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15 de maio de 2017
O Globo

Manchete: Estados vão privatizar empresas de gás natural
Pernambuco, Espírito Santo e Rio Grande do Sul estão entre os interessados. Leilões podem ocorrer no 3º trimestre de 2018

A venda de distribuidoras estaduais de gás natural é o novo alvo do programa de desestatização do BNDES, que já conta com o aval de sete dos 22 estados com estatais do setor: Pernambuco, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Paraíba e Rio Grande do Norte. O banco prepara a contratação de estudos técnicos para definir o modelo de privatização das empresas, e os leilões poderão ocorrer no terceiro trimestre de 2018. Para especialistas, a entrada de investidores privados pode ajudar a massificar o consumo de gás, disponível hoje em apenas 440 dos 5.570 municípios brasileiros. (Pág. 17)
Conflito entre órgãos pode frear delações
Delatores e empresas que fizeram acordos com a Lava-Jato estão no meio de um conflito entre órgãos que apuram os crimes. No Rio, ação do Ministério Público estadual sobre a Linha 4 do Metrô preocupa os procuradores federais, que temem desestímulo a delações. (Pág. 3)
Ancelmo Gois
Juiz da Lava-Jato do Rio pode deixar o caso. (Pág. 10)
É isso mesmo?
A equipe de checagem do GLOBO mapeou os 189 discursos feitos pelo presidente Michel Temer em seu primeiro ano de governo. Os 12 pronunciamentos escolhidos para verificação mostram que o presidente tende a exagerar e ser impreciso em suas falas. (Pág. 6)
Macron promete um 'renascimento'
O novo presidente da França, o centrista Emmanuel Macron, de 39 anos, quebrou o protocolo e desfilou num carro militar pela Avenida Champs-Élysées, após a cerimônia de posse. No discurso, ele prometeu fazer renascer a autoconfiança dos franceses e acenou com mudanças para fortalecer a União Europeia. (Pág. 23)
O mapa do direitos LGBT (Pág. 21)

O mapa do direitos LGBT (Pág. 21)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Procuradores preparam novo inquérito contra Lula
MPF deve investigar ex-presidente por tentativa de obstruir Justiça após acusações de Duque e Pinheiro

O depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao juiz federal Sérgio Moro, na quarta-feira passada, em Curitiba, serviu para reforçar o que os procuradores da Lava Jato consideram ser indícios da atuação do petista em atos de obstrução à Justiça, informa Ricardo Brandt. As suspeitas devem provocar a abertura de um novo inquérito contra Lula. A força-tarefa da Lava Jato avalia existirem elementos de que o ex-presidente, ao longo dos três anos de investigações ostensivas da operação, buscou obstruir o trabalho da Justiça em episódios que envolvem suposta destruição de provas e intimidação de autoridades. No depoimento, Lula confirmou encontros com o ex-diretor da Petrobrás Renato Duque e com o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro em 2014, após o início da Lava Jato. Ambos acusam Lula de ter orientado a destruição de provas. O ex-presidente nega. (POLÍTICA / PÁG. A4)

Livre e espontaneamente

Nova defesa do ex-ministro Antonio Palocci diz que a Lava Jato não fez exigências para que ele trocasse de advogados enquanto negocia sua delação premiada no âmbito da operação. O petista está preso em Curitiba. (PÁG. A4)
Empreiteiros serão ouvidos sobre ações na América Latina
Marcelo Odebrecht e Léo Pinheiro começam a ser agora questionados sobre o esquema de corrupção no restante da América Latina. Hoje, o Ministério Público Federal atenderá a um pedido do Peru e colherá depoimentos de ambos sobre o envolvimento da Odebrecht e da OAS na política daquele país. A medida inaugura, na avaliação de procuradores estrangeiros, uma fase inédita de cooperação intensa entre o Brasil e seus vizinhos. (POLÍTICA / PÁG. A6)
Presidente do BNDES diz que banco quer saber se foi usado
Em entrevista a Sonia Racy, da coluna Direto da Fonte, Maria Silvia Bastos Marques, presidente do BNDES, disse que foi surpreendida com a Operação Bullish da PF, no caso JBS, e afirmou não ter compreendido a condução coercitiva de funcionários. “É do interesse do corpo funcional e da atual diretoria cooperar para saber se o banco foi usado por terceiros, pois seus empregados cumpriram seu papel de forma proba”, disse. (CADERNO2 / PÁG. C2)
Cida Damasco
Juro baixo é crucial para retomada. Mas é insuficiente para destravar investimento. (ECONOMIA / PÁG. B6)
Macron faz promessa de ‘França forte’
Ao tomar posse ontem como novo presidente da França, Emmanuel Macron reafirmou a disposição de “liberar” a economia do país, reformando o mercado de trabalho e a previdência. O novo mandatário reforçou o compromisso com a União Europeia e parte hoje para Berlim, onde terá sua primeira reunião de trabalho com a chanceler alemã, Angela Merkel. (INTERNACIONAL / PÁG. A9)
Gasto com fuzis em SP cresce 73 vezes (Metrópole / Pág. A12)

Notas & Informações 
A dilapidação do mandato

Depois das eleições, a representação da vontade do eleitor vira realidade distante, e a atuação parlamentar torna- se refém de um deformado instinto de sobrevivência. (PÁG. A3)

As patranhas de Lula

Não é verdade que no governo do PT “cabia todo mundo”. Lula dividiu o País entre “nós” e “eles”. (PÁG. A3)
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Folha de S. Paulo

Manchete : Números mostram baixa eficácia da polícia paulista
No setor que investiga homicídios, houve só 1 prisão para cada 5 inquéritos

Dados de 2016, obtidos pela Folha por meio da Lei de Acesso à Informação, revelam a baixa produtividade da polícia de São Paulo. O departamento que investiga homicídios e outros crimes contra pessoas (como seqüestro, pedo filia e intolerância) abriu 1.994 inquéritos no ano passado, que resultaram em apenas 372 prisões (taxa de 19%).

Para policiais e especialistas, o desempenho se explica por uma combinação de falta de estrutura, reduzida renovação de pessoal e práticas pouco eficazes. Segundo o governo estadual, a taxa de esclarecimento vai a 40% nos casos de homicídio doloso. A conta inclui crimes cujos autores permanecem foragidos.

O índice paulista supera o de outros Estados, que muitas vezes não passa de 10%, mas ê bem inferior ao de países como Alemanha (96%) e EUA (65%). (Cotidiano B1)
Perdi minha reputação, minha vida virou inferno
Entrevista - Guido Mantega

Em sua primeira entrevista desde que deixou o Ministério da Fazenda, Guido Mantega afirma que delatores ouvidos pela Lava Jato inventaram histórias “inverossímeis” a seu respeito.

“Minha reputação foi colocada por água abaixo”, disse a Mônica Bergamo.

Mantega chegou a ser preso, em setembro, quando acompanhava a mulher no hospital. Ele relata ter contrariado interesses da construtora Odebrecht. (Entrevista da 2a. Pág. A16)
Conta para o PT teve R$ 324 mi da Odebrecht, dizem delatores. (Poder A4)

Reformas elevam dispersão na base de apoio a Temer
Um ano após chegar ao poder graças aos votos de 367 dos 513 deputados, o presidente Michel Temer (PMDB) vê sinais de dispersão em sua base de apoio. Nas contas do Planalto, são 330 os deputados que votam consistentemente nos projetos do governo, embora, na teoria, haja 411 aliados. As reformas fomentam dissidências. (Poder A8)
Bolsonaro, em 1987, admitiu ato de indisciplina
Documentos do Superior Tribunal Militar mostram que o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) admitiu, em 1987, ter cometido atos de indisciplina e deslealdade quando capitão do Exército.
A assessoria do parlamentar disse que a reportagem “ê idiota e imbecil”. (Poder A9)
Garçons temem perder renda com nova lei das gorjetas. (Folhainvest A21)

Editoriais 
“Sombra sobre Dilma”, sobre delações da Lava Jato que envolvem a petista, e “Injustiça tributária”, acerca da baixa taxação de rendas elevadas. (Opinião A2)
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