Atualidades 08 de junho de 2017

Cultivar estados mentais positivos como a generosidade e a compaixão decididamente conduz a melhor saúde mental e a felicidade.





O Globo
Manchete: TSE se divide sobre uso de provas contra Dilma-Temer
Tentativa de blindar economia
Contradições a jato
Ancelmo Gois - Jovens assassinos
Aeroportos irão a leilão em 6 blocos
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Planalto prevê vitória no TSE, mas teme fatos novos
Temer volta atrás e admite uso de jatinho de Joesley
Joaquim Barbosa admite se candidatar (Política / Pág. A13)
Notas & Informações - A vitalidade do governo 
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Folha de S. Paulo
Manchete: Após fala de relator, foco no TSE passa a ser Gilmar
Planalto vê pressa em encerrar julgamento como sinal favorável (Poder A6)
Temer admite que usou avião particular em viagem de 2011
PSDB vai decidir até segunda se fica ou não na base governista (Poder A5)
Em disputa com o fisco, JBS deve R$ 2,4 bi ao INSS 
Participação de estrangeiros em investimentos no Brasil aumenta (Mercado A17)
Petrobras eleva preço do gás de botijão e anuncia reajuste mensal (Mercado A24)
Editoriais - Leia “Em xeque”, sobre argumentos do relator contra a defesa de Temer na Justiça Eleitoral, e “Lapso vacinal”, acerca de queda da imunização no Brasil. (Opinião A2)
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08 de junho de 2017
O Globo

Manchete: TSE se divide sobre uso de provas contra Dilma-Temer
Relator e presidente do tribunal divergem sobre inclusão de delações

‘Só índios não contactados da Amazônia não sabiam que a Odebrecht tinha feito colaboração premiada’, argumentou Herman Benjamin, que hoje deve pedir a cassação da chapa eleita em 2014

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) saiu dividido do segundo dia de julgamento da chapa Dilma-Temer, expondo dois pontos de vista opostos no plenário. Relator do caso, o ministro Herman Benjamin defendeu o uso de depoimentos de executivos da Odebrecht no processo, mesmo tendo sido tomados após a ação inicial, no que foi seguido pelos colegas Luiz Fux e Rosa Weber. Argumentando que o juiz tem o dever de buscar a “verdade real”, o relator disse que se baseou em fatos públicos e notórios: “Só índios não contactados da Amazônia não sabiam que a Odebrecht tinha feito delação premiada.” Já Gilmar Mendes, presidente do TSE, indicou discordância, com a simpatia de Napoleão Nunes Maia e Admar Gonzaga. O uso das delações poderia ampliar as provas para o caso de cassação da chapa. Herman e Gilmar se desentenderam. O relator deve votar hoje pela condenação de Dilma e Temer. O TSE prevê sessões até no sábado. (Págs. 5 a 7)
Tentativa de blindar economia
Planalto e Congresso tentam blindar a economia e acelerar a votação de reformas, com concessões a aliados. O governo ainda faz ações para incentivar crescimento. (Pág. 19)
Contradições a jato
Um dia depois de negar ter viajado em avião da JBS, o presidente Temer recuou ontem e deu nova versão: admitiu ter ido na aeronave de São Paulo a Comandatuba (BA), com a mulher, Marcela, em 2011, mas afirmou que não sabia que o jatinho pertencia à empresa de Joesley Batista. Ao entregar o plano de voo do Learjet PR-JBS ao Ministério Público, porém, Joesley contou que, na época, recebeu um telefonema do próprio Temer de agradecimento pelas flores enviadas para enfeitar a aeronave. (Págs. 3 e 4)
Ancelmo Gois 
Jovens assassinos

Número de adolescentes mortos é o maior desde 2005. (Pág. 12)
Aeroportos irão a leilão em 6 blocos
O governo estuda leiloar os 56 aeroportos da Infraero em seis blocos, por áreas geográficas. Quem levar Santos Dumont ou Congonhas assumirá também pequenos aeroportos. (Pág. 21)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Planalto prevê vitória no TSE, mas teme fatos novos
Para auxiliares de Temer, absolvição será por maioria apertada; julgamento, no entanto, pode ir até sábado

Após duas sessões do julgamento da ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que pede a cassação da chapa Dilma Rousseff- Michel Temer, o Palácio do Planalto contabiliza maioria de votos pela absolvição do presidente – a previsão de ministros ouvidos pelo Estado é de 4 a 3 votos a seu favor. A maior preocupação, porém, é que um “fato novo” referente às investigações possa influenciar no resultado do processo. A previsão é que o julgamento termine até sábado. A avaliação, contudo, é de que a crise política está longe de ser resolvida. No radar do Planalto estão, principalmente, o ex-assessor Rodrigo Rocha Loures e uma eventual denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. O governo tem informações de que Loures, preso preventivamente em Brasília, estaria disposto a fazer delação. Além disso, circulam no Congresso rumores de que pessoas próximas a Temer podem ser presas em desdobramentos da Operação Lava Jato. (POLÍTICA / PÁG. A4)

Relator defende delações

No principal tema discutido ontem no TSE, o ministro Herman Benjamin defendeu a utilização das delações da Odebrecht e do casal de marqueteiros João Santana e Mônica Moura no processo. (PÁG. A5)
Temer volta atrás e admite uso de jatinho de Joesley
O presidente Michel Temer admitiu ontem que usou o jatinho de Joesley Batista, da JBS, para ir com a família de São Paulo para Comandatuba, na Bahia, em 2011, quando era vice-presidente. Ele, porém, disse que não sabia quem era o dono da aeronave. Anteontem, o presidente havia negado o uso do avião. Joesley entregou à Procuradoria- Geral diário de voo com informações sobre os deslocamentos de Temer. As viagens comprovariam “estreita relação” entre os dois, alegada pelo empresário. (PÁG. A10)
Joaquim Barbosa admite se candidatar (Política / Pág. A13)

Notas & Informações 
A vitalidade do governo

A aprovação do texto da reforma trabalhista pela CAE do Senado representa um bom sinal de vitalidade do governo Temer. (PÁG. A3)

Otimismo a 9 mil quilômetros

Meirelles falou em Paris sobre perspectivas de crescimento do Brasil. (PÁG. A3)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Após fala de relator, foco no TSE passa a ser Gilmar
Benjamin relembra voto de 2015, favorável a ampla investigação, do presidente do TSE

Por volta de llh30 desta quarta (7), o clima do julgamento da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral começou a mudar, escreve Marcelo Coelho. O relator da ação, Herman Benjamin, citou frases e decisões do ministro Gilmar Mendes em 2015, no mesmo processo, defendendo que se investigasse mais profundamente a atuação da Petrobras a partir da Lava Jato. Naquela época, Dilma Rousseff ainda era presidente. Com tantas menções ao Gilmar de dois anos atrás, o relator parecia destruir a linha de que o processo de cassação teria de esquecer os testemunhos de Marcelo Odebrecht e João Santana. Os apartes do presidente do TSE pareceram mudar de tom depois disso. Abandonou as farpas contra Benjamin e assumiu postulações políticas mais amplas. Na retomada do julgamento hoje, o foco das atenções estará na atitude de Gilmar. (Poder 7)
Planalto vê pressa em encerrar julgamento como sinal favorável (Poder A6)

Temer admite que usou avião particular em viagem de 2011
Depois de negar que tenha viajado à Bahia em 2011 em jato do empresário Joesley Batista, da JBS, o presidente Michel Temer disse que usou um avião particular. Ele afirmou que “não sabia a quem pertencia a aeronave”.
A presença de Temer foi registrada em diário de bordo do avião de Joesley. (Poder A4)
PSDB vai decidir até segunda se fica ou não na base governista (Poder A5)

Em disputa com o fisco, JBS deve R$ 2,4 bi ao INSS 
A JBS é a empresa em atividade que possui a maior dívida com o INSS (R$ 2,4 bilhões, ou 1,4%de suas receitas). Em disputa com o fisco, a empresa diz ter o direito de usar créditos tributários para abater a dívida. A Receita não se pronunciou. (Mercado A20)
Participação de estrangeiros em investimentos no Brasil aumenta (Mercado A17)

Petrobras eleva preço do gás de botijão e anuncia reajuste mensal (Mercado A24)

Editoriais
Leia “Em xeque”, sobre argumentos do relator contra a defesa de Temer na Justiça Eleitoral, e “Lapso vacinal”, acerca de queda da imunização no Brasil. (Opinião A2)
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